História

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Integrar química, física, história, direito, economia, consciência e tecnologia das IAs cria uma
nova abordagem da ética,
que pode servir como base para o desenvolvimento de
sociedades mais justas, inteligentes e resilientes.
.

Essa perspectiva também fornece suporte teórico à
Teoria da Realidade, mostrando como sistemas humanos e artificiais podem ser analisados e orientados de forma ética, com base em evidências multidisciplinares e princípios de sustentabilidade e dignidade.

Você é o autor da sua própria história. As escolhas são os capítulos. Escreva um enredo que te faça feliz. A vida é uma aventura, e você é o protagonista

Um dos maiores erros da História é expor o Apartheid, o Holocausto e a Escravidão como se fossem coisas do passado, com datas de início e fim. Na verdade, elas estão ainda bem presentes: a diferença é que hoje mudaram para uma abrangência bem maior, o cunho social.

Na história a fatos desconhecidos que tornam a ilusão num estado comum...

“O tempo e a distância pode silenciar uma história.”

NATUREZA DO SAMBA



No compasso da vida, vou criando minha história...
Vou espalhando meu amor pela minha trajetória.
É tão bom ver você sorridente ao sambar,
Seu gingando te faz infinitamente brilhar.

Deixa a magia do amor enaltecer a liberdade...
A nossa liberdade para viver com afinidade.
Se um dia você se for, só me restará saudade
Se decidir ficar saberei que é amor de verdade.

A natureza do samba é raiz, é o que me faz feliz...
Abra o coração, deixa o samba tocar e depois me diz
Se o samba te faz sonhar, se é maravilhoso sambar?
Samba do meu amor, que me faz tanto te admirar.


Pelas avenidas, pelas vielas lá estava minha bela
Sambando o samba que nasceu e desceu da favela...
Com o brilho no olhar, com os cabelos soltos no ar
Lá vem ela, com seu jeito único de saber sambar.

Tem virtude, tem resplendor e muita beleza
Já passou a tempestade, já passou a tristeza...
Vem comigo sambar, deixa o meu samba tocar
Essa é a tal felicidade que eu vou pra sempre cantar.


Guimarães Júnior

Correr como quem vai morrer
No dia seguinte
Ou vai fazer história
Como a glória de Da Vince
Correr como quem vai morrer
Na próxima hora
Ou vai viver em abundância
E todo lixo jogar fora

Minutos dados sem propósito são capítulos apagados da própria história.

Meu orgulho da favela é que noventa por cento das vezes que existisse uma história real, como a de Judas e Jesus, Judas é quem seria crucificado.

Eu chorei diversas vezes por tudo ter acabado. Tudo o que vivemos foi de verdade. Nossa história permanece, não foi apagada. Precisei de um tempo para compreender tudo o que aconteceu. Você foi minha melhor amiga e eu sempre amarei você.

No brilho dos olhos e no sorriso sutil, uma história se revela.

Parasita


Essa história é uma que não começa: ela já está no meio. É como uma ampulheta que girou e parou na metade do tempo. Certa vez, uma menina descobriu três coisas: um parasita, uma amizade e uma cobra. Os três estavam dentro dela.
A amizade respondeu para ela da seguinte maneira:
"O parasita que está com você é mais leve que o meu."
A amizade guiou a menina até a suposta cura, em um rio, e disse:
"Esse rio é o fluxo da vida. Se há cura para um parasita, está nele."
O amigo evaporou, deixando-a sozinha. Ela entrou no rio, onde foi puxada. O parasita estava no coração da menina — e era mortal. Ele puxou o coração da garota e emergiu como uma cobra.
Depois dessa descoberta, a história voltou ao início, e ela fez sua última descoberta: aquele parasita só consumia meninas cuja história não tinha início — apenas meio e fim.
Ellen De 🌷

LOBO FERIDO 18-09-2025 (12h50 – 13h09)



Na história de um zé ninguém,

Uma cena grotesca se repete,

Traição vinda de alguém,

Pune um lobo da estepe,



Lobos são fieis e leais,

Humanos, tolos, lançam a própria história fora por cinco minutos de prazer,

Se desvencilham de seus ideais, reais, incondicionais,

E se esquecem da promessa sincera, de não fazer o seu amor sofrer,



Sou lobo, sou fogo, sou fantasia de amores perdidos,

Num mundo de caçadores, predadores sexuais, seres fingidos,

Levam a caça, abatem o caráter, violam a silhueta do corpo,

Sujam, destroem, destroçam até não restar nenhum osso,



Quem é a fera afinal de contas?

Quem pode maltratar um animal, um animal humano?

Merece perdão? Merece conhecer as verdes ondas?

Em um mar de selva, um campo de flores profano,



Se o teu corpo fosse meu, seu eu fosse esse monstro ditador,

Não me permitiria usufruir da sua presença por mais nem um segundo,

Pois o lobo em mim, é livre, e reconhece a liberdade de um trovador,

Eu já não considero o seu corpo, o mais profundo,



Lobos se sujam, se sujam de sangue, de lama, de mel,

Lobos morrem ao ficarem solitários, desistem, caminham para o precipício,

Homens se sujam de vaidade, de orgulho, de fel,

Homens destroem a sua história, apagam toda a beleza do início,



Se eu for homem, esquecerei que um dia eu amei,

Se eu for lobo, irei ferir quem eu amei,

Não quero ser lobo, não quero ser homem,

Quero a paz dos animais que dormem.

Um povo que não conhece sua história perdeu sua identidade. Não sabe de onde veio, consequentemente nunca saberá para onde vai.

Sinceramente, essa história de querer se sentir superior por causa de dinheiro, aparência ou posição… pra mim, não faz sentido nenhum.

Como acaba minha história?

Por trás de cada sorriso postado, existe uma história que ninguém vê.




Janice F Rocha

O mundo te dá o primeiro fôlego. Você dá o resto da história. Nasça e crie.

Em toda história da humanidade, o mundo sempre acabou para que outro mundo nascesse. E quem vive, já não sabe quando seu mundo acaba, meu amor!

O silêncio que quase virou amor.


É estranho como, às vezes, a história mais intensa que vivemos é justamente aquela que nunca
aconteceu. Sete meses podem parecer pouco para o mundo, mas quando o coração decide criar raízes
em alguém, o tempo ganha um peso diferente. Foram dias, semanas, quase uma vida inteira de
olhares que diziam tudo o que a boca nunca teve coragem de admitir.
Havia algo ali. Não sei se era destino, ilusão ou só a necessidade de acreditar que alguém
finalmente enxergava aquilo que eu tentava esconder. Toda vez que nossos olhares se cruzavam, algo
dentro de mim se ajeitava, como se o universo desse uma pausa só para que eu pudesse sentir aquele
segundo. E como era profundo… Era quase um diálogo silencioso, uma troca de almas que,
ironicamente, nunca chegou a virar palavra. Mas o silêncio, por mais poético que pareça, também
machuca. Porque ele cresce. Ele ocupa espaço. Ele pesa. E com o tempo, percebi que estava sozinha
numa história que escrevi inteira sem nem que você segurasse a caneta. Meu coração te escolheu, e
você… Você nem percebeu que havia sido escolhido.
Sete meses sustentando um sentimento que nunca se permitiu existir fora do meu peito. Sete
meses de esperança tímida, de idealizações bobas, de perguntas que nunca nem saíram da minha
boca. E no fim, o que restou foi a certeza madura, e dolorosa, de que olhares não são promessas. E
que às vezes a gente se apaixona não pela pessoa em si, mas pela versão que nasce dentro da nossa
imaginação. Ainda assim, não me arrependo. Porque aqueles olhares, por mais breves ou ilusórios
que tenham sido, me deram uma coragem que eu não sabia ter: a de sentir profundamente. A de
desejar intensamente. A de ser vulnerável sem testemunhas.
E isso, por si só, já foi amor o suficiente. Mesmo que só meu.