Hoje me Vi Sozinho

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EU vi teus olhos, tinham paz e não mentiam... teu olhar me dizia o que tua boca tinha medo de falar... mas eu entendi...
Eu senti tua mão sobre a minha e foi uma energia que a ciência ainda desconhece... se juntar toda a força do mar com a suavidade das nuvens, ainda assim não poderei descrever teu toque, me senti como uma folha tremendo nas mãos de um furacão...
Quando dançamos queria que fossemos como as ondas do mar, para que fizéssemos apenas isso... e tornássemos um só!!
O meu sorriso foi a forma que coração usou para dizer que encontrou o que procurava !! ”

Pela Primeira vez

Quando te vi pela primeira vez, não achava que isso pudesse acontecer.
Nunca iria imaginar encontrar alguém tão perfeito.
E foi como se eu já estivesse vivido com você, como se eu já te conhecesse de outras vidas.
Foi estranho e bom ao mesmo tempo.

E nossos olhares se cruzaram pela primeira vez, me senti longe,
Senti-me em um lugar totalmente estranho,
Foi como se eu tivesse voltado no tempo.
Tudo pareceu não importar mais e só uma coisa importava,
só uma coisa bastava. Você.

E eu não posso perdê-lo, os dias sem você sangram e a distância entre nós
É apenas um obstáculo que devemos superar. Mas como superar?
Longe de você é tudo preto e branco, longe de você é tudo terrível.

Como viver sem esses olhos castanhos? Como viver sem esse seu sorriso encantador?
Tu és meu porto seguro, meu ponto fraco. Tu és metade de mim, é a minha outra metade que procurei á vida inteira.

Foi então que eu a vi.

Estava encostada na porta de um bar. Um bar brega - aqueles da Augusta-cidade, não Augusta-jardins. Uma prostituta, isso era o mais visível nela.

Cabelo mal pintado, cara muito maquiada, minissaia, decote fundo. Explícita, nada sutil, puro lugar-comum patético. Em pé, de costas para o bar, encostada na porta, ela olha a rua. Na mão direita tinha um cigarro; na esquerda, um copo de cerveja.

E chorava, ela chorava.

Sem escândalo, sem gemidos nem soluços, a prostituta na frente do bar chorava devagar, de verdade. A tinta da cara escorria com as lágrimas. Meio palhaça, chorava olhando a rua. Vez em quando, dava uma tragada no cigarro, um gole na cerveja. E continuava a chorar - exposta, imoral, escandalosa - sem se importar que a vissem sofrendo.

Eu vi. Ela não me viu. Não via ninguém acho. Tão voltada para a sua própria dor que estava, também, meio cega. Via pra dentro: charco, arame farpado, grades. Ninguém parou. Eu também não. Não era um espetáculo imperdível, não era uma dor reluzente de neon, não estava enquadrada ou decupada. Era uma dor sujinha como lençol usado por um mês, sem lavar, pobrinha como buraco na sola do sapato. Furo na meia, dente cariado. Dor sem glamour, de gente habitando aquela camada casca grossa da vida.

Sem o recurso dessas benditas levezas nossas de cada dia - uma dúzia de rosas, uma música do Caetano, uma caixa de figos.

Eu vi você gritar quando ninguém pode ouvir. Você sempre sente vergonha de que alguém poderia ser tão importante que, sem ela, você sentiria como nada. Ninguém nunca vai entender o quanto dói. Você se sente sem esperança, como se nada pudesse salvá-lo. Então, quando acaba, e termina, você quase deseja ter todas aquelas coisas ruins de volta, para que assim você pudesse ter as boas.

Todas as minhas relações assentam em fatos ocultos. Mas talvez esteja mudando. Imagine só, uma vida sem mais segredos.

Dexter Morgan

Nota: Dexter, Temporada 2, Episódio 5

Vivi, senti, passei provações, em algumas aprovadas, em muitas outras tornei ao aprendizado; Vi perante a face às lágrimas daqueles que ainda não choram; Vi a solidão daqueles que estão em festa; Vi o coração contrito, avisei-o da liberdade futura, mas minhas palavras caíram ao chão; Em alegrias fui abatido ao sepulcro e em tristezas resgatado dos mais altos Céus; Na minha aflição, desespero e confusão, escutei o conselho dos lábios que não falam e falei aos ouvidos que não ouvem, não aos seus olhos; Disseram-me: o que tens para mim? Respondi: não sei o que tenho, mas do que não conheço lhe entrego! Então uma voz bradou e disse: ora, quebre-o, junte seus pedaços, refaça suas medidas e coloque-o ao fogo para firmar-se. Pensando estar pronto, fui sentir a brisa do vento, mas quente ainda pelo calor do fogo, minha estrutura trincou-se, fui abatido por brisas, minha força ajoelhou-se perante o poder de uma pequena corrente de vento. Então me disseram: O que tens para mim? Respondi: decerto, nada tenho além de minha vontade própria e meu desejo de sentir-me bem; achando-me preparado, desci à arena e fui engolido por leões, rasgado por formigas, destruído internamente por alimentos, meu “amor” não resistiu ao próximo e virou-se contra mim, tornando-se meu inimigo íntimo, meus conhecimentos me destroem, pois não consigo calá-los, minha força se tornou assolação e minha esperança um deserto sem água. Hoje, entrego-lhes meu coração despedaçado, minha fraqueza, meu deserto, meu inimigo, meus conhecimentos e convicções e por fim, minhas vontades. Então a mesma voz bradou e disse: Vais, retorne à arena, pois o que eu poderia lhe oferecer que já não esteja em suas mãos homem? Se te formar novamente, tornarás a ter a imagem da força e da convicção, e decerto, em breve serás testado; mas estando fraco e com frio, onde estaria sua provação? Agora sois o mais forte dentre os fortes, pois sois o mais fraco dentre eles, e, caindo qualquer um, onde cairão senão em seus braços já que estais abaixo de todos eles? E se retornares a ficar acima, quem lhe protegerá?
Hoje, não apenas escuto, mas ouço ao mesmo tempo, toco e sinto, vejo e enxergo, caminho e prossigo, retorno e regrido, amo e sou odiado, bebo água mas tenho fome, como alimento mas sinto sede, na fartura há necessidade, na falta deparo-me com a abundância, espero com esperança, não porque vejo, mas porque espero. Aprender a ficar em pé, é, antes de tudo, aprender levantar e equilibrar-se. Aprendi que vivo, mas a partir de você que vivo e sem você, nada tem sentido, por isso sofri e sofro, pra ser aquilo que lhe falta, pois você, de alguma forma, me complementa... Viva!

Tive um sonho
Deveras assustador
Vi um psicopata
Um doente
Foi assustador

Ele nada sentia
Ou de todos os sentimentos
Cada um possuía
Sorrindo em pleno desastre
Enfurecido na alegre festa

Foi assustador
Vê-lo passear
Entre a paz e o caos
Num piscar de olhos
Foi assustador

Tive um sonho
Deveras autêntico
Medonho

Vi a mim mesmo

Irradiação fóssil

Viagem astral..

- Você é feliz?
- Não.
- Já tentou correr atrás da felicidade?
- Sim, mas desisti quando vi ela beijando outro.

Naveguei num sonho perfeito, onde vi o sol, dançar com os anjos, beijar a lua mil vezes, mais nada e tão bom que ter uma amiga como você.

Reclama que não mando notícia,
Vi tua mensagem de bom dia
Olhei pro lado você não tava, pensei
Bem que podia

Nem tudo é como queremos
Quando nos veremos
Diz que tá morrendo de saudade
Menos!

Juntos somos um só,
E é bem melhor eu assumo
Se quiser fechar só nós
Te prometo que eu não sumo

A mulher mais linda que já vi nunca fora descrita como linda por uma boca que não fosse minha.

Oh, desgraçada de mim, que vi o que vi, vendo o que vejo!

E como num aquário sobre a noite me vi perdido em meio aos lobos, escalando meus próprios ossos, degustando os últimos versos que restavam no copo...

Descubro cada vez mais que o paraíso são os outros. Vi num livro para adultos. Li só isso: o paraíso são os outros. A nossa felicidade depende de alguém. Eu compreendo bem.

Valter Hugo Mãe
O paraíso são os outros

“Quando eu quis
tirar a máscara
ela estava pregada à cara.
Quando enfim tirei
e me vi no espelho
já tinha envelhecido muito”.
(Mar Português)

Vi a paz nos olhos teus
Vi amor e me perdi

Criatura

Você é a mais bela,
das belas criaturas que já vi.
Seu doce perfume me desperta o desejo...
de me envolver delicadamente em seus beijos.
Em seus olhos puros,
os meus se enlaçam.
As minhas mãos,
às suas unem.
Sentimento único,
existente apenas por nós.
Mesmo distantes,
jamais estaremos sós.

É só mais uma noite
E eu estou encarando a lua
Vi uma estrela cadente e pensei em você
Cantei uma canção de ninar na beira d'água e soube
Se você estivesse aqui, cantaria para você
Você está do outro lado do mundo
E a linha do horizonte se divide
Milhas distante de poder te ver
Eu posso ver as estrelas da América
Eu me pergunto, será que você as vê também?
Então abra seus olhos e veja
Os nossos horizontes se encontrando
E todas as luzes irão te guiar
Pela noite, comigo
E eu sei que essas cicatrizes irão sangrar
Mas os nossos corações acreditam
Que todas as estrelas irão nos guiar para casa
Eu posso ouvir seu coração
Pelo rádio, ele bate
Eles tocaram "Chasing Cars" e eu pense em nós
De volta ao tempo em que você se deitava ao meu lado
Eu olhei para o lado e me apaixonei
Então, eu peguei a sua mão
E pelas ruas, eu soube
Tudo me levava de volta à você
Você pode ver as estrelas
De Amsterdã
E ouvir a canção que bate no meu coração?
Então abra seus olhos e veja
Os nossos horizontes se encontrando
E todas as luzes irão te guiar
Pela noite, comigo
E eu sei que essas cicatrizes irão sangrar
Mas os nossos corações acreditam
Que todas as estrelas irão nos guiar para casa
Eu posso ver as estrelas da América

Sem querer vi teu sorriso, e isso trouxe a tona todo passado já esquecido. Na fotografia te revivo.

⁠ventania

já vi furacões maiores que seus olhos
mas nenhum deles me consumiu
como você.