História Verdadeira
Aqui vai uma verdade verdadeira que nunca foi um segredo segredavel: 'não convivo bem com o desapego, as pessoas me magoam e eu não sou uma alma altruista.. guardo magoa ...
Sabe o que realmente me dá raiva nessa história toda? São os seus beijos e tudo o que eu tinha planejado para nós.
A verdadeira saudade, aquela que a gente chora e se encolhe na cama na esperança do sentimento diminuir junto, aquela de coisa pequena, de rotina boba, de momentos comuns, de pessoas que faziam nosso mundo girar mais depressa. É a saudade que mais dói, que nos transforma em seres supervalorizadores, e que nos tira o juízo, o sono, e escapamos do eixo. É um sentimento que nasce dessa lembrança boa de um tempo que existiu, e pode até ser que um dia retorne, mas agora é só saudade.
A minha história ainda será uma das mais bonitas, e não importa o deserto que passo agora. Um dia não terei mais sede.
Uma vida sem sonhos é uma emoção sem liberdade, uma mente sem criatividade, uma história sem aventuras.
Todos têm histórias para contar, feridas para cicatrizar, lágrimas para chorar. A diferença é que alguns demonstram, outros não.
Adoro ver as pessoas andando pela ruas. São verdadeiras caricaturas ambulantes. Cada ser humano é uma poesia singular da beleza divina.
Havia uma história bem antiga que um dia alguém me contara quando eu era pequena, o tempo foi passando e eu nunca esqueci.
Era uma vez uma linda garota de cabelos castanhos, longos, ia até a cintura, os olhos eram da cor do mel, teus lábios eram macios, carnudos e doces que ninguém nunca provara, tinha a pele branca e as bochechas coravam facilmente, era desinibida, festiva, alegre e de bem com a vida, tinha todas as qualidades que qualquer garota sonhara em ter.
Na mesma cidade vivia João, um rapaz atraente e bem educado, 26 anos, inteligente e engraçado, gostava de bossa nova, era perfeccionista, amava comida mexicana, andava desacreditado no amor.
Anabelle cheia de encantos, moça bonita não fazia fita, morava em uma casinha de campo com seus pais, longe do centro da cidade, por mais que amasse morar com os pais, a pobre garota perdia-se em teu pensamentos a noite fazendo planos de se casar e ser feliz, fazia tantos planos que se esquecera que mesmo no auge dos seus doces dezesseis anos não sabia o que era amor. Olhou-se no espelhou e viu-se penteando os longos cabelos lisos e sedosos, quase se perdeu no tempo, disparara a porta, iria pegar o ônibus das 08:00h am.
João com todos teus problemas e dores levantara-se da cama, era um rapaz com um nobre coração, gostava de fazer mimos a quem amava, mas pobre coitado, sempre dava teu coração a pessoas erradas, e deixou isso de lado, arrancou teu coração fora e escondeu, em um lugar bem fundo e escuro para que não achassem tão facilmente. Já atrasado, saiu de casa e pegou o ônibus das 8:00h am.
Anabelle entrou e sentou na penúltima cadeira, passara do lado de João e teu coração pequeno disparou, ele com teu jeito poético e simplista fez o coração da garota bater mais forte, o que nunca lhe a acontecera. Pensou consigo: Que rapaz nobre e elegante, dever ser um cavalheiro encantador cheio de prosas e versos.
João se sentara em uma das primeiras cadeiras, quando viu Anabelle passar ao teu lado colocou um sorriso na face, encantou-se com tanta formosura disse para si: Meus olhos estão enfeitiçados com tanto encantamento, és tão bela, deixo meus devaneios, a nobre garota deve ser noiva e estar de casamento marcado.
Anabelle cheia de doçuras mal prestou atenção na aula, João lhe despertara um pequeno amor, passou o dia pensando nele, pensando se algum dia o encontraria novamente. E um dia desses qualquer, em que o sol já nasce quente e o dia amanhece sorrindo, João andava pelas ruas da cidade e esbarrou em alguém, era ela. Apresentaram-se e conheceram-se, os dois se amaram logo de cara, trocaram emails e telefones para não se perderem. João ligava todos os dias, não conseguia ficar sem ouvi-la, a voz dela era doce e suave e lhe trazia calma, com o tempo a pequena garota achou o esconderijo do coração de João e tomou para sim, cuidava tão bem e enchia o de amor.Apesar de se amarem tanto, um era diferente do outro, Anabelle gostava do azedo, do frio, era simpática e falava com todos, João gostava do doce, do quente, era tímido e tinha poucos amigos. Eram diferentes em tudo, mas se completavam, um não vivia sem o outro. O tempo correu e a garota com o teu sorriso sincero descobriu o que era amor e teus planos feitos pela noite se concretizaram, foram muito felizes juntos, ela se formou em medicina ele se tornou um ótimo engenheiro, tiveram 2 filhos, Ana e Carlos, contaram a eles a história dos dois, e foi se passando de geração em em geração, nunca houve casal mais apaixonado que aqueles dois, se amaram até o último suspiro.
Se tratando de aborto, o assunto não é subjetivo e não digo isso pela aquela velha história de “vida interrompida, é assassinato e ninguém pode contestar”, digo por envolver questões políticas, éticas, morais e principalmente teológicas.
Acreditar em destino é só mais uma forma para pensar que você terá uma linda historia guardada, mas essa quem constrói é você e não o destino.
Não espere a primavera chegar novamente para perceber a verdadeira beleza da flor que sempre esteve lá.
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