Hoje a Felicidade Bate em minha Porta
Carpe Diem, que é erroneamente traduzida hoje pela juventude, como viver despreocupado e aproveitar tudo na vida, é original da expressão latina "carpe diem quam minimum credula postero" que literalmente poderia ser 'aproveita o dia e confia o mínimo possível no amanhã', extraída de uma das Odes, de Horácio a 65 a.C. - 8 a.C. A mesma expressão, foi exaltada na tradição persa do Islã, por Omar Kayan e é citada por vários autores.
Depois de anos batendo na mesma tecla, me alegro hoje que as artes plásticas e visuais contemporâneas brasileiras descobrem a cultura indígena como tema e minimalismo. Enfim o Brasil conhecendo o Brasil.
Os falsos padrões de mesmice impostos pela sociedade de consumo fácil, hoje, afastam nos das nossas diferentes habilidades, individualistas, criativas, geniais e saudáveis que habitam silenciosamente ocultas por murmúrios em nossas múltiplas personalidades.
No Brasil de hoje o ser cívico sobrevive na nação, junto ao povo e se afasta cada vez mais do ser politico e demagogo.
Diferente do que muitos acham, todas as forças dominantes beligerantes do mundo hoje, que promovem mudanças radicais expansionistas no eixo político-social estão ligadas e submetidas a uma elite religiosa, nada ortodoxa e tradicional. A diferença entre elas é que algumas são receptivas a membros de outras culturas pela conversão na fé e outras mais elitista e puristas não recebem em seu seio pessoas de gênero humano hereditário diferente. Logo o nefasto sonho de uma raça pura dominante, está mais forte do que nunca e o aniquilamento total das que não fazem parte, também.
Época infantil, sei tão pouco sobre tudo, hoje. Que as vezes me parece que tenho que reaprender tudo de novo.
Hoje o mundo parece que se acostumou com o ruim e quando se depara com alguma pessoa sincera e de bom coração, responde rápido de forma abrupta por mentiras e maldades.
O esporte hoje mundialmente passou a ser um jogo econômico e politico do que um saudável meio universal de confraternização e competição.
Desde o Jardim do Éden as flores e os frutos desafiam as tecnologias humanas até hoje pois murcham e apodrecem, mesmo fora do tempo.
A polarização esquerda e direita é como a polaridade entre o céu e o inferno, hoje sabemos cientificamente provado que existem incontáveis nuances.
A arte chegou a um patamar de vasta experimentações, que hoje em dia necessitamos bem mais de artistas loucos do que de coloristas.
Demagogos revanchistas rancorosos hoje relembram das 687.962 vitimas da Covid-19 no Brasil durante o governo Bolsonaro. Vitimas por fatalidade de uma pandemia nova internacional, onde tudo era experimental. Além do mais muitas mortes ocorreram no planeta inteiro e em alguns lugares infelizmente proporcionalmente bem mais do que aqui. Eleitores do ódio, disfarçados em amor, iniciam a perversa e injusta retaliação.
Preciso hoje, no amanhã e também no depois. Não vulgarizo o meu espirito livre, com relações imprecisas e cativas de momento.
Por onde ando hoje, ambientes opacos espalho sementes de flores. Para que um dia no mesmo caminho de volta, no futuro eles sejam bem floridos, alegres e com muitas cores.
Infelizmente o Brasil de hoje perde toda sua cultura e civilidade. Devido a contumaz impunidade, a politica ruim e corrupta de assaltos as coisas publicas e ao poder. Sendo assim, esvai todo tipo de decoro de cima a baixo, um linguajar criminoso sem os devidos respeitos, desde os togados aos chulos e fanáticos eleitores.
O Patriotismo Cultural, hoje nunca esteve tão forte. A luta da sociedade civil clama por soberania, liberdade e verdade. A nação unida enfrenta por justiça as meias verdades, como não existem verdades bipartidas, enfrentam as mentiras dos falsos donos do Brasil pela cívica unidade.
Assim como foi no passado, pelos ditos doutores da igreja, hoje vivemos num período de Inquisição Politica, pelos doutores da democracia, tão unilateral e assustador como antes, onde serão vitimados muitos inocentes.
A profissão mais antiga do mundo, hoje está em enorme crise pois com a libertinagem aberta, barata e sem o menor pudor das meninas ditas de família, a coisa ficou bem fácil e sem limites nas mais bizarras perversões.
Quebra de toda e qualquer "tradicionalidade". Hoje vivemos tempos difíceis, órfãos, de ideais e ideologias, destes que conseguiram ocupar todo o território continental brasileiro. Sinto saudades da arrogância e das bravatas de caserna dos velhos militares, que em nome da liberdade se colocavam a frente de tudo, sem temor.
