Homem Inconstante
Silêncio
Difícil manter-se,
constantemente o inconstante tenta ser quebrado
Do ruído, a falta, o vão, inação
Mistério, intriga, suspense, inquietação, tudo pela ausência
Efeitos colaterais acima do esperado.
Momentos, dias, estações, vidas
Continuar ou parar
Segredo esse desvendado a cada expectativa de som
Uma pausa no comum, no esperado, no questionável
Silêncio absoluto, tortura, medo, doramor
Intrigante para ambos: silencioso e o silenciado
Fatal para todos, silêncio mortal.
Ser inconstante
Convivo com a solidão
De você terei saudades
E as nossas verdades
Eu trago no coração
Mesmo você sem noção
Do meu jeito de viver
Não quero me envolver
Não venha me procurar
Sumi pra me encontrar
Mas ainda vou reaparecer
A imperfeição perfeita, ambiente propicio para a vida, instável e inconstante solto a sorte e ao acaso.
Ser, feito de vontades e desejos, com pouco tempo e muitos sonhos, somos a vontade da eternidade e o ponto fraco da existência.
A vida segue, lenta e breve. O amor, inconstante, mantém-se inerte à dor. Perceba: És humano! Suporta a saudade em tua alma. Cala-te em tua profunda solidão. Se contradizes, é porque vives".
Há tantas pessoas “maria vai com as outras” que há faltas de autenticidade, onde a busca inconstante faz pessoas procurar pessoas que se destaquem na originalidade
A vida é assim...
Dias hoje, talvez não amanhã.
Nada é tão certo. Tudo muda. Inconstante.
Mas uma única coisa me dá segurança: saber que o amor de Deus por nós é infinito. Assim, eterna é a sua misericórdia, muito além do que a vida dure.
Implicante, orgulhosa, inconstante,teimosa....
Porque as semelhanças tem que ser tantas....
Porque todos os defeitos que eu adoro....
Será que são coisas do signo....
Por isso talvez essa atração tão forte...
Me invade.... não tomo conta da proporção...
Até porque eu quero não querendo...
Me afasto não me afastando....
Digo coisas que não deveriam ser ditas....
Tudo está mudando quando eu viro de costas
Tudo fica fora do meu controle, eu sou inconstante
Tudo está mudando quando eu viro de costas
Tudo fica fora do meu controle, eu sou inconstante
Além de inconstante, medrosa, ansiosa e covarde. Sou também egoísta e enquanto escrevo tenho vontade de deixar os problemas da humanidade que é a intenção deste meu conjunto de letras e focar em mim. Naquilo que me aflige de uma maneira extrema o suficiente para que eu queira fugir.
Dúvida
Meu ser inconstante
De atos e passos seguros
Agora neste momento
Oscila sobre a gôndola
Na perigosa dúvida do amor
Sê constante na medida em que és inconstante, pois uma boa oportunidade surge independentemente do estado em que você se encontra.
Sou viajante forasteira,
amante incessante,
participante inconstante.
E nesse mesmo instante,
estou dando voltas na vida.
Ópera inconsciente
Num minueto inconstante, me desfaço de essências e pensamentos de essências.
Mais próximo da visão opaca,
Distante mesmo da lucidez do Direito Civil,
Encontro minhas vãs filosofias.
Me deturpo em falácias corajosas,
Me sinto nelas como que num axioma de pensamento absoluto.
Eu e o quê do mundo?
Eu e o quê disso que chamam poesia?
Eu e tudo como essência que preenche o nada.
Me sento à margem dos olhos que confiam sua verdade intocável a qualquer um que respire,
Que me dizem qualquer coisa que seja sincera e mesquinha.
Mistura de archés que causam o mundo este cataclisma que é,
Archés e Religiões e Sociologias perdidas na ilusão e filosofias do cume de uma ágora moderna e demagoga.
Minueto tocado e dançado como Funk que é,
Como Funk e como toda esta boa música que se faz hoje em dia.
Minuetos e Sinfonias do destino e do aquém.
Minimamente se encontra um retrato de jovens leitores pelos criados-mudos das vielas urbanas de hoje, encontra-se vestígios da demência.
Eu que não me escuto, estou me escutando.
Eu que não me curto, estou me encurtando.
Eu que não me gosto me amo me adoro, estou me exaltando.
Num narciso de Vênus eu me vejo nu e molhado, jogado às ruas esperando Afrodite vir me buscar para n'alto mar me crucificar e depois de minha morte eu vir a ser lavado e remido de vinho por Dionisio.
Me olho de longe como quem olha moça bonita passar pela rua e a cobiça endeuzando-a.
Não há nada que possa me pisar, senão eu mesmo.
E os que se sabem próximos a mim, nada sabem de mim.
Aqueles que de longe me vêem num intervalo de uma piscada de olhos, sabem mais que eu mesmo sobre mim.
Ó, mácula!
Morri ontem e hoje estou podre por ter nascido.
Sou brisa acolhedora, tempestade em outro instante
Partículas que voam, alma livre e inconstante
Tenho muitas formas, sou mutável e vibrante
As palavras certeiras de um imprevisível sábio errante
Sou o espaço, a intuição, sou o toque e o nada
Às vezes passo de leve, às vezes viro fio da navalha
O vórtex, o aroma, a bruma e o vento em rajada
Fico apenas na lembrança, pois estou sempre na jornada
Na permanência inconstante
Da busca do autoconhecimento
A reflexão é minha fiel companheira
Nestas madrugadas
De perguntas sem respostas.
A vida é muito curta e inconstante, para nos ensinar tudo.
Vivemos tempos difíceis que alternam os prazeres com as dores, como se fosse uma simples troca diária de roupas. aprendemos mais com as dores e decepções do que com os prazeres, no entanto estas dores passam, com o elixir das boas memórias, caso ela existam, e a vida segue seu curso.
Precisamos estar sempre optando por boas alternativas para a leveza da alma e do espírito, evitando macular nossa paz, pois se esta for comprometida a vida também será.
Nossos relacionamentos tem uma importância crucial,
Porém eles podem deixar de existir com muita facilidade,
Após um até logo, transformando num até nunca mais.
As dificuldades deverão ser bem vindas, pois somente elas
Irão nos preparar para os melhores destinos. Devemos entender que se as situações são imutáveis é porque tal mudança terá que ser nossa. Entendamos também de vez, que somente nós, Somos nosso único limite nos aprisionando.
Eliminando o medo de errar, nos restará A coragem de tentar e a certeza de aprender.
(teorilang)
