Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Você provavelmente terá de entrar em uma batalha mais de uma vez para vencê-la.

Um herói pode sempre superar uma situação complicada!

Debaixo daquela farda existe uma vida.

"Uma vez ouvi falar que é mais dificil esquecer e aceitar a perda de algo que você nunca teve, do que esquecer e aceitar a perda de algo que um dia foi seu"

Quando ela era apenas uma garota ela esperava o mundo. Mas ele vôou fora de seu alcance, então ela fugiu em seu sono. E sonhava com o paraíso, toda vez que ela fechava os olhos.

As pessoas são uma pilha miserável de segredos.

O que vivemos foi só um acaso e nada mais, só uma vírgula numa história que nem começou. Claro que, para mim, foi tudo muito mais que isso. Mas, infelizmente, o destino foi duro e não quis assim.

A família pode ser uma de nossas maiores fontes de felicidade. Nenhum amor é tão profundo, nenhuma alegria tão plena quanto aquela que pode existir dentro do círculo familiar. A família pode ajudar-nos a receber o melhor que a vida tem a oferecer.
Na família é possível também sentir a mais profunda tristeza. As famílias podem vacilar, e até mesmo falhar. Contudo, é possível ser feliz em família, mesmo quando passamos por tristezas.
Assim como com todas as outras coisas de valor, o relacionamento familiar dá trabalho, mas vale a pena, porque a família foi feita para ficar junta para sempre e para dar-nos alegria.

Uma coisa é o pensamento, outra a ação e outra a imagem da ação.

- Uma vez um homem sábio disse que a história é definida por conversas em mesas elegantes.
- E quem disse isso?
- Eu, agora.

Sinto um vazio imenso dentro de mim. Estou perdida nesse precipício escuro em busca de uma luz, de uma solucão. Estou procurando você.

Na essência de todas as lendas existe uma verdade, alguns poucos bravos unidos para salvar seus mundos, podemos ser heróis em nossa própria vida, cada um de nós, se tivermos coragem para tentar.

Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa, certa vez desafiou um mestre Zen a explicar o conceito de céu e inferno.
Mas o monge respondeu-lhe com desprezo:
– Não passas de um rústico… não vou desperdiçar meu tempo com gente da tua laia!
Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando a espada da bainha, berrou:
– Eu poderia te matar por tua impertinência.
– Isso – respondeu calmamente o monge – é o inferno.
Espantado por reconhecer como verdadeiro o que o mestre dizia acerca da cólera que o dominara, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo ao monge a revelação.
– E isso – disse o monge – é o céu.

Daniel Goleman
Inteligência emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.

Todos merecem uma segunda chance...até o amor.

Octavio Paz escreveu uma vez: "Solidão é um fato profundo da humanidade. O homem é o único ser que sabe quando ele está sozinho."

Sou a favor de tudo que ajuda a atravessar a noite - seja uma oração, tranquilizante ou uma garrafa de Jack Daniels.

Destino é para os perdedores. É só uma desculpa idiota para esperar que as coisas aconteçam ao invés de fazê-las acontecer.

VIVÊNCIA

É quando a vida nos ensina
Uma “nova” lição
Em cada velha esquina.

Amor é uma injustiça, minha filha.
Uma monstruosidade.
Você mentirá várias vezes que nunca amará ele de novo e sempre amará, absolutamente porque não tem nenhum controle sobre o amor.

Crepúsculo de Outono

O crepúsculo cai, manso como uma bênção.
Dir-se-á que o rio chora a prisão de seu leito...
As grandes mãos da sombra evangélicas pensam
As feridas que a vida abriu em cada peito.

O outono amarelece e despoja os lariços.
Um corvo passa e grasna, e deixa esparso no ar
O terror augural de encantos e feitiços.
As flores morrem. Toda a relva entra a murchar.

Os pinheiros porém viçam, e serão breve
Todo o verde que a vista espairecendo vejas,
Mais negros sobre a alvura unânime da neve,
Altos e espirituais como flechas de igrejas.

Um sino plange. A sua voz ritma o murmúrio
Do rio, e isso parece a voz da solidão.
E essa voz enche o vale... o horizonte purpúreo...
Consoladora como um divino perdão.

O sol fundiu a neve. A folhagem vermelha
Reponta. Apenas há, nos barrancos retortos,
Flocos, que a luz do poente extática semelha
A um rebanho infeliz de cordeirinhos mortos.

A sombra casa os sons numa grave harmonia.
E tamanha esperança e uma tão grande paz
Avultam do clarão que cinge a serrania,
Como se houvesse aurora e o mar cantando atrás.

Manuel Bandeira
BANDEIRA, M. A Cinza das Horas, 1917