Homem Palavra
A palavra "logos" no grego usada em João 1.1 significa razão. Se não há razão, há contradição. A contradição consiste na negação de si mesmo. Ou seja, algo não pode ser verdadeiro e falso ao mesmo tempo. Isso é contradição, e se é contraditório é sem sentido, e não existente. John Wesley dizia o seguinte: O verdadeiro conhecimento de Deus está acima da razão, mas não contra a razão.
Nenhuma revelação, visão ou profecia pode contrariar a Palavra de Deus, mas ao contrário, deve sempre estar em conformidade com ela.
Quem era o Evangelista nos Dias de Jesus
Poucos sabem, mas a palavra Evangelho foi uma palavra inicialmente usada pelo império Romano. O evangelista do império Romano era um homem que tinha a função de trazer as noticias das guerras. Tudo que era importante, o evangelista Romano saia correndo até a cidade dando as noticias do que estava acontecendo nas guerras. Era ele quem informava em que pé estava à guerra, quem estava ganhando, quem estava perdendo, e como à batalha estava se desenrolando.
Algumas guerras duravam anos, pois aconteciam em locais remotos, e por isso, quando as guerras terminavam, esse evangelista Romano vinha na frente do exercito, que demorava meses ou até anos para retornar para casa. Esse evangelista vinha na frente do exercito, e quando chegava em Roma anunciava: “eu tenho boas noticias para todos, vencemos a guerra”.
Outro fato interessante era que quando um general ambicionava o cargo de imperador, guerras eram travadas pela disputa do trono; e quando uma das partes vencia, a parte vencedora enviava esse evangelista até o lado derrotado e ele dava a noticia: “arrependam-se, passem para o lado vencedor, pois em alguns meses o novo imperador vai chegar”.
Então agora, fica mais claro entender Jesus pregando: “Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mateus 4.17). O que Jesus estava dizendo era: “Eu venci a morte, o pecado e o diabo; Se arrependam, pois é só uma questão de tempo para que Eu volte novamente e estabeleça Meu Reino definitivamente (Ap 1.4-7).
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Muitos inundaram a palavra de Deus de teologia, quando deveriam inundar a teologia da palavra de Deus.
A palavra de Deus não muda diante das circunstâncias, mas as circunstâncias mudam diante da palavra de Deus.
É uma contradição patética dizer que anda pautado pela Palavra de Deus, mas continua ouvindo e defendendo novidades doutrinárias e heresias new-apostólicas.
O diabo foi o primeiro a fazer malabarismos e uma exegese deturpada da Palavra de Deus em benéfico próprio. Essa estratégia de distorcer as Escrituras Sagradas em benefício próprio é antiga, e também uma das marcas dos seus discípulos.
Palhaços no Púlpito
Seria cômico se não fosse trágico!
A palavra UBER é pagã, porque de trás para frente UBER é REBU e REBU é uma palavra do paganismo e no dicionário significa “confusão”, “briga”, “contenda”.
A palavra AMOR é pagã, porque de trás para frente amor quer dizer ROMA e ROMA é o coração do paganismo, portanto, quando você fala a palavra AMOR você está promovendo o paganismo.
A palavra MISERICÓRDIA é pagã, porque MISERICÓRDIA quer dizer MISÉRIA, e quando você fala MISERICÓRDIA, você está promovendo a miséria.
Certa vez, C. H. Spurgeon, pastor e avivalista Batista disse profeticamente: “Chegará um dia em que no lugar dos pastores alimentado as ovelhas haverá palhaços entretendo os bodes”. Muito tempo depois, o celebre pastor e teólogo A. W. Tozer disse: “Os púlpitos modernos precisam de mais profetas e de menos palhaços”.
Infelizmente o que Spurgeon disse e Tozer verificou aconteceu. A coisa anda em um nível tão raso e patético, que temos até “pastores” Stand Up, cobrando fortunas para contar piadas para o povo.
E é assim que se criam teorias de conspirações, transformam a igreja em chacotas da sociedade, geram alienação, promovem a idiotice e um monte de babacas sem fundamentação bíblica e teológica, recebendo ofertas gordas para vomitar esses besteiróis em muitas igrejas.
Como disse o profeta Oseias: O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento... Oséias 4.6.
E também Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus. Mateus 22.29.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Quase todos que estão na plataforma sabem o significado da palavra adoração, mas, infelizmente a maioria não sabe o significado de ser um adorador.
A igreja atual não suporta e nem precisa de uma teologia complexa. Precisamos da Palavra viva, da pregação genuína, destituída de “palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder” (1º Coríntios 2.4). A igreja atual está errando no básico!
Na história bíblica e da igreja, ficou demonstrado, que somente aqueles que foram fieis a Palavra de Deus, pregaram e ensinaram um viver santo.
Quem não fundamenta sua vida na Palavra de Deus, se torna um solo fértil para as heresias dos falsos profetas.
No que diz respeito à Palavra de Deus, o seu achismo é totalmente dispensável e não serve para nada. A Palavra de Deus está sempre certa e ponto final.
Nenhum pregador pode ser verdadeiro, se aquilo que ele prega não está fundamentado na palavra de Deus. É anátema o pregador que distorce o que as Escrituras afirmam.
Porque uma igreja deve se mover centralizada na Palavra de Deus? Porque ela estará se movendo no próprio Deus, O Verbo Vivo (João 1.14).
O sinal mais contundente de que uma igreja perdeu o primeiro amor é quando a Palavra de Deus perdeu a importância em suas reuniões.
Considerações Acerca da Pregação:
No culto, a pregação não é a Palavra de Deus.
A centralidade da Palavra não é a "centralidade da pregação".
A pregação é uma fala humana em torno da Palavra. Dar importância à pregação ou modelo da pregação (expositiva, textual, temática, etc...) é diferente de dar importância à Palavra.
A "centralidade da pregação" não existe nas Escrituras.
Portanto, é a Palavra de Deus que deve ser central no culto e não a pregação ou modelo de pregação.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Verbo Vivo, Marcelo Rissma.
