Ha Menina Apaixonada por Rosa

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⁠Olha para o "céu" que há dentro de você e apega-te somente àquilo que valha a pena!

O amor revela nossas prioridades: sempre há tempo para o que amamos

⁠Há dias em que o coração farfalha como folhas ao vento, buscando abrigo na ternura do tempo e ressignificando os silêncios.

⁠“Há silêncios que dizem mais que mil versos — são beijos que o tempo escamoteou, guardando no espaço entre um suspiro e outro.” ©JoaoCarreiraPoeta.


Campinas, 13/12/2025.

“Entre o que foi vivido e o que virá, há um intervalo sagrado: reconhecer o que deve morrer para que algo mais verdadeiro possa nascer.” - Leonardo Azevedo.

Não há adaptabilidade sem identidade; sem identidade, há camaleonismo. Camaleonismo é adaptação por sobrevivência. Adaptabilidade é adaptação por autoria.

Não podemos passar a vida esperando. Você tem que ficar no presente, tentar aproveitar o momento. Haverá dias ruins, que você quer terminar rapidamente, mas esses são os que o forjam.
Haverá dias lindos que você não quer que eles acabem. Haverá pessoas que não querem ver você crescer, porque suas conquistas as lembram de seus fracassos. Pessoas que vivem em uma eterna competição com a qual ninguém se importa. Também haverá pessoas que ficarão felizes por você. Mas o mais importante é pensar em si mesmo, no que é bom para você. E acima de tudo, tente aproveitar tudo o que vier em seu caminho. Não sabemos quanto tempo ficaremos aqui. É agora!!!

Na mente, não há nada.
O corpo sente,
O coração vibra.
Em cada verso,
Um gole de amor,
Saciando a sede
Da alma vazia.

Quando a igualdade é compreendida, não há espaço para hierarquias falsas.
O orgulho se despedaça, a vaidade se dissolve, a ambição se paralisa
e a inveja simplesmente deixa de existir.
Nesse cenário, não há disputa, não há máscara, não há poder sobre o outro.
Há apenas a verdade nua: ninguém é maior, ninguém é menor.
A grandeza está em reconhecer que somos iguais.

Há recomeços que começam com descanso, não com movimento.

Há fases em que não crescer é sobreviver, e isso também é vitória.

Há afetos que só cumprem expediente no Natal.

Há discursos que emocionam. Há percentuais que revelam.

Em uma discussão não há um vencedor!

É uma guerra por quem grita mais alto e geralmente o seu adversário é seu amor.
Qual será o resultado desse conflito se um perceber que não há vitoriosos nessa batalha por mais amor?

Baixe a voz e levante a bandeira da PAZ!

Há batalhas que ninguém vê, mas são elas que forjam os fortes

Senhor, hoje estou triste, porque o coração pesa e as palavras parecem faltar.
Há silêncios dentro de mim que só Tu conheces.
Trago diante de Ti minhas dores, minhas dúvidas e aquilo que não consigo explicar.
Acolhe-me como estou, sem máscaras, sem força fingida.
Enxuga o que chora em segredo e acalma o que se inquieta por dentro.
Se não posso mudar as circunstâncias, muda-me por dentro.Em nome do Senhor Jesus Cristo. Amém.

Há caminhos que não se abrem pela pressa, nem pela força dos braços.
Eles se revelam quando a alma descansa e confia.
O que é verdadeiro encontra passagem, mesmo quando o coração duvida de si.
Não diminua quem você é tentando caber em medidas alheias.
O seu valor não mora na aparência, nem na comparação, nem no medo de não ser suficiente.
Ele nasce do que é sincero, do que pulsa silencioso, do que carrega intenção limpa e afeto inteiro.
Há um tempo que não se adianta.
Ele chega manso, sem alarde, quando os sentimentos estão seguros e a esperança não foi ferida.
E quando chega, nada atrapalha. Nada desvia.
Porque o que vem do alto encontra caminho.
E quando é pra ser, acontece com paz, propósito e cuidado.
Eu confio.


- Edna de Andrade

Há dias em que não durmo!
A pensar nas mentiras, e pessoas que tenho conhecidos; e ficou triste!
Triste, comigo! Por acreditar que contigo,
Que as coisas contigo serão diferentes!
Mais? a vida! Não é como nós queremos!
E no fim saímos magoado! E tenho pena!
Pena! De meter enganado tanto!

Há alturas que só se alcançam quando a gente se abaixa. Descobri isso ajoelhado, diante do meu sobrinho — um pequeno mestre que ainda chama o tempo de milagre e o quintal de mundo.

Aprender a ser grande não tem nada a ver com subir, conquistar ou colecionar aplausos. Tem a ver com reaprender a ver do chão, de baixo, da inocência que a pressa desaprende. O olhar das crianças não mede, não julga, não calcula. Apenas acolhe. E quem acolhe, cresce.

Ajoelhar é um gesto sagrado: é dizer ao universo que não se esqueceu de onde veio. É lembrar que a sabedoria mora nas alturas baixas, nas perguntas simples, nas respostas que ainda não têm forma.

Ser grande, talvez, seja isso: caber inteiro num instante pequeno.
Porque quem se abaixa para amar, se eleva sem perceber.

— Douglas Duarte de Almeida

Perdoar não é esquecer, é deixar de apodrecer por dentro. Há dores que o tempo não cura, apenas decanta. O perdão não é o antídoto do veneno, é a coragem de não bebê-lo mais. É olhar para a ferida e, em vez de perguntar “por quê?”, perguntar “até quando?”.

O perdão é uma escolha sofisticada. Não por bondade, mas por lucidez. É quando a alma entende que continuar punindo o outro é continuar se amarrando na mesma corda. E há cordas que, se a gente não solta, acabam nos enforcando em silêncio.

Perdoar não é absolver o erro, é devolver o peso. É dizer: “isso foi teu, não meu”. É o ato mais elegante de liberdade.

Porque guardar rancor é carregar um corpo morto nas costas achando que é proteção. Às vezes, o perdão não vem como gesto, vem como distância. Como aquele passo que você dá pra fora da repetição, sem plateia, sem discurso, sem aviso.

Há perdões que se dão em silêncio, e há silêncios que são o perdão em estado puro. Perdoar não é voltar — é seguir. É olhar pra trás sem desejar vingança, sem querer justiça divina, sem precisar de testemunhas. É só entender que o que te feriu não merece mais residência no teu coração.

O perdão, no fim, é uma forma de amor próprio altamente evoluída — a mais discreta e, talvez, a mais revolucionária.

(Douglas Duarte de Almeida)