História Verdadeira
"...Julgar alguém ou alguma coisa pela sua aparência e virtudes sem conhecer suas histórias, possibilita pensar que quem julga de fato caminha para que prevaleça seus interesses e sua própria vontade..."
"Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos. Escudo é para os que caminham na sinceridade." Provérbios 2:7
"...e no final da história, se pôde aprender que, na vida, há muita poesia, embora ainda a dor exista, pensou a menininha." #micro_conto
"Essa é mais uma daquelas histórias sem final feliz, uma vez que ainda não teve fim. Mais uma história quanto tantas outras que vagam pelo universo, cercada de caminhos cruzados e situações antagônicas.
Não lembro ao certo como começara o envolvimento entre Maria Beatriz e Pedro Henrique, e não faço muita questão de recordar. Creio que fora em uma festa a qual ele se interessou nos fios do cabelo loiro dela e ela se encantou por aqueles olhos verdes. Trocaram telefones, toques imperceptíveis e risadas esbaforidas. Ele a convidou para uma bebida em seu apartamento, contudo pela primeira vez, sentia-se estranho por não invitá-la com segundas intenções. Maria Beatriz lembrava sua ex-namorada, todavia possuía um certo mistério que a tornava interessante e diferente das outras. Ela, por sua vez, não era aquele tipo de garota fácil que aceitava visitar o apartamento de um desconhecido. Mas algo a instigou a ir. Pelo meio do caminho discutiram sobre o melhor álbum do Metallica e ela ria descontroladamente pela mania que Pedro Henrique tinha de fazer sons estranhos com a boca quando faltava-lhe assunto. Subiram as escadas em silêncio e ao chegar na porta de número 13, Pedro Henrique a encarou por alguns segundos. Maria Beatriz sentia-se incomodada com encaradas bruscas, tomou a liberdade de virar a chave e abrir a porta como se frequentasse a casa de um velho amigo, gostou do que viu e surpreendeu-se com a organização do tal local. Em meio a vinhos e risadas surgiu aquele tipo de envolvimento manso, e de certa forma estranho, dócil e fugaz, deixando aquela sensação de querer novamente. Maria Beatriz acordara cedo e não sabia exatamente como agir com o menino que dormia ao seu lado. Que angelical. Ela queria poder sair correndo ou que o chão se abrisse no meio do quarto. Será que ele gostava de café na cama? Não Maria, não. Ela queria poder voltar a esse espaço em alguma outra oportunidade, então "esquecera" o casaco propositalmente em cima do sofá laranja. Passou-se um tempo. As visitas eram constantes, assim como as idas ao cinema, restaurante, shows, peças de teatro, enfim. Era um mundo novo para Pedro Henrique, Maria Beatriz era como aquela amiga de infância que ele nunca tivera, era aquela amizade colorida a giz-de-cera, meio borrada e com traços não tão definidos assim. Ela pensara em esquecer o casaco novamente no apartamento dele para assim ter sempre um motivo que a fizesse visitá-lo e cuidá-lo. Mas ele era mais esperto, preferia que, ao invés de esquecer o tal casaco, ela pudesse se esquecer um pouquinho por ali. Era tudo uma grande brincadeira. Com o tempo, ela pegou a mania dele de dormir com os pés descobertos, já ele, não passava mais nenhum domingo sem ouvir Florence and the Machine no volume máximo. Ah esse circulo vicioso de imperfeições que unidas formam um ser quase perfeito. Ele gostava do cabelo dela bagunçado pela manhã, entretanto gostava mais quando o mesmo fazia a bagunça. Maria Beatriz vestia suas camisas e ficava abismada com a capacidade dele de jogar as toalhas molhadas em cima da cama. Não, eles não moravam juntos, muito menos tinham algum relação.
Ela tinha medo de que ele não conseguisse explicar o que ela queria entender, ele tinha receio de que ela entendesse o que não tinha explicação. Amor? Não. Era um esquema mais simpático. Amor se finda, amizade permanece e cumplicidade, essa sim atravessa as barreiras de um relacionamento comum. Eles sistematizavam a fidelidade como uma camada fina de emoções momentâneas. Utilizavam-se da lealdade como quem respeita a pureza de uma criança inocente. Trocavam segredos, experiências sem sucesso, mas nunca sentimentos mais fortes, era a regra numero um da boa convivência impessoal. Maria Beatriz e Pedro Henrique nunca tiveram seus nomes marcados em uma música do Legião Urbana e tampouco combinavam. Eles se perdiam em outras pessoas, mas rapidamente conseguiam se encontrar em um abraço quente. Maria Beatriz não sabia o por quê de ser obrigada a ir ao pequeno apartamento, naquela vila tão distante em outra cidade para conseguir paz de espírito. Talvez o "13" estampado na porta era seu número favorito e a outra cidade seja mais receptiva e tranquila. Ou só talvez, passar algumas horas com aquele amor-amigo servisse como uma terapia de choque, que por enquanto ainda não doía. Por enquanto.
Eles dois eram como aquela mágica de encontrar um novo sinônimo para a palavra Amor a cada olhar que trocavam. Mais do que flechar seu coração, ela alcançou sua alma e acomodou-se por lá. Quem diria hein Pedro Henrique. Quem diria que seu coração bateria mais forte pela menina de sardinhas no rosto..”
Estamos escrevendo a nossa história de amanhã.
Quer imortalizar-se?
O que anda escrevendo no livro da vida é definitivo ou um mero rascunho?
UTOPIA DO PRESENTE.
La no futuro ainda irão contar historias de um tempo passado em que as pessoas brigavam entre si, que maltratavam animais, que elas eram capazes de achar que eram melhores que negros, homossexuais e pobres, nesse lugar do futuro irão contar a seus filhos que as pessoas ao caminhar pisavam de proposito em formigas sem a consciência da limpeza que elas fazem nos micro organismos espalhados no nosso habitat, irão falar sobre pais que abandonavam bebes em caçambas e mães que matavam filhos pra ficar com o amante, dirão até que existiram quem fosse capaz de derrubar ininterruptamente arvores e mais arvores sem sequer jamais ter plantado uma fruta pra comer, espalharão aos quatro ventos que homens foram capazes e financiar gerras em outros países colocando irmãos para lutar contra irmãos alegando que havia um deus que éra melhor que outro e la nesse futuro eu não estarei respirando mais, mas aqui, nesse presente eu busco fazer de tudo para não parar de respirar por entupimento nasal de estupides de uma existência medíocre.
Dizer que esta sozinho é porque quer, é uma verdadeira mentira, pois estar sozinho se difere de estar mal acompanhado. Podemos escolher não querermos quem nos faça mal, mas nunca decidir quem nos façam o bem.
Ser bem sucedido na vida amorosa não depende daquilo que quer para sua vida pois teriam inúmeras opções, mas se nos fixarmos naquilo que não queremos essas mesmas opções se restringem atingindo o êxito da boa escolha.
...e se a vida te empurrar de novo pra mesma história, vai!!! É sinal que você ainda não terminou ela do jeito que deveria!
Eu sou a essência verdadeira de Deus, minha busca não está nas religiões, está na sabedoria adormecida de quem realmente somos...
...e todas as nossas histórias são um pouco da história de cada um...Porque a vida é assim mesmo: única mas jamais exclusiva!
Ouvindo histórias de vida, vendo coisas inacreditáveis. Um dia a gente para pra pensar. De repente me da uma vontade de viver, em outros momentos me da vontade de partir, de morrer. Mas aí eu lembro de ti. Algo tão bom desperta dentro de mim, mas isso às vezes me parece o fim. Eu apenas desejo estar ao teu lado quando tu precisar, espero que minha companhia seja boa. Apenas sei que ela é sincera. Tão sincera quanto os meus sentimentos. Apenas quero te ver feliz e, se eu não for capaz de fazer isso por ti, espero que outra pessoa consiga. Eu apenas gosto de ti, gosto mais do se que se pode imaginar. Eu só quero te ver feliz. E se um dia você puder, espero que venha me fazer feliz também.
SER FELIZ....
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história, e agradecer a DEUS a cada manhã pelo milagre da vida!
É entender que nessa vida não somos donos da verdade, e que cada um de nós tem suas próprias verdades e convicções, não somos propriedade uns dos outros. Amores e amigos para nossas vidas, conquistamos, e para mantê-los não há formulas mágicas.
Amizade e amor se mantêm com o alimento do carinho, respeito, sinceridade, lealdade, companheirismo e transparecia!
Se permanecer em sua vida é por que você conquistou.
Eu só aceito na minha vida o que sou capaz de conquistar e manter com méritos meus, do contrário não aceito!
Deus nos dá o dom de sermos capazes, de sermos felizes, com o que temos em nossas vidas, aproveite o agora, o amanhã pode até não chegar.
Então vá, conquiste o que é seu, deixe sua marca digital por onde passar faça a diferença, plante a sua semente e colha bons frutos. Porém não esqueça que os bons frutos dependem exclusivamente da seleção dos grãos e de como você cultivou-os!
Aut: Mery de Almeida.
Lei de Direito Autoral (nº 9610/98)
"A pior hora na vida de uma pessoa pode se tornar no melhor momento de sua história".
bp. Cássio André Gianezzi
"Com a estrela azul a história era diferente.
Eu gostava de vê-lo dormir e me apaixonava por cada suspiro leve que escapava por seus lábios. Desfrutava do impulso louco de passar o indicador na pele macia, tinha o defeito de transformar o ronco baixo em uma sinfonia sem som facilmente traduzida em palavras. Contudo percebi a indiferença do último encontro. Eu dormia no outro canto da sala e ele não parecia se surpreender. Inconscientemente eu sabia que não tinhas vontade de correr com as pontas dos dedos pelo meu queixo ou afagar o meu cabelo enquanto eu abria um ou dois sorrisos involuntários. Eu era um peso morto jogado no sofá e, bem no fundo sempre pude perceber que quem se entregava era somente eu. Então transformava qualquer sinal teu em poesia e até me perdia nessas situações inventadas. Encontrei aqueles sessenta contos que traziam consigo uma dose da tua personalidade e, como se limpa uma velha gaveta, rasguei um por um como se a liberdade do sentimento me desafiasse. Passei então a redigir narrativas que ainda não sucederam, que ainda não me machucaram. Coisas aleatórias que desconheço e que não faço a mínima questão de conhecer. Passei a devanear sobre nossas missões na Terra, almas gêmeas, caminhos cegos que trilham para situações tortas, imprevistas e tão corretas. Você percebe que nesses mais de sessenta contos, doar-se ao vazio fora o pior defeito, renunciar finais felizes, entrelaçar os versos com cordas de devastação mútua. Irás notar que não se dedica o passado a quem nunca existiu. Inesperadamente, conhecerás uma estrela com brilho desconhecido, uma nova cor cintilante e sem nome, um fim de tarde tão belo quanto qualquer sonho bom. Ele vai se apaixonar pelas palavras que você nunca diz, pelas expressões que nem você mesma havia percebido que tinha. Vai não só ter a vontade de afagar o teu cabelo enquanto dorme, mas também quando se sentir desprotegida, com medo ou infeliz. Ele vai ser aquele refúgio que tu procuravas em cada curva das letras cuja voz nunca ousou clamar. E nos olhos fundos que ainda não tem cor, não acharás o azul que te oprime, que reflete os céus, pelo contrário. Gostarás do brilho do dia e não te importarás quando os raios solares tocarem os teus poros. O nome do teu futuro, o louco que emprestará o sobrenome para que o teu não passe o resto dos dias solitário, está em forma de enigma nas palavras que você sequer cogitou em passar para o papel. Você vai perceber que, não só as linhas das mãos se completam, como o vão entre os dedos se encaixa perfeitamente. E as mãos dele irão deslizar por teus pulsos, contornarão o teu cotovelo e se ajustarão na aresta da tua cintura, e vais sentir a segurança que nenhum olhar firme do passado lhe proporcionou. Qualquer lembrança será esquecida a partir do momento em que o que valer a pena passar pelas lacunas da porta. Ele vai ser aquele último truque de uma apresentação circense. Só que desta vez, o circo dele vai passar por tua vida, acampar no coração e vai fazer perceber que, ao invés de entrar às avessas em mais de sessenta textos, mais de sessenta frases sem sentido, ele optará por escrever um livro contigo. E na última estrofe, ele ainda vai te olhar como se a poesia fosse eterna, e o passado sem amor, apenas um borrão de tinta.
Quem é você que eu ainda não conheço?
As palavras estão cansadas e querem dormir também.”
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