História Verdadeira
A verdadeira vocação não é simplesmente uma escolha bueno aires pessoal: é uma resposta ao amor de Deus
Memorias
Na memória, guardo o que eu não falo pra ninguém
Histórias, medos, o que eu penso e esqueço
Nada nunca se vai, como o tudo, nunca se acaba
Eu guardo tudo que você pensa que não tem valor
A câmera que eu registro, não revela em papel
O Álbum pode durar até onde a memória aguentar
O tanto que se recolhe é deixado para trás
em vida, sou o ladrão das memórias de meu Pai
Que em sua pele não mais habita.
Gostaria de saber, onde as memórias
São guardadas, Enterradas e esquecidas
E de repente os planos mudam, as historias mudam, os tão sonhados e lindos sonhos adormecem no fundo da alma, e dão lugar a novos, tudo realmente muda a historia toma outro rumo, e por mais que tente as lembranças enfraquecem com o tempo mais não se apagam com a noite…
E se somos mesmo autores de nossa própria história?
E se a vida realmente for como um livro?
Então rasga logo aquilo que te faz sofrer, que te faz chorar, que te mata lentamente. Apague o que nunca deveria ter sido escrito, corrija, escreva outra vez e outra e outra, até que a felicidade tome por inteiro as páginas que ainda restaram!
São as mais belas historias, muitas delas foram feitas de mentiras reais, mais são elas que ficaram na historia como contos inesquecíveis, historias inigualáveis por pessoas que apenas tinham imaginação e acreditavam…
Espero que vc continue a imaginar, e acreditar..
Ao lançar um olhar cuidadoso sobre minha historia,vejo um caminho pontuado por muitas lutas.No entanto,me chama atenção o desejo que sempre tivi de buscar compreender e realisar o chamado,a missão,aquilo a que tambem chamo de senso de destino.
A amizade verdadeira é uma impulsão de movimento retilíneo que ajuda nosso ciclo vital a prosseguir.
"É a história mais antiga do mundo. Um dia você tem 17 anos, e está planejando o futuro. E então sem perceber, o futuro é hoje. E então, o futuro foi ontem. E essa é a sua vida. Se tivesse um amigo que nunca mais fosse ver, o que você diria? Se pudesse fazer uma última coisa para alguém que ama… o que seria? Diga. Faça. Não espere. Não dura para sempre!"
Ouço músicas e encontro a nossa história no meio das letras, e isso me faz melhor do que qualquer felicidade a caminho.
Acredito que a melhor coisa da vida: É amar [...]
E amar tão Verdadeiramente,
Amar tão Convenientemente,
Amar tão Incondicionalmente,
Amar tão Absolutamente,
Amar tão Perfeitamente e
Amar tão Profundamente...
Que todas as outras coisas podem passar,
Assim como tudo passará.
Pois tudo o que foi Sentido,
Suportado, Esperado,
Regozijado com a Verdade e
Adquirido com a Justiça,
Este Jamais mudará!
Pois o Amor é o Dom Divino, Posto que Sua Ausência Conduz à Perdição.
A gente faz o fim .. e não quem deu inicio
Se você participou do começo da minha história , escrevendo alguns capítulos aqui
eu não posso apagar ... Mas posso definir o que acontece a partir de agora.
E a partir de agora, sou eu ... Eu , e tudo que eu absorvi de bom de ti ♥ ... -alice
Nem tudo que se come deveria se comer. Sabe aquela história, barriga cheia de mais faz mal? Então. Se entregue com moderação.
Derramei uma lágrima por quem não merecia, sorri verdadeiramente à quem não merecia nem uma simples "oi", peguei amizade com quem não estava nem aí pra mim, vi quem eu realmente confiava me desapontando, emfim vendo isso tudo vi quem realmente eram os verdadeiros, e hoje eles estão presentes junto a mim.
LIVRO DE JÓ
VERDADEIRA RELIGIÃO
Introdução
O tema central do livro de Jó não é o problema do mal, nem o sofrimento do justo e inocente, e muito menos o da "paciência de Jó". O autor desse drama apaixonante discute a questão mais profunda da religião: a natureza da relação entre o homem e Deus. O povo de Israel concebia a relação com Deus através do dogma da retribuição: Deus retribui o bem com o bem e o mal com o mal. Ao justo, Deus concede saúde, prosperidade e felicidade; ao injusto, ele castiga com desgraças e sofrimentos. Tal concepção arrisca produzir uma religião de comércio, onde o homem pensa poder assegurar a própria vida e até ditar normas para o próprio Deus. Contra isso, o autor mostra que a religião verdadeira é mistério de fé e graça: o homem se entrega livre e gratuitamente a Deus; e Deus, mistério insondável, volta-se para o homem gratuitamente, a fim de estabelecer com ele uma comunhão que o leva para a vida.
O livro provavelmente foi redigido, em sua maior parte, durante o exílio, no século VI a.C. Como Jó, o povo de Judá tinha perdido tudo: família, propriedades, instituições e a própria liberdade. Ora, tudo isso era garantido por uma concepção teológica vigente até esse tempo. E aqui entra a pergunta crucial feita por Satã: É possível ter uma relação gratuita com Deus, despojada de qualquer interesse? (cf. 1,9). Podemos dizer que todo o livro é uma busca para responder a essa questão. A resposta implica superar toda a teologia da retribuição, incapaz de responder à nova situação do povo, sem cair em absurdos. O povo estava vivendo uma nova experiência, e isso exigia uma nova forma de conceber Deus, o homem e as relações entre ambos.
Para conseguir sua intenção, o autor usa uma antiga lenda sobre a retribuição (1,1-2,13; 42,7-17), omitindo o final (42,7-17) e substituindo-o por uma série de debates que mostram o absurdo da teologia em voga, incapaz de atender à nova situação (3,1-42,6). Além de pretender condenar o homem para salvaguardar a justiça de Deus, essa teologia pode ser usada para condenar a Deus, a fim de salvaguardar a justiça do homem. Como sair desse impasse? A esta altura, percebemos que o livro de Jó é uma crítica de toda teologia que se pretenda definitiva e universal. Essa teologia pode se tornar um verdadeiro obstáculo para a própria experiência de Deus. E aqui o autor dá o seu recado: É preciso pensar a religião a partir da experiência de Deus e não de uma teoria a respeito dele.
Aspecto importante do livro é que Jó faz a sua experiência de Deus na pobreza e marginalização. Experiência que ultrapassa todas as explicações, tornando-se ponto de partida para uma nova história das relações entre os homens e deles com Deus. A confissão final de Jó - "Eu te conhecia só de ouvir. Agora, porém, meus olhos te vêem" (42,5) - é o ponto de chegada de todo o livro, transformando a vida do pobre em lugar da manifestação e experiência de Deus. A partir disso, podemos dizer que o livro de Jó é a proclamação de que somente o pobre é apto para fazer tal experiência e, por isso, é capaz de anunciar a presença e ação de Deus dentro da história.
O livro é um convite para nos libertar da prisão das idéias feitas e continuamente repetidas, a fim de entrar na trama da vida e da história, onde Deus se manifesta ao pobre e se dispõe a caminhar com ele para construir um mundo novo. Tal solidariedade de Deus se transforma em desafio: Estamos dispostos a abandonar nossas tradições teológicas para nos solidarizar com o pobre e fazer com ele a experiência de Deus?
Trate de saber quem você é, de conhecer o seu valor! Não aceite como verdadeiras as denominações simplistas do outro, sobre você!
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