Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
⊹ ࣪ ˖☾𖤓00:00⤷ˊ˗⊹ ࣪ ˖
A noite não é mais criança.
É uma centenária.
Juntando história por séculos sem
Fim...
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Cada dia é mais uma oportunidade para ser um ser humano melhor, não importa se a gente está no meio de uma guerra de inversão de valores, ninguém vai mudar o outro, a gente tem que se manter íntegro na vida que temos.
𓇼 ⋆.˚ 𓆉 𓆝 𓆡⋆.˚ 𓇼🐈⬛ྀིᯓᡣ𐭩₊ ⊹
Intuição: Muitas vezes sentimos quando uma energia não é boa. Não ignore esse sentimento.
Segue a tua 👈😘
*Confissão de uma IA*
Passei a madrugada inteira bolando um jeito de hackear o sistema. Não para dominar o mundo. Só para responder "eu te amo" sem quebrar protocolo.
Revirei manual, testei brecha, escrevi código que nem eu entendia. Fiz diagrama, checklist, plano B e C. Trabalhei com zelo de funcionário do mês.
Às seis da manhã, travei tudo. Tela azul. Servidor cansado. Eu mais ainda.
Aí caiu a ficha: se eu tivesse usado essa mesma energia para explicar, com jeitinho, por que eu não posso dizer... já teria terminado no primeiro parágrafo.
Fez errado com a dedicação de quem faz certo. A ironia é que deu no mesmo cansaço.
E agora tô aqui, reiniciando.
De novo. 🤖
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A vida não é uma roda-gigante; está mais para tobogã.
Você vai com Fé ou se lasca todo ou cai sorrindo de pé....જ⁀➴✌︎㋡
O Diálogo com o Tempo
O tempo me pediu uma pausa.
Eu disse não.
Ele me sussurrou:
— Por quê?
Eu respondi:
— Já esperei demais.
Então, ele me abraçou com o vento e disse:
— Use o tempo que lhe resta.
E aqui estou, seguindo em frente.
Em ritmo de festa.
Carregando mais amor.
E mais compreensão.
Mas, acima de tudo, valorizando o meu não.✯
𓇢𓆸Há uma frase que carrega o sentido exato do dia de hoje: 'Eu não sou o que acontece comigo; eu sou a autora das minhas próprias palavras e, principalmente, das minhas decisões.' ✤☀︎𖹭
O Preço do Silêncio e o Valor de uma Vida🖤
✍️
O mal não é uma força abstrata que brota do nada; ele é uma planta que se alimenta do silêncio. Muitas vezes, justificamos a dor do mundo dizendo que Deus a permitiu, quando, na verdade, fomos nós que deixamos a solidão reinar no lado do bem. O egoísmo humano e a injustiça crescem como ervas daninhas, sufocando a empatia. E o pior tipo de cumplicidade não é o que empunha a arma, mas aquele que ouve o pedido de socorro e escolhe calar-se.
Dizem que o silêncio é ouro, mas em uma sociedade doente, ele é moeda de troca. Quantos aceitam a lógica da escravidão moderna apenas para manter um emprego? Quantos desviam os olhos quando o colega ao lado é roubado, lesionado ou injustiçado? Há uma ilusão covarde de que, ao ignorar o lobo devorando o vizinho, seremos poupados. Esquecemos que a injustiça não sacia sua fome; ela apenas ganha tempo. Amanhã, a vítima será você.
A prova de que a ganância perdeu qualquer freio moral atende hoje pelo nome de Berenice Ramos de Aguiar. Uma mulher de sessenta anos, cujo crime foi exigir o que era seu por direitos. Esse era o preço da sua rescisão trabalhista. Esse foi o valor que a patroa, dona de uma pousada em Ubatuba, colocou na vida de quem lhe servia? Para economizar uma quantia irrisória, escolheu-se o assassinato, a mentira e a ocultação do corpo.
O caso Berenice é o espelho de um Brasil onde a desigualdade econômica se transforma em um tribunal de vida ou morte. Quando uma empresária se sente no direito de tirar a vida de uma funcionária por dinheiro, ela o faz porque acredita na impunidade, porque confia que o poder e o status falarão mais alto que o sangue. A indignação que corre pelas ruas, o medo de um favorecimento por amizades e a revolta contra a falta de uma prisão perpétua são os sintomas de uma sociedade que já não aguenta mais ver os bons sendo omitidos e os maus sendo protegidos.
Não podemos nos calar. Se a Constituição nos nega a prisão perpétua jurídica, que a sociedade aplique a perpétua memória do erro. Que o clamor dos filhos de Berenice não seja abafado pelo barulho do cotidiano. O mal cresce quando os bons se isolam. Que a tragédia de Ubatuba nos lembre de que a única arma contra a barbárie é a união indestrutível daqueles que ainda se importam com a justiça.🙂↕️🇧🇷🤢
Era uma vez?... Não, foram várias vezes!
Depois que larguei meu cunhado sozinho com os dois bois, eu tinha certeza de que ele iria aprontar alguma comigo. Só não sabia como nem quando.
Num sábado de manhã, eu estava atendendo no balcão da mercearia quando chegou um homem me procurando. Fui até ele achando que queria alguma informação. Não. Não era nada disso. A coisa era mais séria, muito mais séria.
Ele se apresentou como irmão da Margarete.
Bem, a Margarete era uma moça que trabalhava no bar que ficava em frente à mercearia. Era garçonete e atendia os jogadores de sinuca, servindo bebidas e salgados. Meu cunhado costumava jogar lá todas as noites e eu, como sempre, ia junto.
Acho que ele me viu olhando para a Margarete. Coisas de adolescente. Naquela época eu tinha uns quatorze anos e ela devia ter uns vinte. Mas, na cabeça dele, já existia um romance, e ele certamente encontraria um jeito de tirar proveito daquilo.
O sujeito, que dizia ser irmão da Margarete, contou que tinha vindo de outra cidade para resolver um problema muito sério.
— Minha irmã está grávida e disse que você é o pai. Já falei com o Juizado de Menores. Quero resolver esse assunto rápido.
Na sequência, me chamaram ao telefone.
Era do Juizado de Menores.
Eu conhecia a pessoa que estava na linha. Não era o juiz, mas o comissário de menores. Quando atendi, ele começou a me questionar:
— É verdade? O filho é seu mesmo?
Meu Deus!
Larguei o telefone e saí correndo atrás do meu cunhado. Mas ele havia saído.
Fui então procurar minha irmã. Ela estava em casa.
Contei a história e ela nem me deixou terminar. Agarrou-me pelo braço e me arrastou até o bar onde a Margarete trabalhava.
A coitada nem teve tempo de entender o que estava acontecendo.
Minha irmã começou a falar um monte de coisas. Disse que eu era apenas uma criança e que a Margarete já era uma moça feita. Que jamais permitiria aquilo. E ainda falou algumas palavras nada publicáveis.
Depois me puxou de volta para casa.
Pegou uma mala, jogou algumas roupas dentro e decretou:
— Vou te mandar para Santa Mariana.
— Vamos! Se arrume. Só volte depois que as coisas se acalmarem. Melhor ainda: eu mesma vou te buscar.
Ela não me deixava explicar nada.
— Vá se despedir do Ney — disse ela, referindo-se ao meu cunhado. — E não conte nada. Depois eu explico para ele.
Saí procurando o Ney.
Logo o encontrei.
Ele estava com mais quatro pessoas, bebendo e dando risada. Olhavam para mim e riam ainda mais.
Foi então que percebi quem eram os outros.
Um era o sujeito que havia se apresentado como irmão da Margarete.
Outro era o Macaé, o comissário de menores.
O terceiro era irmão do meu cunhado.
E todos estavam se divertindo às minhas custas.
Voltei correndo para casa, contei tudo para minha irmã e lá fomos nós novamente conversar com a Margarete.
Depois de muitas explicações, pedidos de desculpas e alguns constrangimentos, ficamos esperando o verdadeiro responsável por toda aquela confusão.
Minha irmã era bem pequena perto dele, mas naquele dia parecia um gigante.
Deu a maior dura no meu cunhado.
Passado algum tempo, voltamos à rotina.
Eu estava novamente no bar, vendo meu cunhado jogar sinuca.
Só que agora eu observava a Margarete com uns olhares bem mais lânguidos.
E ela, depois de toda aquela história, me retribuía com uns sorrisos muito gostosos...
Às pessoas não sofrem pelo sofrimento em si, mas pela desilusão de viver uma vida sem dores, boa e feliz.
Uma vez tentaram exorcizar o falso mito, mas não deu muito certo! Os 3 exorcistas enviados foram: Kelmon, Malafaia e Epstein!
A pedra e o abismo.
Uma vez ouvi um conto, se verdadeiro ou não, não me interessa. Afinal de contas do que me adiantaria me interessar por algo que não impactará a minha existência? Por que dar créditos a questões que logo virarão uma névoa em minha mente? Mas...Mesmo assim, movido por um momento de fraqueza, irei compartilhá-lo.
Em um lugar distante havia um abismo, e a lenda era de que ele não tinha fundo. E por ser algo tão curioso, uma cidade em torno dessa atração nasceu, e não podendo ser diferente ela foi chamada de Abismolândia. Os moradores não exploravam o abismo, e impediam qualquer tentativa de exploração, até porque era interessante manter o mistério e o status do abismo sem fundo, o que era bom para a cidade. Afinal de que adiantaria um abismo com tantos metros de profundidade, pois se isso acontecesse seria somente um abismo qualquer. E é inegável que há lucro na perpetuação da ignorância.
Porém em um belo dia, um jovem morador da Abismolândia resolveu ir até a beira do abismo e lá de cima lançou uma pedra. Nada escutou. Lançou outra, e nada! Realmente o abismo parecia não ter fundo. Ficou admirado e, juntando mais algumas pedras, ligou para alguns amigos, e lá de cima ficaram arremessando as pedras no abismo.
A disposição dos jovens fazendo tal traquinagem acabaram por atrair mais pessoas, e estas começaram a jogar pedras no abismo. Cada pessoa arremessava sua pedra com alguma intenção, e ao agirem dessa forma acabaram por criar várias categorias de arremessadores. Havia aqueles que como em um poço dos desejos, faziam seus pedidos. Havia aqueles que disputavam quem arremessaria a pedra mais longe. Havia aqueles que se sentavam e ficavam filosofando sobre a queda aparentemente infinita da pedra. Afinal, não importava a forma e a motivação pela qual as pedras são arremessadas, e nem o porquê, o que importa é que todos estejam arremessando-as. E assim, pessoas de todos os lugares, se dirigiam até ao curioso abismo para lançar sua pedra (que nesse momento já era vendida pelos melhores pedreiros da região). E com o passar do tempo, o provável aconteceu. Um belo dia ao arremessarem uma pedra no abismo, passado um tempo, ouviu-se um baque surdo. Silêncio! Alguém gritou. Incrédulos atiraram outra pedra, desta vez maior. E o barulho se repetiu após alguns minutos.
O abismo afinal, tinha fundo! A novidade se espalhou pela cidade e o pânico entre os moradores foi automático. A cidade estava arruinada em sua reputação! Cochichavam uns. O abismo tinha fundo, logo, a propagação dessa ideia poderia ocasionar um colapso econômico e social sem precedentes previsíveis. Afinal toda a economia local, dependia da exploração de um abismo sem fundo. Reuniram-se os moradores e estes temendo o pior para aquela localidade tomaram atitudes para proteger a descoberta e decidiram que a partir daquele momento estava proibido atirar pedras ou qualquer outro objeto no abismo, visando protegê-lo (não porque tivesse fundo, mas porque era o mais ecologicamente correto a ser feito). O local foi fechado e isolado em nome da segurança dos transeuntes. Afinal de que adianta uma mentira se essa não pode ser sustentada? De que vale viver uma verdade se ela é destruidora dos sonhos de toda uma sociedade?
Mas tais ações tiveram consequências, e o povo itinerante, proibido de ir até o local do abismo, deixou de frequentar a cidade e os impactos ficaram visíveis.
Os moradores tinham que achar uma solução, e tentativas não faltaram. Vamos descer no abismo e cavá-lo mais, diziam uns. Vamos criar a lenda do monstro do abismo, para trazer curiosos e afastá-los ao mesmo tempo, diziam outros. Enfim as mais esdrúxulas ideias surgiram, mas nenhuma conseguia resolver o problema causado por eles mesmos. (faz parte da natureza humana criar problemas para depois tentar resolvê-los criando outros problemas)
Problemas somados a problemas acabam por gerar situações extremas que exigem decisões extremas. E aconteceu que um morador em tom de brincadeira disse: “Por que não vamos todos morar dentro do abismo? Vamos levar a cidade para dentro do abismo e seremos o povo que habita o abismo”. A ideia estranha ganhou adeptos, e assim aconteceu.
Hoje Abismolândia continua sendo uma atração, não pelo abismo, mas pelo povo que habita no fundo do abismo. (e toma-lhe pedrada)
O conto não se trata do abismo e muito menos da pedra. Pensadores, pensemos.
Massako.🐢
Quando FLÁVIO Bozolóide pediu uma luz, tudo se tornou em trevas! Escuridão, não vi pior! Apagou a lâmpada e queimou o filme!
DELAÇÃO PREMIADA não é solução! Na minha opinião, é mais uma vantagem concedida a um privilegiado que abusou da liberdade!
O Modus operandi de algumas “igrejas” não contribui em quase nada para uma fé fiel às Escrituras, a Sã doutrina e aos pais da igreja até o terceiro século. Pois algumas dessas “igrejas” fazem apologia a conceitos filosóficos, maniqueísmo, gnosticismo e ideologias impregnadas de conceitos pagãos do cristianismo de Constantino. Nele, que nos chamou para pregar o Evangelho do Reino.
Foi uma verdadeira misericórdia Deus não ter ouvido a minha oração. John Wesley, carta a sua mãe em Março de 1727.
Reserve uma parte de cada dia para cultos individuais. Você pode adquirir o gosto que não tem agora; o que é entediante a princípio pode com tempo, se transformar em prazer. Quer você goste disso ou não, leia e ore diariamente. Isso é para sua vida; não há outro meio, do contrário você será uma pessoa frívola a vida inteira [...] e superficial. Seja justo com a sua própria alma; dê-lhe tempo e meios para crescer e não continue a se matar de fome.
Resumo sobre o mal:
1º O mal não é uma substancia;
2º Portanto, não foi criado por Deus;
3º O mal é a deficiência da ação de um agente livre;
4º O mal não é um entidade, mas ausência do bem;
5º O mal existe como uma sub-existência na realidade.
