Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Você não tem ideia do poder que você tem nas mãos, uma flor que você oferece a alguém, você ajuda a consertar meio mundo, isso é amor.
Não espere o jardim ficar bonito, faça como aquele que nunca tinha visto de perto uma flor, mas já a conhecia de cor, só de senti-la.
Não fique a todo tempo tentando ser uma estrela no céu de alguém; vá ser o sol, vá ganhar o carinho da lua, vá ser poeta!
No trânsito, cada escolha importa. Responsabilidade não é apenas cumprir uma obrigação legal; é escolher conscientemente não colocar vidas em risco.
O Chão Que Eu Deixei Limpo
Não escrevo pela vaidade do aplauso,
nem pelo adorno de uma frase bela;
escrevo pelo caminho que pisei,
pela luz que acendi na minha janela.
Quem quiser saber da minha história,
da força que trago no passo e na voz,
não me procure nos ruídos do mundo:
procure nos versos que deixo para nós.
Cada linha traz a marca da vida,
o peso do chão que eu já superei;
é o tempero da alma que não se rende,
a colheita da dor que eu enfrentei.
Se a minha escrita servir de abrigo,
se clarear a noite de quem vai passar,
então o verso cumpriu seu destino:
virou vela acesa para o outro guiar.
Eu me dou por inteira nas palavras,
sem filtro, sem pressa e sem ilusão;
quem me lê com a alma me conhece,
pois escrevo por mim, com a força do chão.
Escrever para sinalizar o caminho e deixar a caminhada mais leve para os outros é a forma mais pura de generosidade. Suas palavras viram farol.
Não é uma despedida, é só uma hipótese — dessas que a gente pensa baixinho quando o peito lembra que é finito.
Se um dia eu fo, aliás, quando eu for, quero ir sem inventar desculpas. Já pedi perdão demais por ser intenso, por sentir demais, por não caber nos silêncios que esperavam de mim. Cansei de negociar minha essência pra parecer leve.
Não quero ser lembrado por “ter sido bom”, quero ser lembrado por ter sido real. Por ter misturado ternura com acidez, fé com ceticismo, coragem com medo, e mesmo assim, ter seguido. Quero que alguém, em algum momento, perceba que viveu com um pouco mais de coragem depois de cruzar comigo. Isso já me basta. Não deixo herança: deixo faísca. Se ela acender em alguém, sigo vivo.
E se perguntarem o que aprendi, direi: aprendi a me atravessar sem mapa. A perder com dignidade. A me refazer sem plateia. E a amar sem manual — porque o amor, no fim, é o último idioma antes do silêncio.
(Douglas Duarte de Almeida)
Nem que eu tente, não sei ser minimalista. Minha história é um relicário, uma loja de móveis usados, onde tudo guarda um sentido, uma memória, uma cicatriz bonita do tempo. Cada coisa em mim já teve função, já foi abrigo, já pertenceu a outro instante. E talvez seja isso que me faz inteiro: não o espaço vazio, mas o excesso de vida guardada nas gavetas da alma.
A compaixão é uma emoção instável. Precisa ser traduzida em ação, ou desaparece. Sentir não basta. A compaixão que não se move se dissolve no conforto de quem apenas observa. Entre o que nos toca e o que fazemos com isso, existe um intervalo, e é ali que se decide se o afeto vira presença ou apenas mais uma emoção que passa.
Isso não é sobre vergonha. É sobre compreender que o passado não é uma sentença sobre o futuro. Como já dizia um filósofo há algumas décadas, os resultados de ontem podem explicar o que fomos, mas jamais determinam aquilo que ainda podemos ser.
Não espere clareza de pessoas limitadas, estas, diante de uma plantação de rosas, sempre dirão: "Eis uma plantação de espinhos!"
A Dança das Almas
Dançar com você despertou em mim
uma sensação que eu não sabia nomear.
Era leve, intensa, prazerosa...
como se cada passo revelasse
uma parte de mim que estava esquecida.
Teu corpo junto ao meu,
o encaixe perfeito em cada melodia,
como se a música conhecesse
o caminho exato até a alma.
Ah... o calor dos teus braços.
Tão incrível, tão magnífico,
tão surreal,
que por alguns instantes
o mundo inteiro pareceu silenciar.
Éramos duas almas cansadas
de viver pelos outros,
de esquecer de si mesmas,
e que encontraram, na dança,
um breve refúgio para simplesmente existir.
Foi então que compreendi:
gosto de dançar com você
porque sei que, se meus pés falharem,
suas mãos me conduzirão de volta ao ritmo.
E, ao seu lado, a vergonha desaparece.
Não preciso fingir, esconder ou parecer.
Quando você está por perto,
eu apenas sou.
E talvez essa seja
a mais bonita de todas as danças.
Você não precisa encerrar tudo com explicações perfeitas. Não precisa de uma última conversa, de um último sinal ou de mais uma tentativa.
A riqueza genuína não é uma questão de saldo bancário, mas de consciência. O bolso pode estar vazio, mas a mente deve ser um terreno fértil de possibilidades.
Se as suas palavras são apenas lamentos sobre escassez e dificuldades, você está cultivando a pobreza dentro de si. A mente cria a realidade que ela habita.
Em um evento gratuito, descobri que as pessoas mais ricas que conheci não eram as que tinham mais dinheiro, mas sim as que possuíam uma visão de mundo mais ampla e generosa. Elas entendiam que a prosperidade é um estado de espírito, não apenas um acúmulo de bens materiais.
A verdadeira riqueza é a capacidade de ver a beleza e a oportunidade onde os outros veem apenas obstáculos. É a coragem de agir em direção aos seus sonhos, independentemente das circunstâncias atuais. É a generosidade de compartilhar o que você tem, mesmo que seja apenas um sorriso ou uma palavra de encorajamento.
Portanto, liberte-se das crenças limitantes sobre dinheiro e comece a cultivar a riqueza dentro de si. Invista em sua educação, expanda sua mente, conecte-se com pessoas inspiradoras e acredite no seu potencial.
A verdadeira prosperidade o aguarda.
"Isso é apenas um desabafo nada pessoal pra ninguém leu e gostou me segue"
@EvansJ_oficial
" A face ante o espelho não de pé, de joelho no vasto da solidão as falhas de uma lâmina mistura o escarro lançado no chão. "
" Felicidade não chega, ela invade. É uma dança silenciosa que ocupa o palco inteiro do universo que a gente é por dentro. "
- Bia Moretti.
