Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Quando a pessoa não tem nada a lhe acrescentar. Não adianta você ficar ali a esperar, pois nada haverá de ganhar.
Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.
Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.
O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.
Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.
Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.
No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.
Pessoa certa no momento errado?
Enquanto não arrancar a dúvida
Correrei o risco de escrever-te
Para o resto da vida.
Pense na pessoa que você mais ama, e pense na pessoa que você mais odeia. Essas pessoas não podem testemunhar a sua morte.
Não adianta nada você querer encontrar alguém em outras pessoas. Cada pessoa é diferente e especial e quando uma pessoa te toca a alma, não tem jeito é ela. Não adianta se envolver em paixões para esquecer, não adianta fugir, não adianta evitar as canções que lembram e nem adianta recortar fotografias . Você até pode achar que conseguiu, você pode até achar que está bem, mas quando você adormece é ela quem vem nos seus sonhos e quando você cruzar com ela novamente... Quando seu coração não aguentar de saudade , quando você lembrar e lembrar e lembrar como se a pessoa te chamasse todos os dias ai você vai saber ,ai você vai querer, ai você vai fazer de tudo para encontrá-lá. Por isso não adianta , quando o amor te chamar; Vai !
____ Lene Dantas.
Ame alguma coisa na vida, se não for outra pessoa, ame a natureza ou ame ambas e mais alguma coisa, porém, ame primeiramente a si próprio.
Eu não peço perdão e tbm não perdoo ninguém, só me faço de besta para pegar a pessoa no erro novamente!
Perdão é uma forma de fechar os olhos aos erros dos outros e aos seus próprios.
“A pessoa vingativa encontra conforto no sofrimento alheio; não se arrepende, não busca evoluir, e incapaz de sair do próprio fundo do poço, prefere puxar os outros para a escuridão onde escolheu permanecer.”
A teoria da pessoa que não ocupa espaços (by: franckles Werivan)
Existe um tipo de pessoa que atravessa o mundo como quem pisa em chão alheio: leve demais para deixar marcas, silenciosa demais para ser lembrada. Ela existe — respira, trabalha, observa — mas não faz questão de existir na vida de ninguém. Não ocupa espaços. Não constrói presença. Não deixa rastros.
É como se tivesse aprendido, em algum momento, que ser percebida é um risco.
Essa pessoa evita laços afetivos como quem evita um incêndio. Não por falta de desejo — talvez até exista, escondido, um desejo profundo de pertencimento — mas por medo das consequências. Ela não sabe dialogar porque, possivelmente, nunca se sentiu realmente ouvida. Não é recíproca porque talvez nunca tenha recebido o suficiente para aprender o que é troca. Então ela se fecha, se economiza, se retira.
E assim, vai vivendo uma vida paralela: está presente, mas ausente. Participa, mas não se envolve. Sente, mas não demonstra.
Mas por quê?
Do ponto de vista psicológico, podemos pensar em traumas silenciosos. Relações quebradas cedo demais. Afetos que não foram correspondidos. Ambientes onde falar era inútil ou perigoso. Aos poucos, a pessoa aprende que se expor dói — e então cria uma espécie de casca. Não é frieza: é defesa. Não é indiferença: é sobrevivência.
Já numa perspectiva mais espiritual, talvez seja uma alma que se desacostumou ao vínculo. Ou que carrega feridas de outras experiências, outras histórias, outros ciclos. Uma alma que teme se conectar porque sabe, de alguma forma, o peso que as conexões têm quando se rompem.
Mas existe um custo.
Porque viver sem ocupar espaços é, no fundo, aceitar uma existência sem testemunhas. É passar pela vida sem ser profundamente conhecido. Sem ser verdadeiramente amado. Sem deixar ecos.
E há uma tristeza nisso.
Uma tristeza quieta, quase invisível, mas constante. A tristeza de não ser esperado por ninguém. De não fazer falta. De não ser lembrado em detalhes, em histórias, em saudades. É como se a vida acontecesse, mas não se entrelaçasse com outras vidas.
E a gente precisa se perguntar: isso é escolha… ou é medo disfarçado?
Quantas vezes a ausência de alguém não é frieza, mas insegurança? Quantas vezes o silêncio não é desinteresse, mas incapacidade de se expressar? Quantas vezes o distanciamento não é falta de amor, mas medo de perdê-lo?
Talvez essa pessoa não ocupe espaços porque, no fundo, acredita que não merece ocupar.
E essa é a parte mais dolorosa.
Porque ocupar espaços não é invadir — é existir com coragem. É permitir-se ser visto, conhecido, tocado. É correr o risco de se conectar, mesmo sabendo que conexões podem falhar.
No fim das contas, a vida ganha sentido justamente nisso: no encontro. No olhar que reconhece. Na conversa que atravessa. No vínculo que, por mais breve que seja, transforma.
Tocar outra alma é uma das experiências mais bonitas que existem.
E agora, vale a pergunta — não sobre o outro, mas sobre você:
Será que, em algum nível, você também tem evitado ocupar espaços?
Será que tem se diminuído, se escondido, se poupado… por medo, por traumas, por insegurança?
Porque existir de verdade exige presença.
E talvez esteja na hora de deixar de apenas passar pela vida…
e começar, aos poucos, a fazer parte dela.
Sinto falta de você
Você é a pessoa que eu mais amei.
O que eu fiz de errado? Até hoje não sei,
Me deixou, disse que não me ama mais.
E falou que não vai olhar para tas.
Por quê? Aonde eu errei?
Se foi apenas por você que me apaixonei?
Se foi apenas você que eu amei?
Meu coração ainda grita por você,
eu ainda amo você
ainda sinto sua falta, falta de você
Por favor me explique o porque?
Me diz aonde eu errei?
(ÁG)
Nenhuma pessoa é ou se transforma em algo que não pode ser substituído, porém, com um alto nível de compromisso, ela pode se tornar essencial.
É melhor você saber que não faz mais parte da vida da pessoa do que ficar em dúvida e fantasiando coisas que não irão acontecer.🤦♂️
Dinheiro não cria comida. Pessoas criam, comida dá na terra. Dinheiro não constrói casas. Pessoas constroem. Dinheiro não cura. Pessoas curam.
Você acha que sofreu pois tinha um bom coração (um bom caráter) e a pessoa não te valorizou. Engana-se! Seu coração agiu com podridão, e mesmo a pessoa mais errada não suporta gente mal-caráter, pois o espelho incomoda quando a imagem é feia e suja.
Agir de bom coração com gente má e agir de má fé com gente boa, isso mostra o qual podre pode ser é um coração contaminado com arrogancia e prepotencia. Esperar ser admirada mentindo e traindo? Por quem? Está procurando um bandido?
Existe pessoa pior de lidar do que aquela
ignorante
(no sentido de não querer saber ou aceitar um fato tal como é),
prepotente, arrogante
e, para completar e enriquecer
as “qualidades cognitivas e sociais”,
vulgar e agressiva em suas externações verbais?!!...
E, lamentavelmente, no nosso Brasil
(e não somente),
temos um número notável
de indivíduos com essas
“riquezas” de caráter e comportamento...
Mesmo com toda a riqueza de informação à disposição,
vejo muitos desinformados...
Mesmo com excelentes formaturas,
vejo muitos mal formados...
Por que será, hein?!!..
✍©️@MiriamDaCosta
Eu não sei se vc foi a pessoa certa na hora errada, mas eu nunca vou esquecer aqueles dias em que nós achávamos que o nosso amor daria certo, é triste lembrar de tudo que nós vivemos e perceber que agr serão só boas memórias.
Infelizmente agr vc é só alguém que eu conheci e eu fico pensando "pq acabou?" Talvez hoje estaríamos felizes e eu não estaria sentindo tanto sua falta, eu ainda me lembro do seus "bom dia mnh princesa", e tá mto difícil e um adeus eu te peço perdão, eu dei meu melhor mais mesmo assim não foi o suficiente pra vc.
