Homem Elegante

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O homem é o único animal que tropeça duas vezes na mesma pedra por saudade.

A criança que fui e o homem que sou trocam bilhetes na madrugada. Um pede coragem, como quem pede socorro. O outro devolve silêncio, rabiscos, mapas inúteis de resignação. Às vezes, contra a própria vontade, sobem no mesmo trem. Não sabem por quê. Descendem em estações sem nome, onde a surpresa não consola, apenas prova, cruelmente, que ainda se está vivo.⁠

O homem que amo é isso tudo, sem precisar de nada.

⁠O homem sábio analisa a fonte antes de beber da sua água. Portanto, não confunda cisterna com fossa. Contudo, acautelais-vos com notícias; opniões, interpretações pessoais e estudos.
lembre-se, Jesus nos ensinou que uma fonte não pode jorrar duas águas, ora doces ora salgadas.

Eu conheci um homem
que precisava mentir para existir.
Ele não suportava o espelho,
então criou histórias.
Criou versões.
Criou cenas.
Criou um teatro inteiro
para não ter que encarar o próprio vazio.
Ele falava de mim
porque não aguentava falar de si.
Ele me atacou
porque eu disse não.
E há homens
que enlouquecem quando descobrem
que não são desejados,
não são especiais,
não são necessários.
Ele não queria amor.
Queria controle.
Não queria afeto.
Queria posse.
Não queria verdade.
Queria um enredo
onde ele fosse herói
sem nunca ter feito nada digno.
Então ele espalhou palavras podres.
Baixas.
Cruéis.
Inventadas.
Palavras são tudo o que gente vazia tem.
Ele tentou me reduzir
porque nunca conseguiu crescer.
Tentou me manchar
porque já estava sujo por dentro.
Tentou me quebrar
porque já era feito de estilhaços.
Homens assim não suportam rejeição.
Eles chamam limite de ataque.
Chamam dignidade de arrogância.
Chamam não de provocação.
Ele me quis submisso.
Me quis pequeno.
Me quis calado.
Mas eu nasci para ser inteiro.
Eu sangrei.
Eu quebrei por dentro.
Eu duvidei de mim.
E mesmo assim,
eu não virei ele.
Porque isso é o que diferencia pessoas:
alguns usam a dor para crescer,
outros usam a dor para apodrecer.
Ele escolheu apodrecer.
Ele escolheu se tornar o tipo de pessoa
que precisa destruir reputações
porque não tem caráter.
Que precisa inventar histórias
porque não tem verdade.
Que precisa atacar
porque não tem valor.
E como se isso não bastasse,
ele confundia dívida com favor
e chamava isso de grandeza.
Ele pegou o que não era dele
e vestiu de mérito.
Pegou ajuda
e chamou de conquista.
Pegou confiança
e chamou de ingenuidade alheia.
Ele não devia dinheiro.
Devia caráter.
Mas caráter não se parcela.
Não se negocia.
Não se empurra com desculpa.
Ele me olhou nos olhos
e tentou me convencer
de que não me devia nada —
como se o problema fosse o número,
e não o que ele revelava sobre si.
Porque há pessoas
que não fogem do valor,
fogem do espelho.
Ele não quis pagar
porque pagar exigiria admitir
que recebeu.
E admitir que recebeu
significaria admitir
que não era tão grande quanto fingia.
Então ele fez o que gente pequena faz:
distorceu.
Inventou.
Atacou.
Espalhou versões.
Como se isso apagasse o fato
de que ele preferiu perder a dignidade
a perder mil reais.
Mil reais:
esse foi o preço da alma dele.
Tem gente que se vende por status.
Tem gente que se vende por aplauso.
Ele se vendeu barato.
Ele tentou me diminuir
para parecer maior.
Tentou me sujar
para parecer limpo.
Tentou me atacar
para não ter que devolver.
Mas eu aprendi uma coisa:
quem precisa mentir para não pagar,
já está falido por dentro.
Eu dei o dinheiro.
Mas ele me mostrou o valor dele.
E isso eu não comprei —
eu vi.
Vi que há pessoas
que preferem destruir reputações
do que devolver o que não é delas.
Que preferem criar narrativas
do que criar consciência.
Que preferem acusar
do que assumir.
E eu escolhi sair.
Sair sem gritar.
Sair sem revidar.
Sair sem me sujar.
Porque nem toda batalha merece luta.
Algumas merecem abandono.
E isso foi o que eu fiz.
Eu o deixei com o que ele é:
um homem preso dentro da própria mente,
tentando convencer o mundo
de uma versão que nem ele respeita.
Eu sigo.
E isso
é a maior derrota dele.
No fim,
eu perdi dinheiro.
Mas ele perdeu algo
que não se recupera:
o direito de se olhar no espelho
sem abaixar os olhos.

Como é notável o senso de grandeza do homem narcisista, pois suas palavras são alteres da hipocrisia, cujos sorrisos descrevem a presença da falsidade e a falta de humildade.

A soberba, a altivez e a arrogância impedem o homem de conhecer a humildade espiritual.

⁠Em um namoro cristão o⁠ homem tem o dever de amar, ensinar e proteger a mulher, porque ela está esperando dele a conquista do seu coração para formar a sua familia.

O manancial de água viva é dado ao homem que anda sobre um deserto, porque a sua confiança está no Senhor.

"O homem que troca sua lógica por paixão a mulher perde autonomia sobre suas decisões, porque ela vai querer opinar várias delas."

O homem que se perde na luxúria para sentir-se validado é apenas mais um que troca seus princípios por mera vaidade.

A maior de todas as tecnologias não é o que o homem FAZ, mas SIM o que o UNIVERSO já CRIOU;
O HOMEM que pensa.

O homem não será livre pela luta, o homem só será livre quando ele abrir mão daquilo que o aprisiona.

O que traz a maior beleza para o coração do homem é a virtude do amor, que gera a esperança de uma vida melhor e superior por meio da presença de Jesus.

Sentimentos de ternas alegrias cobrem o rosto do homem justo, fiel e temente a Deus, porque os seus corações foram transformados ao cumprirem a Sua divina vontade.

Quanto mais sabedoria o homem buscar de Deus, maiores serão as suas alegrias, conquistas e realizações, porque o dever da sua vida cristã está em conhecê-Lo, servi-Lo e honrá-Lo como Senhor.

⁠Por mais inteligente que seja o homem é-lhe dado por Deus o mesmo tempo de vida para conhecer e viver com sabedoria; caso contrário, gastará sua existência com meras vaidades, sem ter aprendido e vivido com propósitos.

⁠É assim que funciona, fica velho e vai embora: quanto mais tralhas pessoais o homem acumular e se firmar nelas, mais cedo enferruja, perde a qualidade do brilho, e sendo ele instrumento que não se deixar passar pela renovação da mente, se distancia de família, do próximo e, principalmente de Deus.

⁠Dois mil anos ainda é pouco para o homem entender que Deus colocou a sua existência no centro de Sua vontade para viver eternamente pela graça que nos foi dada.

O domínio do homem em liderar a terra foi perdida na corrupção da primeira família.