História dos Sentimentos

Cerca de 35072 frases e pensamentos: História dos Sentimentos

Sem risco. Sem história.⁠

Inserida por kamorra

⁠Minha identidade é minha história, por isso resistiremos.

Inserida por Ere

O passado é história,
O presente é passado,
O futuro está escrito,
E o destino é eu que faço.

Inserida por Bruno-Grigio

A geração do seculo XX e XXI presenciaram os momentos mais importantes de toda historia da humanidade. A virada do seculo XX para XXI as doze data mais bonita que são: 01-01-01 as 01:01:01seg assistiremos a ultima 12-12-12 as 12:12:12seg

Inserida por martinhosebastiao

O ultimo dia lindo da historia da humanidade esta a chegar. O dia 12-12-12 o farás nesta data?

Inserida por martinhosebastiao

Quando você deixa alguém escrever sua história, corre o risco de não gostar do final.

Inserida por NaneLemes

⁠E se a Annabelle fosse a chapeuzinho e a sua Avó fosse a Freira, quem era o herói dessa história?
Atenciosamente: Lobo dos três porquinhos

Inserida por Aquila

⁠O Homem Que Até Então Só Tinha Terra Nas Unhas

A partir de agora, será contado uma história de um homem que tinha e guardava em suas memórias os valores da família e a fé em Deus e na Virgem Nossa Senhora. José Fernandes de Queiroz, mais conhecido como “Zé de Lourenço”, de sete meses, inquieto, nasceu sem lamentos no dia 01 de setembro de 1938, sendo mais precisamente em Farias, em uma região onde hoje pertence a cidade de Tenente Ananias, Rio Grande do Norte.
Seu pai Lourenço Moreira de Queiroz, nascido em Farias, era um homem que valorizava o trabalho e buscava sempre honrar seu nome, ao ponto em que a frase que deixava sua marca era “Mais vale um bom nome na praça do que dinheiro na caixa”. Sua Mãe Damiana Fernandes de Queiroz, nascida nos Picos, região de Marcelino Vieira, tinha como uma de suas marcas o amor e o carinho pela família e por seus dez filhos, sendo seis homens e quatro mulheres. Seus pais eram reconhecidos por serem pessoas justas e trabalhadoras.
Zé de Lourenço desde pequeno começou a trabalhar, e como muitos desta Terra e deste lugar, a sua diversão era trabalhar. Contava sempre em suas memórias a disputa divertida que tinha na roça, onde pequeno a enxada era maior que a largura de suas costas, disputava com seus irmãos quem plantava mais rápido e fechava as covas, e, em meio a esses divertimentos, as anedotas faziam parte destes momentos.
Conforme foi crescendo, aprendendo de sua mãe e seu pai o conhecer da fé e dos tempos, rezava muito a Deus, Nossa Senhora e os Santos que tinha como firmamento, pedindo que em seu futuro o seu sonho de ter um pedaço de chão não fosse uma vaga ilusão em meio aos tempos. Como diz a Palavra do Senhor, “Honre seu pai e sua mãe”, e isso Zé de Lourenço guardava em seu coração como uma joia preciosa. Sendo moço e até mesmo como velho, ele honrava seus pais como se eles estivessem de algum modo por perto.
Em 13 de novembro de 1961, aos seus vinte e três anos, casou com Rita Fernandes de Queiroz, aonde teve seis filhos, sendo eles na sequência: Francisco Fernandes Sobrinho (27 de agosto de 1963 e falecido em 18 de julho de 1993), Herodites Fernandes de Queiroz (19 de julho de 1964), Francisco Heroides Fernandes (18 de julho de 1965), Francisca Martir Lassalete Fernandes, (27 de dezembro de 1968), Francisco Marcondes Fernandes (27 de fevereiro de 1972) e Rossival Fernandes de Queiroz (04 de agosto de 1973).
Quando casou, Zé de Lourenço foi morar com sua esposa no terreno de seu sogro no Sítio Timbaúba na cidade de Antônio Martins/RN, ele só tinha terra nas unhas, trabalhava de dia, de noite e de madrugada para dar do seu melhor para sua família. Muitas vezes quando observava que iria faltar algum alimento, pegava sua espingarda e caia para dentro do mato para caçar, e, nunca aceitou vir com as mãos vazias. As vezes em momentos de dificuldade, ou como ele dizia “dificulidade”, ele se ajoelhava e rezava pedindo sabedoria a Deus, pedindo ainda mais que desse a oportunidade de ele ter um chãozinho de terra para plantar e dar o sustento de sua família. Por causa de sua fé, Deus foi lhe honrando.
Como casos peculiares da vida, sua esposa teria a oportunidade de herdar uma terra de seu pai, mas, por seu sogro ser um homem mau, disse que iria deserdar a filha, pois, seu marido deveria fazer suas vontades como se fosse um “capataz”, e, como Zé de Lourenço tinha a convicção de lutar e não se submeter a coisas erradas, isso causava indignação de seu falecido sogro. Mesmo assim, trabalhando arrendado para alguns proprietários de terra, foi possuindo suas pequenas criações e guardando sempre um pouquinho de seus bens para comprar seu primeiro tão sonhado chãozinho de terra.
Depois de quatorze anos lutando com sua esposa, Zé de Lourenço conseguiu possuir seu primeiro pequeno pedacinho de terra no Sítio Favela, donde mesmo com muita dificuldade, comprou esse pedacinho de terra com o objetivo de dar o melhor para sua esposa e seus filhos. Ele valorizava tanto a educação, que mesmo sem ter tido a oportunidade de estudar, criou dentro de sua casa um local para uma professora ensinar seus filhos e as crianças da redondeza a aprender a ler e a fazer as quatro operações da matemática.
Batalhando com mais fé, ele queria ainda prouver um melhor para sua família, e, sem ter sequer um cruzeiro no bolso, em 1979 ele comprou um chão aonde ele viveu a maior parte de sua vida, que foi no Bairro do Camarão na cidade de Serrinha dos Pintos/RN. Conta Zé de Lourenço que quando contou a sua esposa que tinha adquirido um terreno em Serrinha dos Pintos ela disse que: Você é doido Zé, com que você vai pagar esse terreno? Ele disse: Rita, Deus e a Virgem Maria, Nossa Senhora da Conceição e Mártir Francisca irá nos ajudar! Ele teria que pagar o terreno em 1980, com isso, trabalhando com a cabeça (como ele dizia), juntou uns bois e garrotes que tinha, observando a inflação, pagou o terreno. A pessoa que vendeu o terreno ainda quis enganar, mas, mediante a fé de Zé de Lourenço, tudo acabou dando certo.
Sua esposa Rita queria conhecer o terreno, mas, Zé de Lourenço dizia: Rita, você só vai conhecer o terreno quando for para você entrar e morar com os nossos filhos dentro de casa. Assim, em uma tarde chuvosa, chegando já a noitinha, no dia 20 de fevereiro de 1980 entraram em sua casa aonde iriam construir novas memórias e histórias.
Foi na cidade de Serrinha dos Pintos aonde Zé de Lourenço viveu as suas maiores alegrias e tristezas, uma delas foi a morte de seu filho conhecido como “Diogão”. Das alegrias, fez as maiores farinhadas da cidade, viu o casamento de sua única filha, a partida de seus filhos para São Paulo, as conquistas de suas criações e o nascimento de dois de seus netos que viriam a ser seus filhos da velhice, Tamires e Marzinho. Seus netos na sequência de nascimento são Thiago Fernando de Queiroz (11 de abril de 1988), Maria Tamires Fernandes (16 de maio de 1997), Francisco Antonimar Fernandes (20 de dezembro de 1998), Gustavo Miguel de Queiroz (19 de outubro de 2002) e Lais de Oliveira Fernandes (07 de janeiro de 2003).
Zé de Lourenço é conhecido por ser um homem respeitador, um homem que amava muito sua mulher, seus filhos e netos; um homem de muita fé que sempre procurava está nas missas, novenas, Terços dos Homens e em cultos religiosos quando convidado. Outra coisa que ele gostava muito era das “experiências”. Três das experiências que podem ser contadas era quando ele sonhava com abelha italiana e com muito mel, isso significava fartura; quando ele sonhava voando, significava que ele teria batalhas, mas, que ele poderia comprar bichos que iria dar certo; e, outra era os trovões no mês de maio, se fosse somente um trovão, era sinal que o próximo ano o inverno seria desregulado.
Por fim, não podendo parar por aqui, pois, muitas histórias e memórias ainda estarão por vir, principalmente das memórias dos familiares e das pessoas que ouviram os conselhos de Zé de Lourenço enquanto ele estava aqui, principalmente sobre a fé, a esperança, a alegria, a amizade, o respeito e o principal de todos o amor. Esse legado ficará eternamente marcado nas memórias das pessoas que convivia e conviveram com Zé de Lourenço, um homem= que até então só tinha terra nas unhas e acabou construindo um legado, se tornando um Patriarca, o Patriarca José Fernandes de Queiroz de Serrinha dos Pintos/RN.
Serrinha dos Pintos/RN,

22 de fevereiro de 2022.

Inserida por ThiagoFQueiroz1988

⁠Ser cientista é cultivar uma mente curiosa que se alimenta da sabedoria das ciências e da história, pois só assim compreendemos o todo que molda o nosso mundo.

Inserida por Lukembesa

" a cada dia você pode escrever um pouco de sua história , seja ela com partes felizes ou partes triste a escolha depende de nós mesmo correr atrás daquilo que queremos e nos faz bem ou apenas desistir por não se acha capaz , olhe no espelho e veja que tudo depende de você mesmo

Inserida por walace_eugenio

Não se deixe levar por palavras tolas , ninguém conhece sua história . Apenas guarda o seu coração e mantenha-se firme em Deus pois cada dia você enfrenta um novo obstáculo e em todos Deus se fez presente .

Inserida por walace_eugenio

“ você tem a escolha de cada dia escrever a sua história , não se deixe levar por palavras negativas de pessoas que não acredita no seu potencial. Pedras nos caminho são apenas para nós desmotivar. Você tem a escolha de construir um castelo ou desanimar diante dos obstáculos que a vida coloca na sua vida.”

Inserida por walace_eugenio

Um homem é constituído de sua própria história, e nada o separa dela.

Inserida por RogerLopes91

⁠Israel

Israel ao longo de sua história tem sido, um povo na sua maioria, não fiel ao Deus "Todo Poderoso"! Ao longo de milhares de anos, foi infiel na generalidade. Só um remanescente é que foi fiel a Deus. Foi um povo duro de coração. Já o seu Pai, quando nasceu, pegou no calcanhar do seu irmão; Depois lutou com o Anjo do Senhor ( Ou seja lutou com o próprio Deus)! Desde cedo que é um povo de dura cerviz, resiste a Deus! Deus conhece bem o seu povo. Vendeu José para o Egito.

Por aí fora! Tentou Deus, no deserto! Por quarenta andou no deserto. Fizeram a rebelião de Coré. No reinado de Roboão, rei de Judá, dividiram o reino em dois reinos: Reino de Israel e reino de Judá. Duas capitais: Samaria e Jerusalém; dois reis: Jeroboão e Roboão! Israel no reinado de Oséias é deportado para a Assíria. No reinado de Zedequias, Judá foi deportado para Babilônia. Tanto Israel como Judá, adoraram os Ídolos, principalmente "Ball". Por isso foram castigados em duas deportações. Mas Israel, foi mais infiel do que O "Reino da cidade do rei David.

Depois de Setenta anos de exílio em Babilônia; exílio no qual o rei de Babilônia, rei Nabucodonosor destruiu, o Templo e os muros de Jerusalém! Judá, Levi, Benjamim e algumas pessoas de Israel Voltaram a possuir o reino, no tempo de Ciro o (persa); e a reconstrução do Templo e os muros de Jerusalém, voltou a ter lugar. Isto com a autorização de CIRO. Zorobabel, Neemias e Esdras, fizeram este trabalho.

Israel foi até ao tempo do império Romano, um povo meio autónomo; estava na sua terra, mas não totalmente autónomo. Mas no ano setenta Dc, perdeu a autonomia, ao ser invadido pelos Romanos. Perdeu o templo novamente. Israel como nação, não aceitou Jesus Cristo como o Seu Messias.

Mas em 1948, algo aconteceu. O Israel espalhado entre as nações, durante quase dois mil anos, voltou a terra prometida. E com graça de Deus, voltou a tomar posse da terra de Canaã. Israel brevemente vai voltar a ver o seu Messias e a aceitar o mesmo como seu salvador! Tudo isto será eternamente!

Inserida por Helder-DUARTE

A sábia inquietação nos faz reescrever a nossa história e rumar para outros mares. Terra a vista...

Inserida por acvomotta

⁠Toda história que não é vivida em sua plenitude — seja interrompida por um acontecimento inesperado ou uma revelação marcante — carrega em si a essência de algo extraordinário. No íntimo de nossas emoções, temos a tendência de eternizar aquilo que, por não se concretizar, permanece envolto em mistério e beleza.

É como o exemplo atemporal de um amor não correspondido ou nunca vivido em toda a sua intensidade. O desconhecido, o inalcançável, ganha um brilho especial justamente por nunca ter sido desvendado. Há algo poeticamente sublime no que fica suspenso no tempo, naquilo que apenas o coração ousa imaginar e que jamais será ofuscado pela realidade.

Inserida por rocha_querlis

Nos cemitérios da História tem muitos casos e escravos enterrados...

Inserida por oubi_inae_kibuko

Senhor príncipe,
Eu não quero ser resgatada no final da história
Pois desejo ser amada durante todo o percurso
Não lhe jogarei minhas longas tranças douradas
Pois amo meus cabelos curtos e vermelhos
Não pretendo aguardá-lo chegar em seu cavalo pálido
Pois eu gosto mesmo é de cores vivas
E não venha tentar calçar-me um sapatinho de cristal
Pois vivo a andar com os pés descalços
E não tente fazer-me reviver com um selinho
Pois não sou de morrer em vida

Inserida por BrendaOliveira

⁠Vamos admitir
"A gente"
É uma história
Que não aconteceu

Inserida por BrendaOliveira

Quando você entender que o seu sentimento é apenas uma história banal, que isso na verdade ,não está acontecendo, você pode simplesmente deleta-la e jogar na lata de lixo, em seguida, vai descobrir quem realmente voce é!.

Inserida por Samirsjs