Homem Pobre
A liderança espiritual da família é do homem, porque ele recebeu esta autoridade de cima
para exercer suas responsabilidades sociais, cumprindo ordens para o bem-estar físico, emocional e espiritual de todos.
Quando um homem não gosta de ti, acha que te podes safar a qualquer momento.
Acha que és uma mutante.
PENSAMENTO DE UM MERCADOR PERSA.
QUANDO O SOL TERMINA A SUA OBRA DO DIA E O HOMEM MEDITA O SEU DIA O AMOR SEMPRE É UM TEMA PARA A POESIA.
FRASE DE UM GURU INDIANO.
A PERCEPÇÃO DO HOMEM INSTRUÍDO
DO HOMEM LETRADO
E DO HOMEM SÁBIO.
SÓ TERÁ RELEVÂNCIA SE ELE AMAR.
E SE ELE FIZER DESSE AMOR UM CAMINHO
NÃO SÓ DELE.
Não quero ser submissa e não quero nenhum homem submisso, se ainda está escrito eu ter alguém, quero alguém com educação afetiva refinada.
Se queres cumprir
o teu papel de homem,
é claro que eu deixo fazer,
desde que me permitas
cumprir o meu de mulher.
Saiba que se for assim,
terás tudo quanto quiser,
desde que saiba que é
com carinho que se molda
o amoroso convívio comigo.
Que amo ser mulher
em cada curva que reluzirá
sob o teu sol e transformará
em volúpia áurea, e nos braços
com serenidade te embalará.
Sou garça-branca-pequena
diante do rio espelhado
que tu me ofertaste,
sob o céu de Santa Catarina,
alguém que o teu eu tocou.
A conexão inevitável
que está a caminho não
provoca nenhum temor,
tens sido o pensamento
favorito e o sorriso
que por razão a ninguém
compartilho: és o meu amor.
Nunca vou usar app de namoro. Se eu me interessar por um homem e descobrir que ele está ativo em algum deles, o interesse acaba na hora. Na minha opinião (nada modesta), quem depende desse tipo de app tem um vício bem similar ao de quem consome pornografia.
Muito fácil culpar as mulheres no Ocidente e no Oriente, a eterna culpa de Eva, um homem afetivamente educado traz a mulher para ele, reorienta e educa a mulher para ele sem o preço dela renunciar a si mesma. Acontece que há dois lados deseducados apenas.
No futuro, o tempo deixará de ser o carrasco do homem. Você não precisará assistir aos seus entes queridos envelhecerem e morrerem, nem viver sob o peso constante das doenças ou da escassez. A tecnologia deixará de ser uma ferramenta e se tornará uma extensão do próprio receptáculo humano. As distâncias desaparecerão, e transações financeiras ocorrerão na velocidade de um pensamento.
Mas toda conquista cobra um preço. Quando o homem vencer o tempo, restará apenas uma pergunta: o que dará sentido à eternidade ?
— Relato de um Viajante do Tempo
12/04/2565
Homem que teu pai não te ensinou a ser
O roteiro que herdas não te cobra o centro do palco,
nem que a tua sombra devore o fôlego da tua casa.
A tua força repousa no exato instante em que recuas.
Quando o teu ciúme não forja o ferro da fechadura,
e o teu passo, cruzando a soleira,
deixa de ser o prenúncio da tempestade.
Despede-se da armadura do falso herói.
A guerra real é o brinde mudo na roda dos teus,
o sorriso de canto que afia a lâmina,
o pacto covarde servido no copo.
Entenda:
Todo golpe na carne germina antes.
Brota na senha exigida na penumbra,
no tecido medido pelos teus olhos,
no cerco invisível que o teu orgulho ergue.
Ela não busca o teu escudo;
exige apenas que recolhas a espada.
O respeito é a fronteira sagrada
que o "não" desenha no chão.
Cospe a desculpa que fantasia de afeto a tua obsessão.
A carne maior que ostentas não é direito de posse,
é o altar da tua própria covardia quando usada para subjugar.
E aceita, de uma vez por todas:
A vida de uma mulher não é vidro
para o peso dos teus escombros quebrar.
Autoria e Proteção Intelectual:
Autor: James Richard Ferreira Pantoja
Pseudônimo: KANGAL
© Todos os direitos reservados. A reprodução, adaptação ou difusão deste texto sem a menção explícita da autoria constitui infração legal.
Se até Jesus chorou, tu acha que vai escapar?
Os fortes conhecem o peso da dor.
Nenhum homem é feito de aço, nem de gesso.
Pois até quem enfrentou o mundo sangrou em silêncio,
E cedo ou tarde, cada um encara sua própria verdade.
_Autor: James Richard Ferreira Pantoja
Pseudônimo: KANGAL
Tanjuro Kamado: O Guardião da Hinokami Kagura
Na neve fria onde o vento canta,
Um homem frágil de alma forte e pura, mantém a dança do sol que o perigo espanta, buscando a paz na noite escura, enquanto o tempo silencioso sempre avança.
Não há pressa em seus passos, nem temor,pois o fôlego da vida ele tem domínio e compreende;A dança do fogo, sagrada e do amor,na ponta da espada e no peito acende, obrilho eterno de um protetor.
Do pai para o filho a chama vai passar,com brincos de Hanafuda balançando ao vento,um fardo pesado que aprendeu a carregar
Com um sorriso calmo em cada momento,pronto para o destino enfrentar.
Mesmo fraco e cansado pela dor,
Sua mente alcança o mundo transparente, Um exemplo vivo de força interior, seu espírito firme reluzente,Guia os passos daquela gente Com a luz serena do verdadeiro amor.
Autor: James Richard Ferreira Pantoja (KANGAL)
© Todos os direitos reservados
Aquele homem morreu nas sombras do próprio passado. Das cinzas do silêncio ergueu-se outro, moldado pela dor e guiado por um destino já traçado. Na lei da selva, a piedade apodrece antes do amanhecer; apenas os que caminham entre as trevas, sem hesitar, alcançam o trono que o mundo nega aos fracos.
Um homem que precisa beber para conseguir fazer o próprio trabalho não vale mais do que um vagabundo. É apenas um rato, escravo do próprio vício.
O Homem que Carregava o Frio
Eu carregava sacos de gelo durante o dia,
mas era a minha própria alma que congelava aos poucos.
Minhas mãos tocavam o frio da pedra,
enquanto meu corpo aprendia uma nova forma de dor.
Ao chegar em casa, a noite não trazia descanso;
trazia o julgamento do próprio corpo.
Cada músculo queimava como brasa escondida,
cada respiração era uma lembrança
de que eu ainda precisava continuar.
Deitado no escuro, entre o silêncio e a agonia,
eu não pedia riqueza, nem uma vida perfeita.
Minha única oração era simples:
“Que eu acorde amanhã.”
Porque havia um peso maior que a dor dos braços,
maior que o cansaço dos ossos:
era saber que o mesmo sofrimento me esperava no dia seguinte.
E mesmo assim eu levantava.
Vestia minha coragem como quem veste uma roupa velha,
pegava o caminho de sempre
e enfrentava mais um dia.
Ninguém via as lágrimas que eu engolia,
ninguém ouvia as batalhas travadas dentro de mim.
Mas ali estava eu —
um homem ferido pelo tempo,
mas ainda de pé.
Não porque era fácil suportar,
mas porque havia algo em mim
que a dor nunca conseguiu destruir.
