Harmonia
"A felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia."
— Mahatma Gandhi
"A harmonia não exige concordância, exige respeito; conviver em paz é o teste de evolução de qualquer consciência."
Entendendo os multiversos, a vida em abundancia de cura e harmonia ao poder divino do som. Energia, freqüência e vibração, como nos alertava Nicola Tesla. A oração não são um conjunto de palavras agrupadas, são sim um mantra ancestral que não devem ser traduzidas e simplificadas por que diminuem sua eficácia e objetivo. No princípio era o Verbo, o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus.
Quando o seu coração bate em sintonia
Com as frequências do universo: em paz.
Essa harmonia traz a manifestação de beleza, plenitude e abundâncias...
Mas quando estamos agitados, com medo e nervosos, ficamos em desequilíbrio e perdemos essa ressonância. Por isso nos desintegramos e entramos em um estado de infelicidades: perdição e derrotas...
Musicas para os Lobos.
Escute o som
Escute o ritmo de cada tom
Mas, não esqueça a harmonia
Sim a harmonia, ouve o som, preste a atenção na letra, não importa de que boca sai, das brancas ou das pretas, a musica não escolhe seres a catar, desde Anjos, humanos ou passarinhos, a som perpetua pelo caminho e vai abrindo portas para o alivio do coração, que aguarda o som da mesma bela harmonia da emoção.
Você é um lobo.
Harmonia na Humanidade
Talvez a maior dificuldade da humanidade nunca tenha sido aprender a viver juntos, mas aprender a conviver com as diferenças.
Somos feitos de histórias distintas, sonhos diferentes, crenças, escolhas e maneiras próprias de enxergar o mundo. E, ainda assim, existe algo que nos aproxima: todos desejamos ser respeitados, compreendidos e, de alguma forma, amados.
Harmonia não significa pensar igual, concordar com tudo ou caminhar sempre na mesma direção. Harmonia é compreender que podemos discordar sem transformar o outro em inimigo. É saber ouvir antes de julgar, estender a mão antes de apontar o dedo e reconhecer que ninguém possui sozinho todas as respostas.
Uma humanidade harmoniosa não seria aquela onde não existem conflitos, mas aquela que aprendeu a resolvê-los sem perder a dignidade, a compaixão e o respeito.
Talvez o mundo não precise de pessoas perfeitas. Precise apenas de pessoas dispostas a fazer sua pequena parte.
Porque toda grande mudança começa em gestos simples: uma palavra gentil, um pouco mais de paciência, um olhar sem preconceito, uma mão estendida.
E quando cada um escolhe ser um pouco mais humano, o mundo inteiro, silenciosamente, começa a encontrar seu equilíbrio.
Quem escolhe parar de ofender descobre a beleza de viver em harmonia, pois o Criador se alegra com corações que praticam o bem.
AS CRIAÇÕES FLUÍDICAS E A HARMONIA COM A LITERATURA MEDIÚNICA DE ANDRÉ LUIZ/CHICO XAVIER.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A leitura atenta da mensagem intitulada “Sobre as criações fluídicas”, publicada na Revista Espírita - Jornal de Estudos Psicológicos, em 1865, sob a direção de Allan Kardec, desperta uma profunda reflexão acerca da continuidade e da coerência dos princípios espirituais apresentados posteriormente pela literatura mediúnica de reconhecido valor doutrinário.
O Espírito comunicante afirma que o Universo espiritual não constitui uma realidade abstrata ou destituída de organização, mas um ambiente regido por leis próprias, onde os elementos fluídicos desempenham papel essencial na manifestação da vontade consciente. Ao afirmar que “os objetos procriados instantaneamente pela vontade (...) são colhidos nos fluidos semimateriais”, apresenta-se uma concepção que encontra notável consonância com diversas descrições mediúnicas recebidas por intermédio de Chico Xavier, especialmente nas obras atribuídas a Emmanuel e André Luiz.
Não se trata de estabelecer uma identidade absoluta entre fenômenos descritos em épocas e contextos distintos, mas de reconhecer uma linha de continuidade filosófica: a ideia de que o pensamento, quando suficientemente educado e fortalecido pela evolução espiritual, possui capacidade de atuar sobre elementos sutis da criação.
Nas obras de André Luiz, particularmente na série “A Vida no Mundo Espiritual”, observa-se a descrição de ambientes espirituais estruturados pela ação mental dos Espíritos, onde a vontade, associada ao conhecimento e à elevação moral, participa da formação de elementos necessários à vida extrafísica. Tais relatos apresentam, em linguagem narrativa, conceitos que guardam profunda relação com os fundamentos expostos na Codificação Espírita.
A observação de Kardec permanece atual: o mundo espiritual não seria uma simples reprodução do mundo material, mas o plano físico representaria uma manifestação imperfeita e limitada das realidades superiores. A matéria, nessa perspectiva, seria apenas uma expressão mais condensada de princípios universais que se apresentam em estados mais sutis.
Essa compreensão conduz igualmente a uma consequência moral: o pensamento humano não é um fenômeno isolado ou sem responsabilidade. Se a vontade espiritual possui poder criador, ainda que em diferentes graus conforme o progresso do ser, torna-se evidente a necessidade de educar sentimentos, pensamentos e atitudes. A verdadeira evolução não consiste apenas em adquirir conhecimento, mas em purificar a própria natureza íntima.
Assim, a possível ressonância entre a mensagem de 1864, publicada por Allan Kardec em 1865, e os ensinamentos transmitidos por intermédio de Chico Xavier, Emmanuel e André Luiz, revela uma interessante convergência dentro da tradição espírita: a afirmação de que o Espírito é um agente inteligente da criação, e que sua ascensão moral amplia gradativamente sua capacidade de compreender e cooperar com as leis divinas.
Fontes:
KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos. Ano de 1865. “Sobre as criações fluídicas” (Sociedade de Paris, 14 de outubro de 1864, médium Sr. Delanne).
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questões 76 a 95 — natureza dos Espíritos e do perispírito.
KARDEC, Allan. A Gênese. Capítulo XIV — “Os Fluidos”.
XAVIER, Francisco Cândido (André Luiz). Nosso Lar. FEB.
XAVIER, Francisco Cândido (André Luiz). Evolução em Dois Mundos. FEB.
XAVIER, Francisco Cândido (Emmanuel). O Consolador. FEB.
O meu namoro com a Matemática segue em perfeita harmonia. Pedir-me, porém, que o descreva é entrar no domínio da Geometria Descritiva, onde as palavras procuram dar forma ao que os olhos da razão já contemplam.
O meu conselho é simples: aprenda Geometria Descritiva. Talvez então descubra, por si mesmo, que a verdadeira beleza não está nas explicações, mas na capacidade de enxergar, para além das linhas e dos ângulos, o horizonte infinito onde a lógica e a imaginação se encontram.
Daniel Perato Furucuto
A soberania divina opera em perfeita harmonia com a justiça divina; Deus não coroa a quem não lutou legitimamente.
The Scripture Scales, 1774, Parte 1, Seção VI, p. 76.
Fazia tempo que eu não me sentia tão feliz, rindo sozinho, em total harmonia com o silêncio. Não é solidão, é luxo. E antes que alguém diga que sou antissocial… não, eu só aprendi que paz vale mais que companhia inútil.
Platão imaginou a justiça como harmonia; o Direito contemporâneo tenta transformar essa harmonia em instituições.
Sua vida só saberá o que é harmônia quando aprender a afinar suas relações, equalizar seus sentimentos e masterizar os melhores momentos.
Harmonia resplandecente de cores vibrantes,pintando vivazmente o céu coberto de nuvens numa tarde que se despede com uma cordialidade emocionante, talento divino de um sol imponente, amor inquietante, arte veemente, encanto significativo, primazia impactante, resplendor obviamente aprazível.
... ao sujeitarmos
à inquietude e a pressa
nossa busca por um pouco de
de harmonia e felicidade, corremos
o risco de passar por elas sem
percebê-las!
