Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Você pode fazer tudo que puder por alguém, você pode dar e mudar a vida por essa pessoa, você pode comprar um milhão de presentes, fazer um milhão de agrados, mas nada disso conquistará o amor.
As pessoas confundem amor com agradecimento e comodidade, amar não é ser fiel e feliz com uma pessoa que faz tudo por você, amor vai muito além de fidelidade e se sentir bem com alguém.
Concordo que tal sentimento pode ser construído, mas jamais concordarei que é adquirido com o tempo. Se você está com a pessoa a mais de um ano e não sabe se a ama, volte 12 casas e vá procurar alguém que consiga tirar seu coração pela boca sem necessariamente ter que mover o mundo por você, alguém que faça você querer mudar a vida simplesmente para tê-la ao seu lado.
Não seja injusto com alguém que te faz bem. Caso você não sinta amor vá procurar saber o que é com outra pessoa e deixe alguém que você sabe que é especial, mas não pode corresponder, ser feliz.
Diferencie amor de gratidão e queira conhecer o sentimento mais lindo que existe. Também aprenda a não ser egoísta e deixe esse alguém que te faz bem, mas que você não ama, sentir alguém a amando.
Lembre-se: todo mundo merece se sentir amado, todo mundo merece amor.
Ouvir um eu te amo da pessoa amada logo pela manhã nos dá ânimo para enfrentar oque o dia nos prepara.
A DIVERSIFICAÇÃO DOS CONCEITOS
Cada pessoa tem um conceito diferente sobre seu semelhante.
Perante a visão dos outros podemos ser
Ilustres, insignificantes, indispenáveis, medíocres,
Verdadeiros, arrogantes, adoráveis, malígnos...
Enfim...a diversão está na diversificação dos adjetivos!
Pois não somos e nunca seremos nada do que os outros pensam
Na verdade, somos apenas semelhantes de nossos semelhantes
Meros mundanos à busca da perfeição e sempre à procura da imperfeição de tudo ao nosso redor!
Sabe aquela pessoa que chega e parece o nascer do Sol, te renova, te ilumina, te anima e quando você menos espera, seu dia amanheceu, pois foi naquele momento que seu dia começou.
A maturidade é verificada quando a pessoa reconhece que é a única responsável pelos seus problemas e pelas suas alegrias.
Se aprendermos a abrir nossos corações, qualquer pessoa – incluindo aquelas que nos deixam loucos – pode ser nosso professor.
Lá na infância
Qualquer pessoa que já tenha se separado e tenha filhos sabe como a gente se preocupa com a reação deles e procura amenizar qualquer estrago provocado por essa desestruturação. É preciso munir-se de muito respeito, delicadeza e amor para que essa ruptura seja bem assimilada e não produza traumas e inseguranças.
Muito do que somos hoje, do que sofremos e do que superamos, tem a ver com aquele lugar chamado "infância", que nem sempre é um paraíso. Por mais que tenhamos brincado e recebido afeto, é lá na infância que começamos a nos formar e a nos deformar através de medos, dúvidas, sensações de abandono e, principalmente, através da busca de identidade.
Por tudo isso, estou até agora encantada com a leitura de Marcas de Nascença, fenomenal livro da canadense Nancy Huston e que deixo como dica antes de sair de férias. O livro é narrado por quatro crianças de uma mesma família, em épocas diferentes, todas quando tinham seis anos: primeiro, um garotinho totalmente presunçoso, morador da Califórnia, em 2004. Depois, o relato do pai dele, quando este também tinha seis anos, em 1982. A seguir, a avó, em 1962, e por fim a bisavó, em 1944. Ou seja, é um romance genealogicamente invertido, começando logo após o 11 de Setembro e terminando durante a Segunda Guerra Mundial, mas é também um romance psicanalítico, e é aí que se torna genial: relata com bom humor e sem sentimentalismo todo o caldeirão de emoções da infância, mostrando como nossas feridas infantis seguem abertas a longo prazo, como as fendas familiares determinam nossos futuros ódios e preconceitos e como somos "construídos" a partir das nossas dores e das nossas ilusões. Mas tudo isso numa narrativa sem ranço, absolutamente cativante, diria até alegre, mesmo diante dessas pequenas tragédias íntimas.
A autora é bastante conhecida fora do Brasil e ela própria, aos seis anos, foi abandonada pela mãe, o que explica muito do seu fascínio sobre as marcas que a infância nos impõe vida afora. É incrível como ela consegue traduzir os pensamentos infantis (que muitas vezes são adultos demais para a idade dos personagens, mas tudo bem), demonstrando que toda criança é uma observadora perspicaz do universo e que não despreza nada do que capta: toda informação e todo sentimento será transformado em traço de personalidade.
Comecei falando de separação, que é o fantasma familiar mais comum, mas há diversas outras questões que são consideradas "linhas de falha" pela autora e que são transmitidas de geração para geração. Permissividade demais gerando criaturinhas manipuladoras, mudanças constantes de endereço e de cidade provocando um desenraizamento perturbador, o testemunho constante de brigas entre pessoas que se dizem amar, promessas não-cumpridas, pais que trabalham excessivamente, a religião despertando culpas, a política induzindo a discordâncias e exílios, até mesmo uma boneca muito desejada que nunca chegou às nossas mãos: tudo o que nos aconteceu na infância ou o que não nos aconteceu acaba deixando marcas para sempre. Fazer o quê? Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas.
Você foi a pessoa certa no momento errado,Eu sei que você ficava desconfiada com a minha tristeza,Acabamos com o nosso futuro por ansiedade,De fato me machuquei mais uma vez,Poderia ter me ajuda a supera-la mostrando a sua essência,Preferiu julgar e insinuar a carência,De fato nada aconteceu, mas tudo ocorreu.
Se você é livre, precisa libertar outra pessoa. Se você tem algum poder, então seu trabalho é capacitar outra pessoa.
Acredite, corra atrás, faça por onde seus sonhos e objetivos serem realizados. E observe a pessoa que você pega na mão para atravessar a ponte da vida, lembre-se, ela pode lhe derrubar.
Nenhuma pessoa é completamente trancada no próprio mundo. Talvez o problema nem seja ela, mas a chave que você usa.
