Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Normal quem ama demais entrar em colapso ante uma traição... um amor traído mata o coração e fere a alma.
O tempo, ah, o tempo cuida da cicatriz, mas a dor...
jamais será esquecida.
Um filho, numa mulher, é uma transformação. Até uma cretina, quando tem um filho, melhora.
E mesmo que em uma fase a sua melhor amiga esteja um pouco distante, o amor, a confiança e intimidade tornam essa distância menor.
Sou o maior mentiroso do mundo. É bárbaro. Se vou até a esquina comprar uma revista e alguém me pergunta onde é que estou indo, sou capaz de dizer que vou a uma ópera. É terrível.
Vivemos em uma época primitiva... nem selvagem nem sábia. Medidas paliativas são a sua maldição, qualquer sociedade racional ou me mataria ou faria algo de útil comigo.
A vida parece nada mais do que uma rápida sucessão de nadas atarefados.
Uma das coisas mais valiosas que aprendi é que ninguém é perfeito. Pelo contrário, as pessoas, em sua maioria, tem muito mais defeitos que qualidades. Aprendi da pior forma possível que não podemos confiar nas pessoas, elas são tão contraditórias quanto uma cobra, literalmente.
Por melhores que as pessoas possam ser, elas tem defeitos, e ás vezes mesmo sem querer elas te decepcionam… Ás vezes, gostamos tanto das pessoas, que criamos a ilusão de que ela é perfeita.
E queremos que elas nos entendam e façam coisas por nós que só nos mesmos podemos fazer. A verdade é que a gente nasce sozinho, e morre sozinho. E as pessoas que passam por nossa vida durante esse meio tempo, são pessoas passageiras. Algumas morrem, outras se mudam, outras perdem o contato. É sempre assim.. Essa história de basear sua vida e sua felicidade na vida de outra pessoa é o maior jeito de se auto-destruir. Por mais que nós seres humanos nos apeguemos a outras pessoas, a gente não pode nunca, nunca, depender de alguém pra alguma coisa.
Dependência emocional é uma das coisas mais perigosas que existem.
Uma mãe levou seu filho ao Mahatma Gandhi e implorou: “por favor, Mahatma, peça ao meu filho para não comer açúcar”. Gandhi, depois de uma pausa, pediu: “me traga seu filho daqui a duas semanas”.
Duas semanas depois, ela voltou com o filho. Gandhi olhou bem fundo nos olhos do garoto e disse: “não coma açúcar”.
Agradecida – mas perplexa – a mulher perguntou: ” por que me pediu duas semanas? Podia ter dito a mesma coisa antes!”
E Gandhi respondeu: “há duas semanas atrás, eu estava comendo açúcar”.
Que importa a vida real? Nós vivemos uma vida tão ociosa, tão parada, tão desprezível, estamos tão descontentes da nossa sorte, tão enfastiados da nossa existência!
