História dos Sentimentos

Cerca de 35070 frases e pensamentos: História dos Sentimentos

⁠O respeito por aqueles que possuem longa história nos orienta em nossas atitudes.

⁠O nosso amor, é como o Titanic e o iceberg...
Destinados a colidir e fazer história.

Inserida por PedroCarmo659

⁠Bailarina bonita quero te conhecer
Conversar e sua história entender
Quero sanar essa minha curiosidade
Esse mistério que rodeia sua imagem
Vc lembra momentos da infância
A sua dança me deixa igual criança
Qdo ti vejo projeto uma princesa
Seus olhos verdes que vem da natureza
A sua pele branca como a neve
Seu movimento perfeito e leve
Seus fios dourados refletem a luz
Sua boca sexy que tanto me seduz
Fico no aguardo de te ver postar
Seu lindo rosto para eu apreciar
Apenas fico te stalkeando
No sonho beijando e transando
Tudo um sonho e apenas ilusão
Paixão platônica é minha decisão

Inserida por TigreSamurai21

⁠"... uma pequena história, que não é vergonhosa nem extraordinária, recusava-se a sair. Nada de novo. Admiro-me de como se pode mentir com a verdade na mão"

Inserida por dia_marti

⁠Para toda historia ruim, sempre vai existir alguém para te levar para um novo recomeço de paz

Inserida por tznadv

⁠Continue escrevendo sua história. As cicatrizes de hoje serão os escritos dos próximos capítulos.

Inserida por JeanOliveiraRocha

⁠O historiador exala a repetição da História para possíveis equiparações.⁠

Inserida por AdilsonMariano

⁠Cada indivíduo tem um estilo de vida, um modo de pensar e uma forma de agir.
Minha história basicamente não deve ser tão interessante, pois não é tão diferente da maioria das pessoas que não tem tanta sorte na vida.
Mas isso não me entristece, pelo contrário, me motiva à novas buscas e só me mostra que eu preciso de mais força do que algumas pessoas.

Inserida por lorena_noya_otto

⁠Aquela história que o amor e pra sempre, não é, nunca vai ser.


Se a própria vida tem um tempo indeterminado, quem dirá um sentimento.

Inserida por erlim_miguel

Estou preocupado de que você tenha esquecido sua história, sua cultura e suas raízes.

Inserida por pensador

O que eu seria?
Seria uma historia de amor?
Um conto que se é dito depois da primavera,
Ou seria a luz na escuridão de uma crise?

Mas, não uma crise qualquer
E sim uma memorável
Que o céu e o inferno se recusam a esquecer.
Algo que seres mortais jamais entenderiam,

Algo a ser passado mesmo depois de morrer.
Um mistério eterno,
Que nem os mais sábios conseguiriam compreender.
Seria uma entidade ?

Sim, tudo oque se pode imaginar,
Tudo oque se pode amar.
Com uma odisseia de cores em meus cabelos.
Indo de Roxo daltônico a vermelho amarelado.

Se estendendo até o pescoço
Hipnotizando.
Se eu faço magica?
De certo modo, sim.

Seria um sonho muito louco ?
Com certeza!
Com policias correndo atrás de mim,
Depois de entrar em uma igreja e matar todos os fies,

De se infiltrar em um navio pirata
E sermos foçados a limpar o convés,
De em um castelo antigo para matar um dragão
E tudo que encontro era tesouro de alguns anões.

Desde um sonho de atos “mundanos”,
Até de massacres em escolas que parecem românticos.
Tudo se possa imaginar.
De desejos de consumir almas

Que nenhuma alma humana conseguira pensar
Ou até mesmo, ter a ousadia de desejar
Algo mais que o limite que sua mente possa suportar.

Inserida por OSIRISvive

⁠Se eu fui o ruim da história não queira ser o bonzinho...

Inserida por HenriqueSamael

⁠Tudo o que vivo é história, mas selecionadas são as memórias que não me permito esquecer.

Inserida por natanirisorim

⁠Ela quis ser assim misteriosa... um enigma , uma história.. ela quis passar despercebida, sem ser notada .. mal sabia ela que toda mulher brilha.. querendo ou não.. uma mulher sempre chama atenção por onde passa.. parece ..mulher é deusa .. é obra de arte ..é valiosa .. por onde passa sua luz incomoda ..

Inserida por bebelia2000

⁠Sei que vocês gostam de uma boa história de amor, mas prefiro uma ruim.

Inserida por pensador

⁠Não somos inventores, somos repetidores da historia

Inserida por MaiconGoetens

⁠A vida é um misto de evolução e retrocessos. A história vai sendo construída de acordo com a evolução dos tempos. Com o passar dos dias e com a experiência acumulada, aprende-se a conviver em sociedade com comportamentos, deslizes, adaptações em culturas diferentes, num processo de aculturação. Aprende-se com a tropeços e traições, com as perfídias, deslealdade, desvios alheios, hipocrisia, manifestações autoritárias, ingratidão, e esse sem número de sentimentos e vazão do comportamento humano têm o condão de polir a conduta das pessoas, e aprimorar o caráter, desenvolvendo ações virtuosas, de fortalecimento da autoestima para continuar focado em atividades agregadoras, e às vezes se desviando para o caminho do mal ou do abismo.

⁠[DEFINIÇÃO DE HISTÓRIA]


A História, já dizia Marc Bloch, é a “ciência dos homens no tempo”. Com esta simples frase, aparentemente tão singela, o célebre historiador francês conseguiu destacar algumas das principais questões que instigam todos aqueles que são fascinados pela história e amam a Historiografia. De um lado, a definição proposta postula que a História é uma ciência. Esta posição, tem sido a predominante a partir do século XIX, quando a História passa a ser vista pelos seus praticantes mais especializados como um saber de tipo científico, ou pelo menos um saber cientificamente conduzido. Existem até hoje, é claro, debates que questionam se a História é ainda um gênero literário específico e uma arte ou meio artístico de expressão – o que não impede que ela também continue a ser uma ciência mesmo quando incorpora estes atributos – e há mesmo os polemistas que procuram por em suspensão a cientificidade da História, sugerindo que ela não produz o tipo de “conhecimento verdadeiro” que se espera habitualmente de uma ciência típica [...] Não obstante, de modo geral a sociedade tem reconhecido os seus historiadores como praticantes de um saber que precisa ser aprendido seriamente, com suas normas e procedimentos, com suas teorias e métodos próprios de investigação e análise. Da mesma forma, todas as universidades, nos dias de hoje, localizam efetivamente a História entre os saberes científicos.

[...] A definição proposta por Marc Bloch também chama atenção para outras duas coisas importantes. É uma ciência “dos homens” (ou melhor, dos seres humanos), “no tempo”. Dizer que a história é uma “ciência dos seres humanos” – isto é, uma ciência humana – é reconhecer que o “humano” a envolve em três diferentes dimensões: a história fala de seres humanos, é escrita por seres humanos, e dirige-se aos seres humanos que serão os seus leitores ou ouvintes. Estes seres humanos também estão todos no “tempo”: os historiadores escrevem sobre homens e mulheres, e sobre sociedades, que viveram em tempos diversos; enquanto isso, eles mesmos – historiadores – estão ligados a um tempo que é a sua própria época, assim como os seus leitores. A História, enfim, é “humana” e “temporal” – e isto tanto no que concerne ao seu objeto de estudo, ao sujeito que produz este tipo de conhecimento (o historiador), e aos sujeitos que irão usufruir das realizações daí decorrentes como leitores ou espectadores.

Neste ponto, a definição proposta por Marc Bloch continua sendo bastante atual. Ela também chama atenção para outras duas coisas importantes. É uma ciência “dos homens” (ou melhor, dos seres humanos), “no tempo”. Dizer que a história é uma “ciência dos seres humanos” – isto é, uma ciência humana – é reconhecer que o “humano” a envolve em três diferentes dimensões: a história fala de seres humanos, é escrita por seres humanos, e dirige-se aos seres humanos que serão os seus leitores ou ouvintes. Estes seres humanos também estão todos no “tempo”: os historiadores escrevem sobre homens e mulheres, e sobre sociedades, que viveram em tempos diversos; enquanto isso, eles mesmos – historiadores – estão ligados a um tempo que é a sua própria época, assim como os seus leitores. A História, enfim, é “humana” e “temporal” – e isto tanto no que concerne ao seu objeto de estudo, ao sujeito que produz este tipo de conhecimento (o historiador), e aos sujeitos que irão usufruir das realizações daí decorrentes como leitores ou espectadores [...]


[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção (org.). A Historiografia como Fontes Histórica. Petrópolis: Editora Vozes, 2022, p.7-9]

Inserida por joseassun

⁠[A HISTÓRIA DE HOJE SOBRE UMA OUTRA ÉPOCA, É UMA REALIZAÇÃO DA NOSSA PRÓPRIA ÉPOCA, E TRAZ AS MARCAS DE NOSSA ÉPOCA]


Ainda que certamente úteis para compreender as épocas que estudaram, as obras produzidas pelos historiadores de todos os tempos não deixam, também, de falar enviezadamente sobre suas próprias épocas [...] Ao escrevermos sobre Zumbi, e sobre a revolta e guerra de quilombolas contra um poderoso sistema escravista que os violentava, falamos também das nossas desigualdades atuais – muitas delas herdadas do período escravista – e das variadas formas de lutar contra estas desigualdades. Zumbi, Chico Rei, Xica da Silva, ou outros personagens históricos negros – além do que tenham sido efetivamente na história que ficou para trás no tempo – representam também distintos modos de ação ou programas de luta contra desigualdades que precisaram e precisam ainda ser enfrentadas, nas diferentes ressignificações que os historiadores lhes dão. A História é este fascinante gênero literário e científico no qual os diferentes tempos se entrelaçam através de discursos e esquecimentos. Ao falar ou silenciar sobre os índios que habitam ou habitaram nosso continente em diversas épocas, ou ao mostrar interesse em ler um livro de História que fale sobre estes, os homens e mulheres que habitam as nossas cidades falam também de suas relações com os índios da atualidade. Falam de sua admiração pelos índios, de seu estranhamento, culpa, solidariedade, preconceitos, sentimentos de identidade e alteridade. Falam dos projetos públicos de preservação das populações indígenas, ou das ameaças de extinção e aculturação que as espreitam em nossa própria época.


[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção (org.). Petrópolis: Editora Vozes, 2022, p.10]

Inserida por joseassun

⁠[A HISTÓRIA ESTUDA A HISTÓRIA]


A História (ou Historiografia) é um dos poucos campos de saber cujo nome da própria disciplina coincide diretamente com aquilo que ela estuda. A História estuda a história. A Astronomia estuda os objetos celestes de todos os tipos, em suas múltiplas relações; a Biologia estuda a ampla diversidade de seres vivos e seus modos de existência; o Direito estuda tudo aquilo que diz respeito às leis e à organização dos sistemas jurídicos. Mas a História estuda a própria história. Ou seja: por um lado. História é o nome de uma disciplina ou campo de saber; e por outro lado a história é um objeto (ou mesmo um universo) a ser estudado: é o conjunto de processos, acontecimentos e sociedades que já existiram ou se manifestaram até hoje no tempo. Todos nós estamos literalmente mergulhados na história, pois ela vai se desenrolando no tempo através de um devir sem fim que nos arrasta junto às sociedades nas quais vivemos. Mas parte desta história – quando temos fontes e outros recursos para acessá-la de alguma maneira – pode ser estudada mais sistematicamente por uma ciência específica que também é chamada de História. Alternativamente – um pouco para evitar a confusão entre os dois diferentes significados impostos pela relação entre História e história – podemos chamar a História também de Historiografia (“escrita da História”).


[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção. "História e Historiografia: todas as relações possíveis" In A Historiografia como Fonte Histórica. Petrópolis: Editora Vozes, 2022, p.16].

Inserida por joseassun