Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Há batalhas que ninguém vê, mas são elas que forjam os fortes

⁠Há quem ouse a falar que somos libertos, e eu tenho de crer nessa fantasia.
Mas essa liberdade só me é convicta com prazer e ousadia.

⁠Quem pouco tem e é grato,
mais há de querer;
mais há de fazer;
mais há de sentir;
mais há de viver.

Há soberbos que acompanham o estereótipo social na realidade são sombras da ostentação.

Que eu possa alcançar o horizonte que há em mim.


Que eu possa ser tua, sem me perder no caminho.


Que eu possa doar uma parte de mim aos corações que anseiam por carinho.

Debaixo do céu há mistérios que nunca saberemos desvendar.

Há muita verdade no que é dito no calor e na frieza das emoções.

“Debaixo da Casca”


Bom dia.


Acordei com um desejo que pede voz há anos:
organizar o mundo que carrego dentro.
São ideias demais, caminhos demais, emoções demais —
como se minha mente fosse um cruzamento onde ninguém obedece o sinal.


Ser escritor, ou algo próximo disso, é caminhar com excesso.
Às vezes as palavras correm;
às vezes param todas, como se fizessem greve.
Eu falho, assumo, e recomeço — sempre.


Hoje declaro meu querer mais sincero:
reunir minhas crônicas, dar forma ao que sinto e penso,
e transformar tudo isso num livro dedicado aos meus alunos,
meu verdadeiro conteúdo.


Digo sem medo: não dou conta sozinho.
E aceitar ajuda também é política —
a política da humildade, da construção, da responsabilidade.


Quero romper minha própria casca.
Deixar sair o que é frágil e forte,
íntimo e público,
poético e indignado.
Quero transformar minhas aflições em páginas
e minhas páginas em memória viva.


Bom dia a quem tenta não viver só por fora.
Bom dia a quem insiste em ter miolo num país de cascas polidas.
Bom dia a quem escreve, tropeça, levanta
e segue —
porque a palavra sempre encontra seu destino.

"Eu encontrei o diabo, há muito tempo atrás,
me senti tão feliz, fora a melhor sensação.
Como de praxe, escondia a sua verdadeira face, me disse coisas vãs, repletas de paixão.
Ele tinha um cabelo castanho, os olhos negros, inenarrável calor exalava de suas mãos.
Cada toque, do de muitas vozes, acelerava-me o coração.
Ele dizia que me amava, mas sabia eu, mesmo crendo, que era tudo ilusão.
Deus ali não se encontrava.
Roguei pelo Cristo, não obtive resposta da minha questão.
Me apaixonei pelo diabo, em uma tarde de verão.
Quente era sua pele, quente era a estação.
Fui tolo, achei que poderia ser melhor que o próprio Deus e, àquela alma, trazer salvação.
O diabo era só lascívia, agira com mentira e era eu quem pedia perdão.
Mesmo hoje, recuperado, o diabo ainda permeia meu coração.
Pois ele ainda ocupa as lembranças de há muito tempo atrás, quando eu o conheci e fora a melhor sensação..."

"Onde corre muito dinheiro, há verdade se esconde".

Impermanência
A dança natural dos estados internos
Há momentos em que a mente se enche de pensamentos e emoções, como um vale tomado pela neblina. A prática não é lutar contra essa neblina, mas subir às colinas interiores e simplesmente observar. Dali, tudo pode ser visto sem pressa: a tristeza que passa, a alegria que surge, o silêncio que permanece. O observador não julga, não interfere, apenas testemunha. E nesse ato de ver sem se confundir com o que é visto, nasce uma liberdade suave, a descoberta de que você não é o turbilhão, mas o espaço aberto onde ele acontece.
Assim também é a vida: ela se move como as estações, cada fase trazendo sua própria essência, mas nenhuma permanecendo para sempre.
Primavera desperta o florescer das ideias e sentimentos, trazendo expansão e novidade.
Verão é o auge da intensidade, quando tudo pulsa em plenitude e calor.
Outono convida ao recolhimento, à reflexão e ao desapego das folhas que já cumpriram seu papel.
Inverno traz o silêncio e a pausa, preparando o terreno para que o ciclo recomece.
Do mesmo modo que as estações se sucedem em harmonia, também nós transitamos entre estados internos. Não há luta entre eles, apenas alternância natural. O segredo está em reconhecer que cada fase é necessária e que o movimento nunca cessa, apenas se transforma.

A ansiedade grita, mas Deus sussurra; só há paz para quem aprende a ouvir o sussurro divino.

Os erros de hoje nos lapidam para que nos tornemos melhores nos dias que virão. Há momentos em que o peito dói mais do que o próprio silêncio, e a culpa, nascida de certas situações, corrói-nos por dentro, lenta e silenciosamente.


Uma vez aprendido, significa compreender de forma definitiva para não repetir o mesmo erro, sobretudo quando se trata de um erro de maior gravidade. Assim, a experiência fica registrada para sempre.

⁠Há muitos lobos em pele de cordeiro por aí; por isto, é preciso cautela ao confiar em alguém.A confiança se constrói com o tempo. Infelizmente, muitos só descobrem o verdadeiro caráter quando passam a dividir o mesmo espaço, no juntar das escovas.

Há aqueles que permanecem presos ao passado, ruminando antigas dores e, por isto, tornam-se incapazes de semear harmonia no presente.


Em Isaías 43:18-19, somos ensinados a não viver do que passou nem a nos apegar às coisas antigas, pois Deus anuncia que fará algo novo.


Este ensinamento se completa em Filipenses 3:13-14, quando Paulo exorta a esquecer o que ficou para trás e a prosseguir firmemente rumo ao que está adiante e com o olhar fixo em Cristo Jesus.

Há pessoas que vivem mergulhadas na escuridão.


Por mais que tentemos levar a luz até elas, nem sempre querem. Existe algo profundo, de ordem espiritual, que ainda precisa ser transformado nestas vidas envoltas em sombras. Infelizmente, algumas escolhem não se permitir ser resgatadas e acabam sucumbindo ao próprio caos interior.

"Esqueça os ventos que traziam perigos,
Pois as tempestades vêm para nos lapidar.
Há um Deus a nos entender e capacitar,
Nos movendo para o que é grande,
E para as bênçãos que estão por chegar."

Poema:
O Dom, o Aprendizado e a Sabedoria


Há dons que nascem no silêncio,
brilham no olhar de quem busca,
não pedem palco nem aplausos,
apenas o espaço da alma justa.


O dom é semente divina,
plantada no tempo da fé,
cresce em meio às dúvidas,
floresce em quem não desiste de ser quem é.


Mas o dom sozinho não basta,
precisa do chão do aprendizado,
da queda que ensina o passo,
do erro que forja o resultado.


Aprender é servir ao propósito,
é lapidar o talento com dor,
é entender que o caminho mais duro
é o que mais revela o valor.


E quando o dom encontra o saber,
nasce a sabedoria serena,
que não grita, apenas ilumina,
que não impõe, apenas ensina.


A sabedoria é o fruto maduro
de quem viveu com humildade,
e entendeu que o maior mestre
é a própria vontade.


JR TEIXEIRA

Recomeço


Depois do abismo, ainda há chão.
Mesmo ferido, pulsa o coração.
Cada lágrima caída em silêncio
rega uma semente de renascimento.


Não se apaga o que se viveu,
mas também não se apaga quem sobreviveu.
Você está aqui — cansado, eu sei —
mas estar aqui já é prova de lei.


A dor te moldou, te feriu, te fechou,
mas não levou tudo, não levou o amor.
Talvez escondido, talvez sem cor,
mas o amor por você ainda vive e tem valor.


Ninguém precisa correr para curar,
recomeçar é apenas respirar.
É abrir a janela mesmo sem vontade,
é permitir-se um pouco de liberdade.


Aceitar que foi difícil, aceitar que doeu,
mas dizer com firmeza: "Eu não me perdeu."
Não há pressa no tempo de florescer,
há apenas o compromisso de não mais se esquecer.


De você. Da sua essência. Da sua luz.
De que a vida, embora dura, ainda conduz
quem tem coragem de tentar mais uma vez,
de recomeçar… mesmo sem talvez.

Só há dois tipos de gente no mundo, caim ou abel, joio ou trigo, ovelha ou lobo, verdadeiramente qual vc quer se tornar no final ?