Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Quem se define se limita

Não quero me definir, quem se define se limita
Meu único limite é a minha consciência.
Sei quem sou, mas prefiro não ter uma opinião formada sobre mim.
O mundo está em constante mudança.
Tenho princípios constantes, concretos, que se adaptam aos dias que passam.
Eu sei o que quero, mas amanhã posso querer outra coisa, posso não querer mais nada.
Tenho sonhos, objetivos, penso no futuro, mas sem complexidade.
O futuro é simples, depende do seu ponto de vista

Não me condene quando eu falo o que penso.

Dan: Sócrates estou um pouco apressado, você pode não demorar?
Sócrates: Tudo bem.
E joga Dan no lago. Dan sai furioso:
Dan: Ei! Estou falando com você! Qual o seu problema hein?
Sócrates: Você estava com pressa.
Dan: Por isso me empurro na ponte?
Sócrates: Eu esvaziei sua mente.
Dan: Você o que?
Sócrates: Eu a esvaziei.
Dan: Não esvaziou não! Você me jogou no rio.
Sócrates: E no que você pensou enquanto caia?
Dan: Não sei!
Sócrates: Estava pensando na escola?
Dan: Não!
Sócrates: Nas compras?
Dan: Não!
Sócrates: Onde estava indo?
Dan: Não...
Sócrates: Estava 100% dedicado à experiência que estava tendo. Tem até uma palavra para isso: Ahhhhhh!!!!
Dan: Você é maluco sabia?
Sócrates: É preciso praticar a vida toda.

Me entupo de ausências, me esvazio de excessos. Eu não caibo no estreito, eu só vivo nos extremos.

Marla de Queiroz

Nota: O pensamento costuma ser erroneamente atribuído a Clarice Lispector. Acredita-se que a confusão aconteça pois a poeta Marla faz uma referência a Clarice em seu texto.

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Silêncio Amoroso
Preciso do teu silêncio
cúmplice sobre minhas falhas.
Não fale.
Um sopro, a menor vogal pode me desamparar.
E se eu abrir a boca minha alma vai rachar.
O silêncio, aprendo, pode construir. É um modo
denso/tenso - de coexistir.
Calar, às vezes, é fina forma de amar.

Não importa o que aconteça. Você sempre terá o seu valor. Não perca a esperança.

O apanhador de desperdícios
Uso a palavra para compor meus silêncios.
Não gosto das palavras
fatigadas de informar.
Dou mais respeito
às que vivem de barriga no chão
tipo água pedra sapo.
Entendo bem o sotaque das águas
Dou respeito às coisas desimportantes
e aos seres desimportantes.
Prezo insetos mais que aviões.
Prezo a velocidade
das tartarugas mais que a dos mísseis.
Tenho em mim um atraso de nascença.
Eu fui aparelhado
para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios:
Amo os restos
como as boas moscas.
Queria que a minha voz tivesse um formato de canto.
Porque eu não sou da informática:
eu sou da invencionática.
Só uso a palavra para compor meus silêncios

Eu pinto flores para que elas não morram.

O cristianismo prega o valor infinito do que aparenta não ter valor e a inutilidade infinita do que aparenta ser valioso.

Eu morri,
Estou morta.
Ainda respiro,
Mas não sinto nada.

Não sei se alguém lhes avisou, mas o fato é este: Haja o que houver, esta vida sempre termina mal.
A próxima é que é o negócio.
Tudo o que fazemos neste mundo não deve ser movido pela esperança de dias melhores, mas exclusivamente pelo amor a Deus e ao próximo.
Isso é toda a Lei e os profetas.

Tenho morrido muitas vezes. Depois, respiro fundo, lavo o rosto, sigo em frente.
Não é fácil morrer, difícil é renascer, fingir-se de sol, cegar a lua, beber o mar.
Detestável seria ter a covardia dos que me mataram.
Eu sigo renascendo, eles seguem covardes.

Sem a visão de um objetivo, um homem não pode gerir a sua própria vida, e muito menos a vida dos outros.

Genghis Khan
WEATHERFORD, J. Genghis Khan and the Making of the Modern World. New York: Random House LLC, 2005.
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Não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa.

Marla de Queiroz

Nota: Trecho de texto de Marla de Queiroz. Por vezes atribuído, de forma errônea, a Caio Fernando Abreu.

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Eu não sou pergunta nem exclamação. Não sou perfeição, nem feia nem bonita, nem exceção.Tenho idéias demais, disposição de menos e um bloco de notas em branco.Não tenho estilo próprio e admiro pessoas que pintam o cabelo de azul sem receio.Não gosto de pessoas que reclamam de tudo e que só usam a palavra ‘não’.Acredite,o vocabulário se torna bem mais extenso por se conhecer o ‘sim’.Me faço de vítima, de intelectual , de psicóloga.E quando me perguntam se estou triste digo que não, estou cansada. Eu gosto de silêncio de dentro e as vezes de fora.Eu quero mais emoção, mais açúcar , menos preocupação.Quero viajar menos dentro de mim e ver tudo que está lá fora.Quero sucesso com todos os ‘s’ e uma casa branca no alto de uma montanha verde com um mar azul em frente e um conversível vermelho na garagem.Quero cabeça branca e vida colorida.Na rua eu ando depressa mas no fundo eu sou só preguiça.Adoro dar presentes, vivo dando fora, as vezes perco a hora mas sei que um dia eu chego lá. Dizem que sou doce, que sou estressada, que tenho papo cabeça , que sou engraçada,que sou um tédio, que eu sou demais e até que eu não existo.O que eu sei sobre mim é quase nada.Tenho uma manchinha na perna, não sou boa em matemática, digo que sei cozinhar mas é rolo, só sei fazer bolo.E de caixinha.

Quando a sorte lhe sorrir, por que não sorrir de volta?

Podem dizer que eu não tenho tática e não sei jogar, mas vontade e determinação nunca vão me faltar!

"Não devemos chorar muito tempo pelo que deu errado em nossas vidas...
Chorar apenas pra tirar a tristeza do coração e então se levantar ... bater a poeira ...
E recomeçar a caminhada rumo a felicidade"

Anormal - Crônicas da Vida

Eu hoje estou num estágio de loucura total, não estou escrevendo nada de mais, só lhes digo que no dicionário da minha vida não existe a palavra normal. É impossível usá-la. Para falar a verdade devo dizer que essa palavra nunca deveria ter existido, não pras pessoas. Só um louco inventaria algo assim!

Quem não domina a si mesmo não encontra a liberdade.