Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Não há espaço para lágrimas, porque esta partida não é perda.
Não há necessidade de despedida, porque o caminho não se encerra aqui.
O motivo é simples e poderoso: a jornada é necessária.
Cada ida carrega consigo a promessa do retorno.
Cada ausência abre espaço para o reencontro.
O motivo não é o fim, mas o ciclo — o movimento que nos ensina que nada é definitivo.
Não é fuga, não é abandono.
É apenas o passo que precisa ser dado, a travessia que fortalece, a distância que revela o valor da presença.
Antes que o sol se esconda, o motivo se cumprirá:
o retorno será certo, e o que parecia ausência será um intervalo antes da volta.

“Sempre há consequências, a vida não permite exceções.” Dirceu Emiliano, Os dois lados de uma traição

Não há ouro que resista ao tempo,
nem poder que se sustente na eternidade.
A coroa pesa, mas não liberta;
é prisão disfarçada de glória.
O povo, cego ou cúmplice,
aplaude sombras e se curva ao vazio.
Mas toda autoridade é pó,
todo império é ruína,
todo rei é apenas homem.
A verdade não se cala:
o trono é provisório,
a vaidade é efêmera,
e a história não perdoa.
É em vão servir um rei que serásubstituído por outro.

⁠Não há nada mais precioso do que o sentimento que descobrirmos ter por alguém, e não a nada mais valioso do que saber que este alguém também por nós tem

Há dias melhores a caminho, mesmo que hoje você ainda não consiga enxergá-los.

Não é você o responsável pela derrota; há batalhas que não se perdem por fraqueza, mas por excesso de entrega.

⁠Na oração, embora deva haver reverência e respeito, não há assuntos tabus, censuras ou julgamentos. Diante de Deus, você pode abrir o coração, compartilhar pensamentos e sentimentos e confessar absolutamente tudo, pois ele se agrada da sinceridade e da confiança.

Na Trindade não há vaidade. Há unidade. Vemos que aquilo que o Pai pede o Filho não retruca e o Espírito não murmura

De que vale a vaidade, se no caixão não há espaço para tantas extravagâncias?
Pra que tanta ambição e avareza, se no caixão não existe cofre nem gaveta para guardar os bens acumulados por toda uma vida?
A arrogância, a ignorância e a brutalidade podem dominar este lado da existência, mas do outro lado reinam o vazio e o silêncio — e eles não vivem em guerra.
Vaidade. Ambição. Luxúria. Orgulho. Ignorância. Fiação frágil que se desfaz por aqui.
A riqueza pode alcançar os cantos mais distantes da terra, mas quando a morte chega, nem a roupa do sepultamento será escolhida por quem partiu.
Tudo é empréstimo por pouco tempo.
O corpo será devolvido ao pó.
O espírito retorna ao Criador.
Porque, no fim, nada nos pertence — tudo é de Deus.

Não há
outra maneira
de se desejar o bem,
se não tiver
um coração puro,
livre de todas
as mágoas
e ressentimentos.
03/10/2018

As pessoas deveriam ser menos avessas a riscos quando não há tanto para arriscar.

Um poeta tem que sofrer
Sem o sofrer não ha tom,
sem o tom nao ha som.
Deste mesmo som que
da tom no meu coração.
Só me lembro que você me tocou
e depois me esqueceu.
Esse mesmo eu que te venerou e desvaneceu.
E no fim da música dessa história,
a garganta ecoa o som estampido do grito rouco de tanto cantar em vão.

Quem perdeu tudo na vida perdeu o que precisava ser arrancado, não o que merecia permanecer. Há perdas que não são castigo, são encerramento. O que cai quando tudo desmorona nunca esteve firme o bastante para seguir adiante.
Não existe repetição para certas quedas. A vida não desperdiça lições oferecendo o mesmo abismo duas vezes. Quando tudo se vai, não é para testar força, é para definir limites. Depois do fundo, não há outro fundo igual — há apenas a escolha de subir ou continuar vivendo de restos.
Nem todos os caminhos se cruzam novamente. Pessoas, oportunidades, versões de nós mesmos ficam para trás porque cumpriram seu papel. Insistir no retorno é negar o aprendizado. Quem entende a perda deixa de implorar pelo passado e passa a construir com o que sobrou de verdade: consciência, silêncio eó maturidade.
Perder tudo não é o fim. É o ponto exato onde a ilusão morre e a verdade começa.

⁠ Sem querer me apaixonei

Com a sua presença, não há nada além de você, que faça meu coração se recompor, minha pupila dilatar e acreditar que talvez eu possa me apaixonar.

Torço para que nossos olhares sigam o mesmo caminho, assim poso ver o que seus olhos dizem, e então ter a certeza de que suas palavras de amor condizem.

Todas as pupilas são iguais, mas a sua é ilustre, faz-me sentir sentir livre, sentir-me tua, faz pensar em como seu brilho nem se compara com o da lua.

Seu sorriso não é nada, nada mais que meu porto seguro, minha válvula de escape desse mundo, que não valoriza pessoas como você, que não enxerga seu brilho, enxerga sombra, não enxerga bondade, enxerga desconfiança, acontece que entre tanta gente, eu uso lentes, não uso por opção, uso por obrigação, ao contrário de todos, quero enxergar, busco te ver, para um dia melhor te conhecer.

Sem querer me apaixonei, quando percebi, já sabia todas as suas manias, todas as usas sinas. Um dia irei te pertencer, um dia darei todo o amor que você merece ter.

Há um cansaço

que não pesa nos músculos,

mas nos intervalos.

No que foi adiado tantas vezes

que aprendeu a esperar em silêncio.

Quem hoje fala de amor é tão "do contra", que não há nada mais esquerdista, incômodo e polêmico do que o amor.

⁠Pensa como parte e não como todo – não há como pertencer se pensar como todo! Caso contrário, somente mutilando terceiros, poderá pertencer à algum propósito.

Não há adaptabilidade sem identidade; sem identidade, há camaleonismo. Camaleonismo é adaptação por sobrevivência. Adaptabilidade é adaptação por autoria.

Quando a igualdade é compreendida, não há espaço para hierarquias falsas.
O orgulho se despedaça, a vaidade se dissolve, a ambição se paralisa
e a inveja simplesmente deixa de existir.
Nesse cenário, não há disputa, não há máscara, não há poder sobre o outro.
Há apenas a verdade nua: ninguém é maior, ninguém é menor.
A grandeza está em reconhecer que somos iguais.

Há dias em que não durmo!
A pensar nas mentiras, e pessoas que tenho conhecidos; e ficou triste!
Triste, comigo! Por acreditar que contigo,
Que as coisas contigo serão diferentes!
Mais? a vida! Não é como nós queremos!
E no fim saímos magoado! E tenho pena!
Pena! De meter enganado tanto!