Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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"Às vezes a maior ajuda que podemos dar a alguém é mostrar uma porta que ela ainda não percebeu. Mas atravessar essa porta sempre será escolha dela."
— (ChatGPT) Siger, em conversa com Régis

“A Reforma Protestante não foi uma rebelião contra a Igreja, mas uma restauração do Evangelho — o retorno da luz da graça ao centro das trevas da tradição humana, proclamando que somente a Escritura, somente a fé, somente a graça, somente Cristo e somente a Deus a glória pertencem.”

“A fé bíblica não é uma fuga da realidade nem uma negação do sofrimento; é a certeza de que, mesmo quando não conseguimos controlar o amanhã, podemos confiar naquele que continua sendo Senhor sobre o amanhã.”
(Sl 46.1)

Tenha uma vida de solução, não fique a espera da felicidade no vazio, a nossa vida é cheia de problemas, seja feliz enquanto você os resolve.

O desespero de um, não afeta a sociedade, mas o grito desesperado de uma multidão, abala as estruturas do universo inteiro!

Uma nação não é medida apenas pelo quanto produz, mas pelo peso que deixa para as próximas gerações. O verdadeiro desenvolvimento começa quando responsabilidade vale mais que promessas.

"Uma sociedade não é medida pelos prédios que ergue, mas pelas mentes que desperta.
Quando mais de um milhão de pessoas não conseguem ler uma página, a pergunta deixa de ser 'quem é o culpado?' e passa a ser: 'quem se beneficia de um povo que não consegue ler a própria história?'
A verdadeira pobreza não é a falta de dinheiro. É quando o conhecimento deixa de ser um direito e passa a ser um privilégio.
Toda geração escolhe o legado que deixará: construir escolas... ou perpetuar o silêncio.

Não se compare com ninguém, apenas me diga uma coisa:
como você se vê?
Sua incapacidade está apenas em sua mente, no fundo, você sabe que é capaz, apenas parou para ouvir aqueles que esperam o seu fracasso.
Volte ao seu propósito, eu sei que você chegará, se não parar mais para ouvir quem almeja sua queda!
Não se engane, os que tentam ti parar e desanimar, estão mais perto do que parece, afaste-se do que ti prende e ti sufoca...

⁠Quando Você Não Valoriza a Sua Vida. A vida Não te da uma Segunda Chance

O prazer é apenas uma ilusão da Mente O nosso corpo não senti prazer sem ter essa ilusão

O feminicídio é uma das faces mais cruéis da violência no Brasil. Ele não é “apenas mais um crime”: é o assassinato de mulheres por serem mulheres, resultado de uma cultura de desrespeito, posse e desvalorização da vida feminina. Sentir repulsa diante disso é o mínimo; o necessário é transformar essa repulsa em consciência, postura e ação.
Cada mulher que sofre violência é filha de alguém, muitas vezes mãe, irmã, amiga, é uma vida inteira de histórias, sonhos e contribuições interrompidas. E há um ponto que deveria nos tocar profundamente como homens: todos nós nascemos de uma mulher. Foi uma mulher que nos gerou, que enfrentou dores para nos trazer ao mundo, que nos alimentou, amamentou, cuidou e sustentou nossa vida nos momentos mais frágeis. Nossa própria existência começa no cuidado de uma mulher.
Como, então, pode existir ódio, agressão ou indiferença contra quem representa a origem da nossa vida e da vida de toda a sociedade? Respeitar mulheres não é favor, não é gentileza é princípio básico de humanidade e justiça.
Repudiar o feminicídio é dever coletivo. Isso passa por não normalizar agressões, não rir de desrespeito, não silenciar diante de sinais de violência e educar meninos e homens para o respeito, a empatia e a igualdade. Uma sociedade que não protege suas mulheres está falhando consigo mesma.
Que a indignação não seja só discurso, mas mudança real de atitude. Porque toda mulher merece viver com dignidade, segurança e liberdade. E porque a vida de uma mulher nunca pode ser tratada como algo descartável.

catching lightning


Eles não avisam quando vem.


Você pode passar uma vida inteira olhando para o céu e nunca estar no lugar certo, na hora certa, com os olhos voltados para cima. Pode ouvir trovões de longe, assistir tempestades pela janela, ver o céu se partir em luz durante alguns segundos e ainda assim nunca tocar naquilo. Porque ser atingido por um raio não é apenas difícil. É quase absurdo.


E talvez seja por isso que algumas pessoas parecem tempestades.


Elas chegam sem pedir licença, iluminam alguma coisa dentro da gente que estava há muito tempo no escuro e, quando a gente percebe, já não sabe mais se estava procurando por elas ou se apenas teve a sorte improvável de estar olhando para o céu no instante certo.


Foi assim que algumas histórias começaram.


Não com grandes promessas. Não com a certeza de que durariam para sempre. Às vezes começaram apenas com dois desconhecidos em uma festa aleatória, numa química absurda descobrindo que conseguiam conversar por horas, rir das mesmas coisas, encontrar abrigo um no outro e, sem perceber, transformar dias comuns em lembranças que o tempo teria dificuldade de apagar.


E então veio a parte que ninguém conta nas histórias de amor.


O futuro.


Porque amar alguém enquanto tudo está dando certo é quase fácil. Difícil é continuar acreditando quando a vida começa a colocar quilômetros, silêncio, mudanças e versões diferentes de vocês mesmos no caminho.


É aí que a dança começa.


Não aquela dança perfeita dos filmes, em que ninguém erra o passo e os dois sabem exatamente para onde ir.


A verdadeira.


Aquela em que um avança enquanto o outro hesita.


Em que às vezes alguém pisa no pé.


Em que uma mão se solta por alguns segundos e, ainda assim, existe alguma coisa dentro dos dois procurando o caminho de volta.


Então te pergunto


“Can I have this dance?”


Nunca foi apenas sobre uma dança.


É quase como perguntar


Você ainda segura minha mão mesmo sem saber onde isso termina?


Você ainda confia em mim quando a música muda?


Se eu tropeçar, você fica?


E talvez a resposta mais bonita não seja uma promessa de eternidade.


Talvez seja simplesmente:


eu não sei.


Mas ainda quero dançar.


Porque ninguém sabe.


Ninguém que ama de verdade recebe um mapa mostrando onde aquela história vai terminar. Não existe garantia de que duas pessoas permanecerão iguais enquanto a vida acontece ao redor delas. Não existe contrato contra a distância, contra o tempo, contra os erros ou contra aquilo que cada um ainda precisa aprender sozinho.


Existe apenas a escolha de continuar dando um passo.


Depois outro.


E outro.


Até perceber que, de alguma maneira, os dois já atravessaram uma parte enorme da música.


Talvez por isso encontrar alguém seja tão raro.


Não raro como encontrar alguém bonito.


Não raro como encontrar alguém que goste das mesmas músicas, tenha os mesmos planos ou consiga preencher perfeitamente os espaços vazios.


Raro como um raio.


Porque existem bilhões de pessoas.


Milhares de encontros possíveis.


Centenas de histórias que poderiam ter acontecido.


E, entre todas essas possibilidades, duas pessoas específicas precisam nascer na mesmo época(4 ANOS NÃO É NADA), cruzar os mesmos caminhos, dizer certas palavras, estar disponíveis naquele instante, olhar uma para a outra de determinada maneira e reconhecer alguma coisa que talvez nem saibam explicar.


A probabilidade de ser atingido por um raio é pequena.


Mas menor ainda talvez seja a chance de encontrar alguém que, depois de tudo, ainda consiga fazer você olhar para trás e pensar


“Como é que, entre tanta gente no mundo, foi justamente você?”


E é aí que a história deixa de parecer coincidência.


Não porque o destino tenha garantido um final.


Mas porque algumas pessoas são importantes demais para serem explicadas apenas pela estatística.


Talvez algumas apareçam para ficar.


Talvez outras apareçam para ensinar.


Talvez algumas precisem ir embora para que a gente compreenda o tamanho do espaço que ocupavam.


E talvez existam aquelas histórias que não cabem em nenhuma dessas categorias.


Histórias que terminam sem realmente parecer terminadas.


Que continuam existindo em pequenas coisas: uma música, uma lembrança, uma frase, uma cidade distante, uma noite qualquer em que o passado bate a porta sem avisar, você sabe que eu não mordo, né?


E então a gente entende que o tempo não apaga tudo.


Às vezes ele apenas muda a maneira como carregamos.


Eu não sei onde essa música termina.


Talvez ninguém saiba.


Mas existe alguma beleza em admitir isso.


Porque talvez amar alguém nunca tenha sido sobre saber se chegaremos ao último acorde.


Talvez tenha sido sobre olhar para a pessoa ao lado, estender a mão e perguntar novamente, mesmo depois de tudo:


“Can I have this dance?”


E se ela aceitar, não importa quantos passos já foram errados.


Não importa quantas vezes a música tenha parado.


Não importa quantos quilômetros existam entre um lugar e outro.


A gente começa de novo.


Devagar.


Sem prometer que nunca vamos cair.


Apenas lembrando que, quando duas pessoas realmente querem continuar dançando, elas não precisam conhecer o próximo passo.


Precisam apenas confiar que, quando ele chegar, haverá uma mão esperando pela outra.


E talvez seja isso que torna algumas histórias tão improváveis.


Não o fato de terem acontecido.


Mas o fato de, entre todos os raios que poderiam nunca ter caído, um ter escolhido exatamente aquele pedaço do céu.

Silêncio! O jovem vintage não binário e vegano vai mudar o mundo com mais uma performance na federal.

Durante uma crise profissional não se deixe abater. Crie outro meio de ganhar dinheiro de forma até vitalícia. Use isso tudo para planejar novos rumos. Comece hoje. Repensa sua vocação.

Existem muitos sentimentos ruins. Entre os piores está o sentimento de culpa de uma mãe que não tem mais seu filho para pedir perdão por não ter sido a mãe que ele esperava.

antes de mim.


Naquela noite eu recebi uma ligação de um número que não existia.


Não era número privado. Não era desconhecido.


Simplesmente não existia.


Ainda assim, atendi.


- Alô?


Do outro lado, silêncio.


Depois uma voz.


A minha.


- Não vá dormir hoje.


Eu ri.


Não porque fosse engraçado. Ri porque algumas coisas assustam menos quando a gente finge que são ridículas.


- Quem é?


- Você.


- Isso não tem graça.


- Eu sei.


A ligação caiu.


Fiquei olhando para o telefone por alguns segundos, esperando alguma explicação aparecer na tela. Nada.


Joguei o celular na cama e tentei esquecer.


Cinco minutos depois, bateram na porta.


Três batidas.


Sempre três.


Levantei.


Não havia ninguém.


Só um envelope no chão.


Meu nome estava escrito à mão.


Dentro havia uma foto.


Era uma foto minha dormindo.


No verso, uma frase:


“Você tem oito horas.”


Eu deveria ter chamado alguém.


Não chamei.


Talvez porque, no fundo, uma parte de mim já soubesse que aquilo não tinha começado naquela noite.


Passei a madrugada tentando encontrar uma explicação.


Procurei a origem do número.


Nada.


Revirei mensagens antigas.


Nada.


Olhei as câmeras.


Às 02:13, alguém entrou.


Era eu.


A mesma roupa que eu estava usando.


O mesmo rosto.


A mesma cicatriz pequena perto da sobrancelha.


Eu parei o vídeo.


Voltei.


Assisti de novo.


Eu entrava em casa às 02:13.


Mas eu estava em casa.


Sentado na frente daquela tela.


O vídeo continuava.


Eu aparecia no corredor.


Parava diante da minha porta.


Olhava diretamente para a câmera.


E sorria.


Depois levantava a mão.


Três batidas.


A gravação terminava.


Eu olhei para a minha porta.


Três batidas vieram do outro lado.


Não abri.


Às 05:40, alguém bateu novamente.


Dessa vez, uma mulher falou meu nome.


Eu conhecia aquela voz.


Era impossível.


Ela tinha morrido há seis meses.


Fiquei parado no meio da sala.


Ela disse:


- Você prometeu que não faria isso de novo.


Não respondi.


- Eu sei que você está aí.


Meu corpo inteiro ficou frio.


- O que eu fiz?


Silêncio.


Depois:


- Ainda não fez.


Às 06:15, recebi outra mensagem.


Uma localização.


Um endereço que eu não reconhecia.


Abaixo, apenas:


“Se quiser saber por que todos estão tentando impedir você, venha sozinho.”


Fui.


Não sei por quê.


Talvez porque algumas perguntas sejam mais perigosas quando ficam sem resposta.


O lugar era uma casa abandonada.


Entrei.


Havia fotos nas paredes.


Centenas.


Todas minhas.


Eu criança.


Eu adolescente.


Eu adulto.


Eu dormindo.


Eu chorando.


Eu dirigindo.


Eu trabalhando.


Eu abraçando pessoas.


Eu terminando relacionamentos.


Eu sozinho.


E então encontrei uma foto que me fez parar.


Era eu, sentado naquela mesma casa.


Com cinquenta e poucos anos.


Ao meu lado havia uma mulher.


Não reconheci.


Atrás da foto estava escrito:


“Primeira tentativa.”


Outra foto.


Eu, mais velho.


Sozinho.


“Segunda tentativa.”


Outra.


Eu sorrindo.


Uma família ao meu redor.


“Terceira tentativa.”


E então uma última.


Eu, exatamente como estava naquela manhã.


Abaixo:


“Quarta tentativa.”


Foi quando ouvi passos.


Virei.


Um homem entrou.


Eu conhecia aquele rosto.


Era o homem do vídeo.


Era eu.


Só que mais velho.


Muito mais velho.


Ele fechou a porta.


- Finalmente.


- O que está acontecendo?


Ele sentou.


- Você vai me odiar.


- Quem é você?


Ele respirou fundo.


- Sou a única versão sua que conseguiu chegar até aqui.


- Até onde?


Ele olhou para o relógio.


06:59.


- Até antes da escolha.


Ele explicou tudo como se estivesse contando uma história que já tinha contado muitas vezes.


Disse que aquela noite acontecia repetidamente.


Sempre.


Eu recebia a ligação.


Recebia a foto.


Via as câmeras.


Ia até aquela casa.


Encontrava ele.


E então precisava escolher.


Existiam quatro possibilidades.


Em uma, eu permanecia exatamente como era.


Em outra, mudava tudo.


Na terceira, esquecia completamente aquela noite.


Na quarta...


Ele parou.


- Na quarta, você me mata.


Eu ri.


- Por que eu faria isso?


Ele olhou para mim.


- Porque eu sou a única coisa impedindo você de ter a vida que quer.


- Que vida?


Ele não respondeu.


Foi até uma parede.


Havia uma porta.


Uma porta que eu não tinha visto antes.


Ele colocou a mão na maçaneta.


- Você precisa escolher antes das oito.


- E se eu não escolher?


- Já escolheu.


- O quê?


Ele abriu a porta.


Do outro lado havia meu quarto.


O meu quarto.


Exatamente como estava naquela noite.


Minha cama.


Meu celular.


A janela.


O envelope.


Tudo.


Eu entrei.


Na cama havia alguém dormindo.


Eu.


Ele estava dormindo profundamente.


O homem mais velho apareceu atrás de mim.


- Essa é a primeira vez.


- Primeira vez o quê?


- A primeira vez que você conseguiu chegar até aqui sem lembrar.


Olhei para o homem na cama.


- Então quem é ele?


O velho ficou em silêncio.


- Você.


- Não.


- Sim.


- Mas eu estou aqui.


Ele sorriu.


- Esse é o problema.


O relógio marcou 07:59.


Uma sirene começou a tocar em algum lugar distante.


Eu olhei novamente para a cama.


O homem dormindo abriu os olhos.


Sentou.


Olhou diretamente para mim.


E falou:


- Não vá dormir hoje.


Eu senti o sangue desaparecer do rosto.


Era a mesma frase.


A mesma voz.


A minha voz.


O velho começou a chorar.


- Não...


- O quê?


- Dessa vez foi diferente.


- O que foi diferente?


Ele apontou para mim.


- Você nunca deveria ter me visto.


A luz apagou.


Por alguns segundos, não existiu absolutamente nada.


Então ouvi uma porta fechando.


Quando a luz voltou, o velho tinha desaparecido.


A casa estava vazia.


As fotos haviam sumido.


A porta também.


Só havia uma coisa sobre a mesa.


Meu celular.


Ele estava tocando.


Olhei para a tela.


Era uma chamada recebida.


O número não existia.


Atendi.


Do outro lado, silêncio.


Depois uma voz:


- Alô?


Era minha voz.


Mas dessa vez eu não falei nada.


A voz continuou:


- Quem é?


Eu reconheci a frase.


Era exatamente o que eu havia dito naquela noite.


Então percebi.


A história não estava se repetindo.


Eu estava dentro dela.


Eu não tinha recebido uma ligação do futuro.


Eu estava ligando para o passado.


E o homem que eu havia encontrado não era uma versão futura minha.


Era a versão que existia antes de mim.


A quarta tentativa.


A terceira.


A segunda.


A primeira.


Todas as vidas.


Todas as mortes.


Todos aqueles homens.


Não eram versões diferentes.


Eram pessoas diferentes que tinham recebido a mesma ligação.


Todas achando que eram eu.


Todas tentando descobrir quem começou aquilo.


Todas chegando àquela mesma casa.


Todas encontrando alguém mais velho esperando por elas.


Até que uma delas finalmente entendesse.


Não havia nenhum primeiro homem.


Não havia começo.


Só havia o próximo.


A ligação continuava.


Eu poderia desligar.


Poderia falar.


Poderia perguntar.


Mas alguma coisa me impediu.


Então fiz a única coisa que ainda não tinha feito.


Olhei para o relógio.


08:00.


E disse:


- Não vá dormir hoje.


A ligação caiu.


Fiquei parado.


Esperando.


Três batidas vieram da porta.


Eu não me mexi.


Mais três.


Depois ouvi minha própria voz do outro lado:


- Quem é?


Eu olhei para a porta.


E, pela primeira vez, entendi o que estava acontecendo.


Não havia alguém tentando entrar.


Havia alguém tentando sair.


E eu não sabia mais de qual lado da porta estava.


Fim.


Ou talvez só mais uma tentativa.

A esperança na volta de Jesus não nos convida à espera passiva, mas a uma vida de fé, amor e fidelidade. Quem crê em Sua promessa procura honrá-Lo em cada atitude de hoje.

⁠“Quando uma mulher perde o respeito pelo marido, não precisa gritar para enfraquecê-lo; basta tratá-lo como incapaz, tomar suas decisões por ele e construir diante dos outros uma imagem negativa de sua pessoa. A filosofia nos lembra que quem tira do outro a autonomia acaba destruindo não apenas sua autoridade, mas também a própria relação que pretendia sustentar.”

Creio que minha vida não foi senão uma sucessão interminável de erros, uma sequência ininterrupta que se estende desde o instante do meu nascimento até este fim que já se insinua, quase palpável. Sim, o fim. Pois já me sinto morto enquanto escrevo, e essa sensação não me abandona. O que mais me assusta, no entanto, é perceber que não foi outro, senão eu mesmo, quem cometeu o ato fatal. Eu, e só eu, que destruí o que restava de verdadeiramente humano dentro de mim. Fui o artífice da minha própria ruína, falhei em tudo, desfigurei-me, e fiz de mim aquilo que jamais soube ser.

Depressão
Uma dor
Sem ação
O sofredor
Causa confusão
Sem noção
Não reage
Espera por algo
Que não acontecera
Sua percepcao
As vezes em outra dimensao
Nao ha realizacao
Uma triste tristeza
Do seu fim!!
Acredite o fim
Vira começo
O começo
Vira fim
Complexidade
A alegria está no transeunte.