Hoje o Tempo Voa Amor
Então senhores fazendeiros!
Já perceberam que a maior parte da crise hídrica de hoje é consequência dos desmatamentos e queimadas que vocês provocaram ontem?
Hoje, temos como exemplo os fatos, o caos em que se encontra Manaus, é um exemplo do que pode se generalizar no Brasil, caso as responsabilidades reĺacionadas a prevenção relaxem mais ou continue como está, para o Covid-19, a princípio não existem privilegiados, existem pessoas que se recuperaram até então sem maiores consequências
Porém não se sabe ainda o que pode vir a acontecer com as mesmas, caso sejam contaminadas
Novamente
Você pode deixar o seu passado definir seu hoje e consequentemente o seu futuro. Ou você pode redefinir o seu eu hoje e assim, desta forma, o seu amanhã que é o seu futuro.!!
Pense, o que te impedi de ser feliz hoje? E oque te faz sofrer? E se eu disser que você não precisa do que você acabou de pensar para ser feliz? Na verdade tudo que você precisa está dentro de você. Pense em algo bom, pense no que você queria muito ser, imagine você sendo isso, agora Acredite, é isso que VOCÊ é!!! Somos oque pensamos, não o que os outros pensam de Nós! Não à nada que te impedi de ser oque quer, apenas Você mesmo... Meus familiares, vizinhos e amigos tem opiniões sobre mim, muitos nem acreditam no meu potencial... Mas no dia que eles perguntarem como Você conseguiu, responderei, enquanto vocês perdiam tempo em me criticar, eu estudava, ralava e acreditava em mim mesmo. E hoje, EU SOU o que pensei anos atrás! ;)
#HipnoterapeutaLucasCunha
A maioria das pessoas de hoje em dia se esforçam para conquistar o coração de alguém e, nem isso elas conseguem conquistar. O sábio toca a alma de um ser e a conquista para todo sempre.
Se você quer conquistar alguém de verdade toque a sua alma
Um dia sei que morrerei, então hoje e agora, eu decido viver, sem medo que a morte possa me deter, sem medo que meu sonho possa morrer, me pergunto o que posso fazer se não viver, até morrer?
"GOSTARIA DE SER O ULTIMO.
Hoje anseio ser o último. O derradeiro pingos de água que percorre teu corpo, escorrendo vagarosamente por todas as tuas curvas desejo ser o último batom do dia, para habitar teus lábios.
Ambiciono ser aquela toalha que cuidadosamente desliza por tuas curvas ao te enxugares. Hoje anseio ser também tuas mãos, que acariciam tua pele ao aplicares desodorante, deixando um toque suave em cada centímetro do teu corpo.
Hoje adoraria ser teu travesseiro, onde pousas a cabeça ao dormires. Hoje pretendo ser o último pensamento antes de adormeceres.
ACREDITE.
Acredito que as nuvens negras de hoje serão as nuvens as brancas de amanhã. Na imensidão que olhos as nuvens escuras passando sobre mim sinalizando que depois das nuvens negras, nuvens brancas irão surgir. Mais tá sendo difícil olhar para o céu e ver uma nuvem branca da cor de véu.
Haa Cleo, hoje minha folga cheguei a uma conclusão:
Gosto se sentar a beira do mar
Sentir sua brisa
Ouvir uma música
Conversar
Fumar
E beber uma cerveja
O Avesso
Hoje desnudam-se os corpos e cobrem-se com veemência com capas e películas telemóveis, iphones, smartphones, e o supérfluo.
A modéstia deu lugar à imodéstia e o Sagrado ao profano…
Eis a crise de valores em que estamos imersos…
Hoje tão ou mais importante que adquirir novos conhecimentos e deletar a montanha de informação que não nos interessa.
Na manhã de hoje conheci, próximo a Rua Irineu Marinho, subindo pela Rua Riachuelo, passando em frente ao antigo prédio do Jornal O DIA, próximo ao bar do Seu Zé (ufa!) um homem muito parecido com o Henri Cristi - cabelo grande no estilo miojo e barba rala; uns 60 anos; Costuma ficar naquele sinal de trânsito exatamente em frente ao antigo prédio do jornal, quando fecha, indo de carro em carro vender o EXTRA; Aquele sinal que tem em frente ao túnel. Profissão: vendedor de jornal. O nome dele é Juaci. Diz que vende jornais percorrendo as ruas do Centro do Rio. Descobri que ele não vive só dos jornais que vende no sinal. Tem clientes pedestres também e, por isso, me explicou com simpatia a pontualidade que o trabalho exige para fazer a entrega aos clientes e agradar a todos, como também chamou a atenção a alegria que demonstra na execução desta tarefa. Faz entrega com música. Entrega o jornal, recebe o dinheiro, dá o troco,tudo com fundo musical. Só que essa música não é qualquer música. Não sei como, mas o certo é que Juaci sopra por entre os lábios semicerrados, deixando escapar um som muito parecido com o que se obtém quando se sopra através de um pedaço de papel fino colocado sobre um pente. O repertório, pelo que observei, é atualizado. Música nova, transmitida pelo rádio. Ele não deixa os jornais em uma mesa, na calçada, como as meninas do jornal Metro. que também dividem o espaço com ele. Ele carrega todos a tiracolo, e ainda me mostrou que sofre de uma paralisia parcial que lhe dificulta os movimentos do braço e pernas esquerdos. Por isso, dá o passo com a perna direita com apoio da perna esquerda semi-paralisada, e depois, firmando na direita, levanta o tórax e impulsiona com o resto do corpo a perna doente, atirando-a para frente. Isso tudo é muito rápido rs. O braço esquerdo, o doente, Juaci utiliza para apertar os jornais de encontro ao corpo. Esse braço, aliais, já vive normalmente encostado ao tórax por força da doença. Ele é fraco de corpo mas forte de espírito. A doença em nada o afeta. Não sei, mas tenho a impressão que o bom jornaleiro faz da sua entranha e diferente andadura um suingue para rimar suas músicas. De fato, os compassos das marchinhas que também "sopra", já em ritmo de carnaval, são rigorosamente cadenciados de acordo com seu esquisito modo de andar. Assim, se a música é ligeira, Juaci acelera o passo. O certo é que ele não perde tempo com o cliente. Não quer, não quer. Nem dá bola. Mas se quiser, os jornais são vendidos rapidamente. Segundo ele, é a técnica "PPV". Pagou, Pegou, Vazou! Como fiz com Francisco ontem, perguntei a Juaci sobre a concorrência. Ele disse que, no passado, sofreu com a proliferação das bancas de jornais dos italianos que, aos poucos, montaram o poderoso "trust", dominador dos pontos situados nas esquinas mais movimentadas da cidade, e contra os quais, segundo ele, "nem a prefeitura ganha quando tenta enquadrá-los nas exigências da lei". Por outro lado, a poluição sonora provocada pelos aparelhos das casas vendedoras de eletrodomésticos também atrapalha ele na hora de fazer seus "sopros musicais". Diz ele: "Não trabalho em frente as Casas Bahia, nas do Ricardo, no Ponto Frio, nem nas Americanas. É um inferno!". Segundo ele, o som promove suas vendas com as pessoas que estão de bom humor. O triste, é que o progresso esmagará Juaci e toda sua fonte de renda já já. Se for verdade, Juaci - que diz que nada mais sabe fazer além de vender jornais - também, assim como muitos de nós, terá que se reinventar no mercado. O que muda no mercado para um jornalista, muda para Juaci também. De certo modo, Juaci é um colega da imprensa. Vende jornais há 34 anos. Quando eu ainda estava quase chegando ao mundo. Uma coisa é certa: deixará saudades para os clientes da Riachuelo.
