Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Há um caminho no meio do buraco,
há um buraco no meio do caminho.
Será que o caminho virou o buraco,
ou o buraco já se tornou o caminho?
Há um caminho no meio do buraco,
há um buraco no meio do caminho.
Será que o caminho virou o buraco,
ou o buraco já se tornou o caminho?
Essa cratera nada mais é que o descaminho, o retrato da nossa omissão cotidiana, que vai se normalizando. Se perpetuando.
Enquanto alguns seguem contornando, fingindo não ver.
Cuidado para
não cair no buraco.
Cuidado para não se perder.
Não é à toa que, quando o erro vira rotina, a queda deixa de assustar.
Condeúba precisa despertar,
para o começo de uma nova consciência,
ou esse abismo vai soterrar até a nossa dignidade.
Esse buraco vai acabar é engolindo a cidade.
E quando não houver mais escombro,
nem saída pra manter a evasão,
vamos entender, finalmente, que esse buraco nunca foi só no chão.
“Há nos dias de chuva um convite à introspecção: memórias se intensificam e as fronteiras entre passado, presente e futuro tornam-se permeáveis, diluindo-as numa única torrente de emoções.” - Leonardo Azevedo.
“Entre o que foi vivido e o que virá, há um intervalo sagrado: reconhecer o que deve morrer para que algo mais verdadeiro possa nascer.” - Leonardo Azevedo.
“Nem sempre a mente precisa adaptar-se ao padrão; há situações em que a sociedade precisa aprender novas formas de aceitar e compreender suas singularidades.” - Leonardo Azevedo.
“Há feitos que nascem na solidão, espinhos cravados pela ausência. Outros florescem na solitude, raízes profundas no silêncio escolhido.”
Em cada sessão há um milagre:
ao dividir a chama,
o Venerável multiplica a luz —
como acontece com o Amor.
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
Há momentos em que tudo parece frio e difícil.
Ainda assim, permanecer de pé é coragem.
Insistir também é fé.
Há momentos em que alianças se rompem, pessoas mudam e decepções chegam.
Mas quem anda com Deus não para no meio da dor.
Há dias em que o cansaço
fala mais alto que os sonhos.
Mesmo assim…
continue.
Porque quem permanece firme
durante o processo,
amadurece antes da vitória.
O episódio de 8 de janeiro foi amplamente rotulado como um crime, mas há quem sustente que ele também serviu como instrumento de exemplaridade seletiva. Sob essa ótica, o processo levanta questionamentos sobre a consistência dos julgamentos, a precisão das declarações apresentadas e a solidez das provas utilizadas.
Chama atenção o fato de que nem todos os envolvidos receberam o mesmo tratamento, o que alimenta a percepção de que a punição recaiu de forma desigual. Essa assimetria, por si só, fragiliza a confiança em qualquer narrativa que se pretenda absoluta.
No pano de fundo, permanece uma realidade social persistente: a desigualdade estrutural. A população mais vulnerável continua dependente de políticas públicas para suprir necessidades básicas. Programas assistenciais, como o auxílio ao gás, evidenciam não apenas a atuação do Estado, mas também a permanência de condições que impedem a autonomia plena de grande parte dos cidadãos.
