Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Dificuldades surgem na vida de todos, porém, há quem as encare como problemas e há quem as enfrente como oportunidades de crescimento.
Há dores que apertam o peito e fazem acreditar que a luz se apagou.
Mas quando o coração se abre, o sol nasce de dentro, e a vida floresce outra vez.
As mãos que nos levantam, visíveis ou invisíveis, lembram: nunca caminhamos sozinhos.
O Amor nos sustenta, transforma a dor em força e devolve o brilho da alma.
Respira… a luz já está em você e sempre esteve ❤️
Há um ruído constante no mundo.
Um zumbido de notificações, luzes piscando, vozes comprimidas em telas.
Chamamos isso de conexão.
Mas, quando o silêncio chega, percebemos — há algo que se perdeu entre um toque e outro.
Vivemos cercados de redes: sociais, neurais, digitais, afetivas.
Somos fios, dados, pulsos elétricos viajando por cabos invisíveis.
E, ainda assim, sentimos falta de algo que o Wi-Fi não alcança: o olhar demorado, o riso inteiro, o abraço que não depende de senha.
O perigo, talvez, não esteja nas redes — mas na mente que, sem perceber, se desconecta de si mesma enquanto acredita estar on-line.
Desaprendemos a estar sozinhos, e confundimos presença com visibilidade.
Somos uma multidão em silêncio, cada um falando com seu reflexo.
E, nesse espelho luminoso, o humano se desfoca.
Mas há quem perceba as rachaduras — professores, artistas, pensadores, sonhadores —
que ainda acreditam que pensar é um ato de resistência. Eles caminham entre as redes e tentam tecer novamente o fio do sentido. A reflexão é sobre eles — e sobre nós.
Sobre a mente que precisa se reconectar com aquilo que não se mede em bytes:
a empatia, a escuta, o amor, a presença.
Não é uma revolta contra a tecnologia, nem um lamento nostálgico.
É um convite à consciência.
A lembrar que a rede mais importante ainda é a que se forma entre mentes e corações vivos.
E, talvez, o primeiro passo para isso seja simplesmente pausar.
Respirar.
E se perguntar:
“Em que momento eu me desconectei de mim mesmo?”
FILHOS REVOLTADOS.
Há filhos que crescem sentindo um desconforto constante dentro da própria casa. Não é briga declarada, nem ódio explícito. É um incômodo silencioso que se transforma em distância. Eles culpam os pais pelo que não foram, pelo que não tiveram ou pelo que acreditam que mereciam ter sido. Carregam uma insatisfação permanente, como se algo essencial lhes tivesse sido roubado na infância.
Esses filhos raramente percebem o peso dessa postura. Tornam-se ásperos no trato, impacientes, mal-educados nas pequenas coisas. Respondem com ironia, com silêncio agressivo ou com desprezo disfarçado. Preferem a rua à casa, o sofá do amigo ao próprio quarto, a madrugada fora ao convívio familiar. E quando estão em casa, fecham-se. Trancam-se no quarto como quem ergue um muro para não ser alcançado.
Segundo Floyd, esse tipo de comportamento nasce quando o filho transforma os pais em culpados eternos. Ao fazer isso, ele entrega a própria vida emocional nas mãos do passado. Floyd afirma que, quando o adulto continua exigindo dos pais aquilo que já não pode mais ser dado, ele permanece preso a uma infância não resolvida. A revolta, nesses casos, funciona como uma defesa: é mais fácil acusar do que assumir a própria responsabilidade pela própria história.
O problema é que essa fuga constante cobra seu preço. A casa deixa de ser abrigo. Os pais envelhecem à distância. O diálogo se perde. E o filho, mesmo cercado de pessoas, continua carregando um vazio que nenhuma casa de amigo consegue preencher.
A minha dica, ou sugestão, é dura, mas necessária: esse tipo de filho precisa crescer emocionalmente. Precisa olhar para os pais como humanos falhos, não como deuses que falharam. Precisa parar de cobrar o que já passou e começar a construir o que ainda é possível. Conversar, estabelecer limites, buscar terapia, assumir escolhas. Enquanto a culpa estiver sempre no outro, a vida nunca estará, de fato, nas próprias mãos.
O que ninguém sabe?
Ninguém sabe que há anos penso em me matar.
Quem sabe assim eles parem de me julgar?
Se não fosse a minha fé, talvez já estaria lá.
Só de pensar que sem mim talvez finalmente felizes eles poderiam estar, não posso lutar. Muitas das vezes meus sentimentos vêm como facas afiadas.
Que tentam me parar, mas sei que meu Deus morreu para me salvar e esses pensamentos deixo para lá.
No livro do tempo
está escrito: eu te amo
há muito tempo.
Antes do primeiro sopro,
antes do mundo aprender a girar.
Desde antes de nascermos,
eu já te amava —
joia rara do Nilo,
ouro moldado pela eternidade.
Teu nome atravessou séculos,
sobreviveu às guerras,
às areias e aos silêncios,
e veio repousar no meu peito.
Não foi escolha,
foi destino antigo.
Não foi encontro,
foi reconhecimento.
Se o tempo tem memória,
ele sabe:
meu amor por ti
nasceu antes de nós.
Por trás de um homem desinteressado, há sempre um homem desvelado. Por isso, moça, abra os olhos, pense em você, meu bem!
A vida segue com suas voltas e caminhos, e há instantes em que o silêncio nos encontra, seja como merecimento, seja como escolha.
As vezes é necessário desacelerar o ritmo e perceber com atenção que há coisas que merecem nosso olhar.
Há coisas que perdemos porque simplesmente passamos despercebidos por elas.
A vida requer atenção nos seus detalhes.
O seu EU também pede isso.
___________FranXimenes
13/07/2013
Há gestos que nos aproxima..
Há afetos que nos comove..
Há belezas que nos envolve..
Há doçuras que nos cercam e
Há olhares inesperados que... nos sequestram.
╰☆╮Fran Ximenes*
16/07/2013
Um relacionamento de casal floresce quando há cumplicidade e carinho, mas lembre-se: você é a sua primeira prioridade. Cuidar de si, manter o pensamento positivo e nutrir as amizades faz com que você traga mais alegria para todos os aspectos da vida, inclusive o trabalho.
O amor em um relacionamento cresce quando há respeito mútuo, mas isso só é possível quando cada um cuida de si. No trabalho, a positividade impulsiona resultados, assim como no convívio com amigos: tudo começa pelo jeito que nos tratamos.
Há momentos em que Deus te retira do conforto para conduzir-te ao propósito maior que já preparou para tua vida.
Um lembrete no Dia Internacional da Mulher
Além da física, há a violência psicológica, verbal, emocional e moral que podem vir agregadas à violência física, como, também, em ações isoladas e muitas vezes invisíveis aos olhos das demais pessoas, porém covardemente praticadas por homens cínicos e cênicos, no âmbito da intimidade. Homens, muitas vezes, educados e agradáveis, que não levantam a suspeita de amigos nem de familiares, mas possuem um potencial elevado para atos covardes.
Alguns são como psicopatas e desenvolvem a habilidade de demonstrarem sentimentos e emoções que neles não existem como, por exemplo, o arrependimento, e, com esta particularidade da personalidade, conseguem convencer e manipular os sentimentos de mulheres desavisadas, frágeis, apaixonadas e dependentes financeiramente. Muitos possuem até suavidade na voz, todavia o veneno da hipicrisia está na alma, pois são dotados de uma vocação teatral que impressiona, e capaz de ocultar uma vaidade extrema que se mantém envolta num narcisismo camuflado e que esconde as suas verdadeiras mazelas quanto ser humano. A humildade com que muitos se apresentam é apenas uma capa para ajudar a serem agradáveis socialmente, o que não deixa de ser, em muitos casos, uma patologia.
Mulheres, fiquem atentas aos primeiros sinais de bipolaridade dos homens, companheiros ou não, que te cercam. Porque, de alguma forma, eles sinalizam que são uma ameaça à sua paz e à sua integridade física, moral ou emocional.
Fiquem ligadas, pois este tipo de homem não aparece só na vida das mulheres que relatam os seus dramas na TV. Eles podem estar a volta de todas nós.
P.S. Existem muitos homens mascarados. Homens manipuladores e oportunistas. Muitos mesmo. Mas não são todos. Vale à pena prestar atenção e dedicar os seus bons sentimentos àqueles que, verdadeiramente, são companheiros e sabem valorizar e respeitar a parceria de uma mulher.
No mais, vamos em frente, porquê a missão feminina é árdua e a luta continua.
As nossas várias personagens na vida real não são uma patologia, mas, por natureza, uma demonstração da nossa capacidade de sermos o que a vida demanda que sejamos, em qualquer situação, porque somos guerreiras. Nascemos com o dom de sermos fortes e não precisamos de homens covardes nas nossas vidas.
Se for pra fazer de conta que é feliz, não vale à pena. O preço é sempre alto demais e a fatura um dia chega.
Amem, mas pratiquem o olhar racional sobre as suas relações. Isto pode te salvar do pior.
