Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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⁠Se há um tipo de pessoa que não angaria respeito ou mereça credibilidade alguma, é o daquela que constrói “verdades” a partir das próprias crenças sem ao menos se empenhar em entender o mínimo do que fala.

Inserida por bodstein

⁠Em um universo todo estruturado sobre o absurdo,
não há nada mais inútil do que questionar exceções.

Inserida por bodstein

⁠Há um momento na vida em que olhamos para tudo o que fazíamos antes e descobrimos que, à exceção daquelas que verdadeiramente serviam de bálsamo para o espírito, 90% delas eram supérfluas, desnecessárias ou inúteis, e causa de todos os nossos problemas

Inserida por bodstein

⁠⁠Como já alertava Carl Sagan, não há nada capaz de convencer um fanático a mudar de ideia, pois ele tem uma necessidade inabalável de acreditar nas suas próprias teses, por mais absurdas que se mostrem. Ignorem-se, pois, seus pretensos argumentos e apenas sigamos em frente, apesar dele!

Inserida por bodstein

⁠Há gente cuja felicidade se resume a sentir-se satélite de outrem, incorporando essa órbita infinita como sentido maior – ou até único – de suas vidas. Outras almejam se tornarem estrelas fulgurantes o bastante para atrair o maior número possível de satélites. Já um tipo mais raro de “estrela cadente” escolhe o brilho discreto e fugidio de um cometa, que se compraz em iluminar os lugares por onde passa sem se deter em momento algum para acolher satélites.

Inserida por bodstein

⁠O knockout de Sartre sobre Goethe – Ep. 1

Não há como ficar alheio à irracionalidade destes dias que parecem nos aproximar cada vez mais de um estágio de distopia, e cuja linha divisória não se sabe quando será cruzada. A única certeza é de que o mundo continuará seguindo sua trajetória independente de nossos bandeiras, achismos e modismos, mesmo que Sartre já o tivesse previsto há mais de 80 anos.

“Os homens. É preciso amar os homens. Os homens são admiráveis. Sinto vontade de vomitar – e de repente aqui está ela: a Náusea”, disse ele à época, e o que se seguiu depois foi a sucessão de erros que nos trouxe até este agora e que Sartre, se pudesse vê-lo, certamente o perceberia como um melancólico “déjà vu”.

Sim, até porque a vida não é um diagrama de causa e efeito, e se não temos sequer ideia de como seremos projetados nesse futuro, o que dizer de perder tempo com o “quando”? O papel que nos compete é fazer as melhores escolhas enquanto a liberdade individual se apresentar como opção, de modo a persistir na busca por significado em um mundo aparentemente insano optando deliberadamente pelo caos. Far-se-á necessário, sem dúvida, nos mantermos apegados, com unhas e dentes, à visão existencialista da liberdade humana, malgrado a indiferença do universo em relação aos nossos dramas.

A lucidez – e apenas ela – se apresentará como aliada confiável numa realidade em que ideologias, dogmas e verdades absolutas não te serão de qualquer valia, já que em tal cenário todas as tuas “crenças inquestionáveis” serão postas à prova, e terás no teu pensamento crítico e em tua busca pela verdade – aquela que não depende de mim nem de ti – o único lenitivo para seguir acreditando. Arrisco perguntar: tuas crenças ainda te servem de refúgio, ou insistes em usá-las como antídoto para teu desespero, mesmo que não acredites mais nelas?

Neste momento, és tu e tua autonomia para sonhar o agora que te serve de âncora, de modo a não seres levado de roldão para um futuro incerto, e do qual não terás garantia alguma de que sobreviverás a ele. Assume, pois, a tua parte da responsabilidade pelo que percebes, pelo que não te podes furtar da forma como o fizeste até aqui.

Vivemos um momento em que a realidade se impõe sobre o romantismo. A frieza existencial de Kierkegaard e Camus retomando o palco no qual Goethe brilhou sob os holofotes do Iluminismo, e que também acolheu Voltaire e Rousseau.

Sartre já alertava que só é livre quem pode ser responsabilizado pelas próprias ações mas, como também anunciava, esse homem circunstancial inegavelmente depende da direção dos ventos, e este pode, de quando em quando, produzir o contradicto que o eximirá da tal responsabilidade. Assim, em nome da liberdade sistêmica - dita irrenunciável – podemos destruí-la de um único golpe para garantir a pessoal. Inaceitável contradição, diriam os Iluministas, sem se estribar nas mordazes narrativas de Sartre que já alertavam para tais despropósitos do nosso cotidiano proselitista e, tanto quanto diria Nietzsche, humano, demasiado humano!
“Novos tempos”, dirão os arautos de um tempo instável o bastante para chamar de novo o que há de mais velho no mundo, que é a luta pelo protagonismo da ópera bufa que todos deverão aplaudir, incluive os que apostavam numa valsa de Strauss.

Resumo
O texto discute o pessimismo existencialista de Sartre em relação ao futuro da humanidade, contrastando-o com o otimismo iluminista de Goethe. O autor argumenta que a frieza existencialista de Sartre, representada pela ideia de que a liberdade individual é responsável pela criação do caos, se assemelha à visão de Kierkegaard e Camus, enquanto Goethe encarnava o ideal iluminista de progresso e razão. A peça argumenta que, apesar da aparente irracionalidade do mundo, a liberdade individual permanece como um refúgio contra o desespero, e a responsabilidade pela ação individual deve ser assumida mesmo em meio à incerteza do futuro.
Trata-se de um ensaio que critica a sociedade contemporânea, utilizando a filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre para analisar a perda de significado em um mundo cada vez mais caótico. O autor argumenta que, apesar das aparências, a liberdade individual continua a ser um valor fundamental em um contexto onde verdades absolutas e ideologias se esfacelam. Ele compara a situação atual ao período pós-Iluminismo, onde a frieza existencialista de Kierkegaard e Camus se sobrepõe ao otimismo de Goethe. O autor sugere que a liberdade individual, apesar de ser a chave para a ação, pode ser comprometida pela dependência às forças externas, o que resultaria em uma contradição insustentável. Ele termina o texto com uma crítica ao proselitismo e ao romantismo, defendendo a necessidade de uma postura crítica e consciente para lidar com a realidade complexa e instável em que vivemos.

Inserida por bodstein

Quem tem sabedoria divina
sabe que, onde há medo, não há amor, e onde não há amor, não há sabedoria. Sem rodeios, você tem medo de Deus?⁠

Inserida por marcelio912

Não há explicação para o amor que você sente ao observar a inocência de uma criança.

Inserida por marcelio912

⁠A religião diz: "Há milênios decidimos quem você é, o que deve pensar, o que deve dizer, o que deve fazer, a quem aplaudir e a quem odiar".

A filosofia diz: "Conhece-te a ti mesmo. Pense por conta própria e conhecerás Deus e o universo".

Inserida por marcelio912

Há milhares de crianças passando fome pelo país, mas se todos os políticos recebessem exatamente o que merecem, ia sobrar muito dinheiro pra comprar comida pra elas.

Inserida por marcelio912

A poesia é a perfeição da Palavra, mas não há palavras o suficiente pra descrever o que eu sinto por ti.

_____Te Amo_
❤🌹

Inserida por marcelio912

DOIS AMIGOS CONVERSAM ENQUANTO APRECIAM O PÔR DO SOL

Diz o primeiro:

– Sabemos que há um intervalo entre nascer e morrer, e é justamente nesse intervalo que precisamos ser boas pessoas para que assim possamos aproveitar a nossa vida ao máximo, e da melhor maneira possível.

– Sim, com certeza – concorda o outro. – O que pensa sobre a doutrina da reecarnação?

– Bom, uma das analogias que podemos fazer é de uma semente.

– Certo.

– A fruta vem da onde?

– Da árvore.

– A semente vem da onde?

– Da fruta.

– Uma vez que a semente é plantada, ela vira o quê?

– Uma árvore.

– A árvore tem um cíclo de vida, e uma vez morta, essa árvore não volta a ser uma semente, assim como não voltaremos a ser individualidades humanas. Apenas a nossa essência é guardada e protegida pelo poder de Deus.

– Entendi. A bíblia fala sobre a ressurreição dos mortos.

– Veja bem, quando uma pessoa morre, ela vira pó, certo?

– Certo.

– E o espírito retorna a Deus.

– No caso, a essência seria a espírito?

– Sim. Assim como Adão e Eva vieram do pó da terra, o mesmo acorrerá com os mortos.

– Aí eles recebem o espírito, né?

– Sim. A diferença é que Adão e Eva não morreram antes de terem sido formados do pó.

– Entendi.

– Vale lembrar que o nosso entendimento tem limites, a grandiosidade de Deus não. Não se esqueça disso.

– Eu sei. Pra Deus tudo é possível.

– Verdade.

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Inserida por marcelio912

Não se entregue a um prazer antes de ver se não há alguma armadilha ocultada nele.

_______(Nenhum prazer é um mal em si)__
Sim.

Inserida por marcelio912

Nós passávamos bons momentos juntos quando nos encontrávamos. Hoje há em mim um sentimento de que estou sabendo aproveitar as oportunidades certas. Te amo.

________Um Prenúncio Feliz__
❤️
(Sim)

Inserida por marcelio912

A perseverança é um projeto de vida que começou no plano espiritual há mais de milhões de anos.

______Sim__
(Vamos Pensar Alto nós dois
minha Branquinha)
❤️🌹

Inserida por marcelio912

⁠Há quem diga que de louco todo mundo tem um pouco
Alguns indivíduos só têm a loucura dentro de si
Quando tiram ela não sobra nada ali
Fica apenas um vazio
Como um rio, só que sem vida
Existe algo pior do que não sentir nada?

Inserida por lucasalmeidapsicol

⁠A solidão se fazia presente na minha vida durante muito tempo... há exatamente duas décadas!
Na maioria das vezes, as pessoas não me acrescentavam em nada. Muito pelo contrário, levavam o pouco que me restava.
Quando surgia alguém interessante, meu subconsciente junto com meu ego inflado dava um jeito de estragar tudo da pior forma possível.
Parecia que meus traumas estavam dispostos a acabar com tudo que me trouxesse o mínimo de felicidade. E eu aceitava tudo!

Inserida por lucasalmeidapsicol

⁠Aprecio obras de arte e também tenho um fascínio por lutas sangrentas.
Há em mim dois lados distintos; um mais intelectual e outro marginal.

Inserida por lucasalmeidapsicol

Não há assalto que valha a vida, nem vida que valha o assalto.

Inserida por moloki

⁠Onde há tanta liberdade, é claro como o dia que cada cidadão organiza sua vida como entende.

Platão
A república. In: Platão: As grande obras. Editora Mimética, 2019.
Inserida por pensador