Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Em uma época, todos nós somos filhos. Em outra, nos tornamos pais. É nossa vez de cuidar de quem cuidou de nós.
Narrativa Visual: Contando Histórias com a Lente
Toda fotografia é uma história, mesmo que silenciosa. A narrativa visual surge quando cada elemento da cena – gesto, expressão, luz, sombra e ambiente – se combina para transmitir emoção e sentido.
Tecnicamente, o fotógrafo precisa dominar composição, enquadramento e perspectiva para guiar o olhar do espectador, mas a essência da narrativa está na sensibilidade de perceber o que realmente importa naquele instante. Cada detalhe contribui para a história: uma mão que toca, um olhar que se desvia, uma expressão que revela mais do que palavras poderiam.
Mais do que técnica, é sentir o momento, perceber o contexto e registrar a vida em sua autenticidade. Quando feito com atenção e entrega, cada clique se transforma em narrativa viva, capaz de envolver, emocionar e transportar quem observa para dentro da cena.
A narrativa visual é a ponte entre a técnica e a emoção, mostrando que a fotografia não é apenas sobre imagens, mas sobre contar histórias que permanecem na memória.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Acordar cedo e partir para um lugar, uma parte do céu, onde deixamos os problemas e voltamos com lembranças das vibes... onde viajamos para viajar e voltamos melhores sempre. Lugar de paz de conhecer a sí mesmo e compreender a grandiosidade e a perfeição de Deus. Com a ajuda de uma prancha e bons ventos partimos ligados ao mar e em Deus sempre.
A manhã de um novo dia, merece ser escrita com uma caneta nova de cor nova
Porque na vida as cores também são outras e as coisas também são NOVAS.
Pobre Marilyn Monroe,morreu porque nunca foi amada de verdade,o amor dos homens acabou por ser uma santissíma mentira disfarçada de lindas palavras e boas intençoes,assim morrem ás DEUSAS NA TERRA.
O covarde nunca mantém a sua palavra, por que manter a palavra é comprometimento, e uma coisa que os covardes não honram é o que dizem.
Devaneios de uma mente Atormentada
A noite por mais que seja sombria, Fria e vazia, ela é bela, o vazio que se aloca nas ruas com o avançar da noite preenche meu espírito vazio, que deseja novas experiências.
[...]
Anseios de coisas que eu não posso ter, estão entranhadas no fundo da minha alma, Que lá foram colocados pelo meu medo sagaz, que não quer me ver com o novo e desconhecido.
[...]
A imensidão do céu estrelado faz me sentir pequeno e insignificante diante de tal grandiosidade, Mas o fato de eu saber que faço parte e tenho meu papel em tal obra, eu me sinto grande novamente.
[...]
Meu espírito puro não consegue ver as mentiras e falsidades que o cercam, Não consigo mensurar o que sinto diante disto, pois sou tão ingênuo para entender tudo isto.
[...]
Em noites frias e trevosas me pego do alto observando o vazio das ruas, imaginando ali 1 milhão de coisas acontecendo ao mesmo tempo, e essas um milhão de coisas são tão arrepiantes e devastadoras que me vejo chorando diante de tudo isto.
15/08/2015 11.28 pm, Juliano fraissat.
O pior inimigo que o ser humano pode ter é uma mente muito fantasiosa ou muito realista...
Uma te deixa frágil
A outra te deixa fria
As duas podem te machucar
Julgamentos precipitados
Um dia eu estava conversando com amigos numa sorveteria, quando uma mulher com quatro crianças entrou na loja. As crianças fizeram uma algazarra, gritando, berrando e provocando uma confusão generalizada. O que mais me chocou foi ver a mãe completamente alheia à perturbação que os filhos estavam causando. Por fim, não consegui me conter. Levantei-me, fui até onde ela estava sentada e falei: “A senhora não acha que deveria pelo menos tentar controlar seus filhos?” Ela ergueu os olhos esgazeados para mim, depois olhou para as crianças e disse: “Me desculpe. Acabamos de sair do hospital. Meu marido morreu uma hora atrás e eu trouxe as crianças aqui porque não sabia o que fazer.”
Como você acha que eu me senti? Somos muito rápidos para julgar pessoas e situações. E nós as julgamos a partir de nosso ponto de vista, com base na nossa experiência de vida. Tudo parece diferente dependendo do prisma pelo qual se está olhando.
É fácil criar o hábito de julgar. Um diálogo interno baseado em julgamentos não cria nada, a não ser inquietação e insatisfação. Um diálogo externo baseado em julgamentos destrói a comunicação honesta e aberta, porque ninguém quer ficar vulnerável diante de alguém que está sempre julgando.
Durante as próximas 24 horas, tente não julgar ninguém nem qualquer situação. Dê às pessoas o benefício da dúvida. Procure ver a situação do ponto de vista delas. Pratique o não-julgamento, ele incentiva a comunicação aberta e honesta, e gera intimidade.
O julgamento é um dos venenos mais capazes de matar os relacionamentos. Comece cada dia com a afirmação “Eu hoje não vou julgar nada nem ninguém”. Quando tentei fazer esse exercício pela primeira vez, fiquei atônito e encabulado com a quantidade de julgamentos que surgem na minha mente ao longo do dia. Se você é assim, repita a cada hora, sem exceção: “Durante a próxima hora, não vou julgar nada nem ninguém”. O caminho para a intimidade está completamente fechado para quem não se dispuser ao não-julgamento.
Do livro “Os sete níveis da intimidade”
Quase nada é tão redundante quanto chamar uma eleição de festa democrática, num país onde o voto é obrigatório.
A esperança é cheia de confiança. É algo maravilhoso e belo, uma lâmpada iluminada em nosso coração. É o motor da vida. É uma luz no direção do futuro.
