Histórias com Moral de Histórias
Sim.
Por isso tenho prazer de chamar você de amigo, diante de tantas histórias e causos que passamos.
A Vida uni aqueles que são do bem, formam raízes eternas, respeito mutúo e identificação como realmente fossemos parentes.
E hoje o que me emociona e me alegra é saber que nesta terraq tenho um amigo que é você!
Quantas histórias de amor você já ouviu ao longo de sua vida? Eu particularmente já escutei várias! Já presenciei várias e a maioria acabou em dor, brigas, afastamentos e "desamor". Mas são raras as que ouve superação, aquela que você pode ir e poder olhar para trás sem medo do que irá te fazer recordar que foi bom e ruim, que chorou e sorriu, mas hoje não doera em dizer ou pensar na pessoa, sentir bem e dizer: eu estou Bem e aceitar que ficará em minha história, mas não irá me afetar de modo ruim, que ficará lá, no cantinho guardado que em qualquer momento eu posso "ler" novamente aquela história e não ter afeito, não me causará angustia ou rancor. De poder ver a pessoa e não bater aquela tremedeira, suor e choro engasgado, pois já consigo vê-la e não ter mais esse efeito, chega de me torturar com pensamentos e esperanças. Muitos acham impossível superar, mas não é! Muitos se perguntam como seguir enfrente, mas poucos conseguem encontrar as respostas, não vou dizer que foi fácil e que será rápido, mas aqui vai umas dicas. Viva, não pare por nada, sua vida vale muito, se ame, corra atrás dos seus objetivos, não tente agradar ninguém, se apoie em sua família e amigos, mantenha sua mente em coisas que te levará para frente e você olhará para atrás sem medo!
K.B
“Entre Nossas Almas”
Estou vivendo histórias de amor
Algo tão impossível para ser verdade
Amor tão invisível para ser realidade
Te quero aqui comigo
E quanto a mim?
Eu também aceito ficar com você
Flores perdidas num jardim situado no deserto
Nosso coração de peluche e de vermelho coberto
Amor a escuridão já não me assusta
Porque eu sou cego e o meu mundo sempre foi escuro
A cor da meia-noite
A cor da solidão
Entre nossas almas
A distância nos separa
Mas ela não nos afasta
Porque você mora em mim
E quanto a distância só deus Sabe
#Últimopensador
Contar histórias é uma paisagem e a tragédia é comédia e drama. Depende simplesmente de como você enquadra o que está vendo.
As marcas nos deixam envelhecidos, mas não esquecidos.
Se você cruzou e deixou boas histórias serás contemplado de
boas memórias.
A vida é uma eterna escola onde você escolhe o seu mestre....
Vai ecoar o meu grito
Para além do infinito
E você vai ouvir
É, e você vai ouvir
Histórias de garotinhas
Numa nova versão
Sem castelo de ilusão
"E ela fez da poesia seu clamor. Das histórias lidas em livros seu abrigo. Das frases escritas seu desabafo. E com a mesma instensidade ela fez da angústia o amor, dos pensamentos aflorados e da morte da sua alma o renascimento."
Não completo histórias de pessoas que já fizeram a sua
Por que tu serás apenas mais um capítulo do livro da vida desses.
As histórias são poderosas, mas se você reunir muitas palavras dos outros em seu coração, elas irão abafar as suas. Lembre-se disso.
Em qualquer lugar que eu estiver, sentirei vontade de ler um novo livro, contar novas histórias, escrever mais um poema, compor músicas, acreditar que as palavras podem soprar para o mundo novas realidades que nunca fui capaz de criar. O que escrevo pode ajudar as pessoas a ver o mundo com outros olhos.
"As histórias sempre têm a finalidade de nos mostrar algo e nosso entendimento em interpretá-las. Muitas vezes ao nosso nível de compreensão atual.
Os caminhos por onde percorremos, as experiências que vivemos, tudo isso faz parte da nossa própria história. Negar isso é negar a própria vida.
Enquanto estivermos vivendo e escrevendo nossa própria história, que possamos ser inspiração e luz, primeiro para nós, depois para o próximo."
Minha Velha Tia
Minha velha tia me contava muitas histórias. E entre uma história e outra, ela me ensinava muitas coisas. Minha tia me contou que houve um tempo em que os animais falavam. Ela me ensinou que a Terra é redonda e que se eu sair andando sempre em frente, acabo voltando ao mesmo lugar. Minha tia me ensinou que Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil e que Santos Dumont inventou o avião. As histórias de minha tia eram sempre assim. As coisas mais difíceis ela explicava do jeito mais simples. Era preciso que cada coisa tivesse o seu inventor ou o seu descobridor. Se Santos Dumont não tivesse inventado o avião, até hoje estaríamos andando só a pé ou de carro.
Um dia minha tia me ensinou um acróstico: Minha Velha Tia Mandou Jogar Sal Úmido Nas Plantas. Para que eu nunca esquecesse os nomes dos nove planetas do Sistema Solar. Nunca me esqueci dessa tarefa que, é bem verdade, não cheguei a realizar; mas nunca me esqueci dos nomes dos nove planetas.
Eu sempre ouvia maravilhado as histórias de minha tia e nunca me esquecia de nada do que ela me falava. E ela dizia que quando eu crescesse iria saber muito mais do que ela. Talvez esse tenha sido o ensinamento que mais me intrigou. Eu não fazia idéia de como isso seria possível, embora soubesse que tudo o que ela me dizia era verdade. Lembro-me de quando comecei também a contar a minha tia as coisas que tinha aprendido sem ela. Minha tia sorria e ouvia atentamente tudo o que eu lhe dizia. Sei que às vezes ela achava que era tudo bobagem, mas nunca me dizia isso. Ficava feliz por eu estar aprendendo. E eu sempre esperava que ela complementasse as minhas descobertas com o que ela sabia. Minha tia é que sabia verdadeiramente das coisas; e só com o seu aval é que eu podia acreditar em tudo o que aprendia.
Vez ou outra eu a interpelava sobre algumas incoerências. Por que Colombo descobriu a América e Cabral descobriu o Brasil? Eles não descobriram, na verdade, a mesma coisa? Por que foi Colombo quem descobriu a América, e não os índios, que já estavam aqui? Minha tia sorriu e me explicou que os índios não tinham consciência de quem eram, nem de onde estavam, mas Colombo sim. Por isso os chamou de índios.
Lembro-me do dia em que contei à minha tia que a professora tinha dito que não foram nem Cabral, nem Colombo os nossos descobridores, e sim outros homens que estiveram aqui antes, mas que se nos perguntassem, era preciso dizer o que estava no livro. Minha tia abriu o mesmo sorriso carinhoso, sem dizer nenhuma palavra. Sei que ela nunca mais se lembrou dos nomes que eu havia dito a ela, mas, para dizer a verdade, eu também não me lembrei.
Hoje me arrependo de ter deixado tão cedo de visitar a minha tia. Lembro-me de que nas últimas vezes em que a visitei, eu ouvia atentamente o que ela me dizia, e sorria. Às vezes gostaria que ela ainda estivesse aqui. Mas sei que não seria mais possível. Talvez o mais duro exemplo de uma das tantas coisas que ela me ensinou: “cada coisa tem o seu tempo”. No tempo de Cabral, de Santos Dumont e da minha tia, as coisas mudavam muito pouco. Ela pôde me ensinar o que havia aprendido com a tia dela. Hoje, ela certamente se sentiria enciumada por causa da Internet. Eu não saberia como dizer a ela que o seu acróstico não vale mais. Não saberia dizer a ela que Plutão não é mais um planeta. Minha velha tia não sabia muito bem o que era um planeta. Não saberia me explicar por que isso aconteceu. Talvez ela fosse sorrir e dizer “isso é bobagem”. E, para dizer a verdade, eu também não saberia explicar isso a ela. Minha tia tinha razão em tudo o que dizia. Teve razão ao dizer que eu saberia muito mais do que ela. Mas minha tia é que entendia verdadeiramente das coisas. E hoje eu não sei onde aprender as coisas que ela sabia.
Histórias de negligência geralmente sussurram em vez de gritar, e onde o público procura um vilão claro, encontra indiferença fantasmagórica em seu lugar.
