Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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⁠Namore-se consigo mesmo!
Estou sem companhia há quase dois anos e, com isso, aprendi a me convidar a ir ao Espetto no ParkShopping... ah, lá tem música ao vivo, um bom vinho... canto, bebo, divirto-me num grau inimaginável;
pago minhas contas e saio de lá simplesmente de bem comigo
mesmo, amo. Amo esses momentos em que estou comigo, onde minha autoestima e meu auto-respeito levam-me a cuidar do meu corpo, meu cabelo, minhas unhas... e que minha paz está em alta. Nada melhor que estar em paz consigo e com tudo aquilo que fazemos e fizemos com nosso próximo; não engano, não omito e não minto.
Sou tão de bem comigo que não tenho a necessidade de um outro ser para me acompanhar a qualquer lugar que seja, a não ser que esse alguém esteja disposto a me dar as mãos, andar comigo pela rua livremente, abraçar-me quando der vontade, sem a necessidade de se esconder até dele mesmo porque deve respeito a outrem. Alguém
que saiba que a verdade e o respeito deve prevalecer em quaisquer circunstâncias.
Neste semestre voltarei a fazer minha pós, minha mente terá barulhos
de estudos, quer coisa mais gostosa que estar aprendendo? Amo ler
e viajar no tempo, no espaço... envolvo-me nas histórias de tal forma que precisei parar de ler um livro porque esse estava fazendo-me mal com tantas repugnâncias que li.
Então, voltei a amar-me mais, respeitar a necessidade que possuo
de estar em paz. Falando sobre a paz, recordei-me do desejo
que tinha quando criança. E aí você pergunta-me: _Valéria, qual era o seu desejo de infância? Respondo-lhe: _Durante toda minha infância vi meu pai discutindo com minha mãe por ciúmes ou qualquer outro motivo que ele achasse relevante, se não houvesse motivos, ele os criava. Eram discussões homéricas, quando não se voltava para nós, os filhos. Nesses momentos era que eu me recolhia à laje de casa, deitava-me sobre a laje e ficava a admirar o céu onde as nuvens levavam-me a imaginar criaturas e a criar histórias onde a paz reinava. Foi por isso que meu desejo de morar só foi instaurado no meu cerne, porque a paz é paz; é não ter que se deparar com situações que te limitam, te priva de ser quem você é, é poder reconciliar-se ao sono com a cabeça leve, sem receios de que o pesadelo possa vir a te assombrar. Respeito-me a ponto de dizer não a um novo amor caso ele seja comprometido e não vá de encontro com aquilo que acredito.
Continuo amando-me e permitindo-me estar aberta para o novo.
É assim que namoro comigo, de bem com a vida, sem o peso da consciência e livre para o novo despertar.

Inserida por Valeriateixeira

⁠Há momentos em que a alma pede silêncio, e o corpo clama por descanso. E é ai que o final de semana se revela não apenas como um intervalo na rotina, mas como um presente sagrado, para deixar de ser escravo do relógio, para agradecer a Deus pelo milagre da vida, é o momento de respirar fundo, saborear a vida, ouvir o canto dos pássaros, colocar a conversa em dia com quem se ama, abrir um bom livro, cozinhar sem pressa rir com, sem motivo, e simplesmente existir, sem
metas, sem cobrança, apenas sendo.

⁠A paz só floresce quando há verdade.

Inserida por sol_sorte

⁠Não há nada mais assustador do que a realidade

Inserida por dlavis_bravesmn

⁠Será que há pássaros? Será que há formigas? Será que há mamangavas para as passifloras? E as jataís? Será que têm girassóis formosos como os das floriculturas? Há um girassol enorme no céu, um jardim flutuante e um chuveiro frio.

Se tem jardins que flutuam, há os que habitam, há os que voam. Tem jardins que dançam e uns que florescem; portanto, floresçam onde D-us te levar.

Inserida por srtacas

⁠Há noites que paramos para observar o céu e tentar contemplar a Lua, mas só recebemos de volta a escuridão.
-
E de repente, nos damos conta, qua a escuridão tem a sua beleza também. 🖤

Inserida por leticiabeppler

⁠De todas as maneiras que há de amar nós já nos amamos.

Chico Buarque

Nota: Trecho da música De todas as maneiras.

Inserida por pensador

⁠Você que tem um negócio próprio, não consegue se questionar se realmente há outras saídas de como estender para o meio virtual e poder vender mais além do físico? Já pensou em vender os seu produtos ou seus serviços usando sites de comércio eletrônico e até redes sociais? Pode ser que aumente o campo de visão de quem busca algo relacionado ao que você faz de melhor?

Inserida por tarsis_campos

⁠A confiança é realmente um elemento-chave para construir relacionamentos duradouros. Quando há confiança, as pessoas se sentem seguras para se abrir e se comunicar de forma autêntica. Isso pode levar a uma conexão mais profunda e significativa com os outros.

⁠Bom dia!
Simbora agradecer por mais um dia que chegou...
Sabe há um poder imenso nos pequenos cuidados: acordar com gratidão, respirar fundo antes de responder, desejar sinceramente o bem a quem cruza o nosso caminho. Yes!

Inserida por sol_sorte

⁠ENCARCERAR (soneto)

Encarcere no verso, a prosar, tudo quanto
Há encanto, riso, tanto, toda ímpar poética
Que pulsa e soleniza em um eterno canto
Ritmo e sentimento. E a emotiva dialética
Que vibre sensação, imagine doce recanto
Em um movimento de ação e arte cinética
Traçando a poesia com versar sacrossanto
Em um heroico acalanto e fala energética

Guarda do amor, a suavidade. Dedicatória,
Tenha. Não tenha qualquer rima escassa
Junte no estilo toda aquela boa memória
E poete, faça simbiose na paixão, seja terso
Na expressão. Com toda sua leveza e graça
Assim, então, encarcere o notável no verso.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17 junho, 2025, 19’33” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Não há nome pra isso

Tem coisa que não se escreve,
mas insiste em nascer letra.
Um silêncio que sangra alto
no canto de cada espera.

É a sede que não se mata,
mesmo afogando na fonte.
É saudade antes da hora,
é o sol quebrando a ponte.

Tem amor que vem sem rosto,
mas deixa marcas na pele.
Feito vento que atravessa
sem pedir, sem dizer: "segue."

É o erro que a gente escolhe
mesmo sabendo o final.
É o abismo tão bonito
que faz a queda ser banal.

Não tem nome o que nos move.
É mais rugido que fala.
É o que pulsa entre os olhos
quando a palavra se cala.

Inserida por silvano_eising

⁠Acho que tu escreves porque há uma incompletude que persiste em nos rodear. Uma incompletude que precisa ser um pouco menos incompleta.

Ian Fraser
Cartografia para caminhos incertos. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2025.
Inserida por pensador

⁠Ela o ama, e cada gesto é brilho,
O perfume dele dança no ar leve,
No cristal de seus olhos há um rio,
Que reflete um coração que o ama até breve.
Mas ele se afasta, em sombras se enrola,
A voz dela, às vezes, não o alcança.
E ela se pergunta: amor ou ternura só que consola?
Há piedade no olhar ou só esperança?
Ele mal retribui esse fogo ardente,
Será que acolhe? Ou apenas comove?
Ela se vê iludida, mas ainda vivente,
Quer crer que entre os dois o amor se move.
Amor não floresce quando é só um lado —
Sem reciprocidade, é jardim murado.

⁠UM LADO

Tenho um lado que ninguém vê...
Tenho um lado que ninguém viu
Onde há essência em meu ser
Que transborda naquilo que crio...

Tenho um lado que vive livre...
Que não se prende a ninguém
Tenho um lado que vive triste
Por medo de quem o detém...

A minha natureza é diferente...
Mas requer toda a felicidade
Que não se encontra latente
Onde não se há cumplicidade...

Eu apenas exijo de um outro...
Que tenha e que possa me dá
Todo esse apoio, esse conforto
Que nunca acaba quando doar...

Sendo sensível e melindroso...
Que no poder do amor acredita
E o que restar sendo duvidoso
A gente somente cala e evita...
(UM LADO - Edilon Moreira, Outubro/2024)

Inserida por moreiraedilon_1100186

⁠SONETO À LUMINOSIDADE

Há em tanta luminosidade...
A paz que enche um lugar
Feita à mão por divindade
Perfeita a quem a encontrar...

E longe viver da maldade...
Que o humano teima em criar
Em claro mar da serenidade
De sal branco se purificar...

E sob a benção do sagrado...
A cada minuto contado
Nas águas vir se banhar...

Enquanto há vento soprado...
O pecado é decantado
Mas sem a alma turvar...
(SONETO À LUMINOSIDADE - Edilon Moreira, Agosto/2018)

Inserida por moreiraedilon_1100186

⁠ESTRELAS

Devia contar as estrelas...
E saber a quantidade que há
E quando quisesse revê-las?
Ter nomes para as chamar...

Devia o amor ser estrela...
Pra vida ser luz de partilhar
Acesa por dentro... Mantê-la
À força do bem e do olhar...

Queria no céu mais estrelas...
Na noite em que se nublar
Pairadas sobre minhas telhas
E cintiladas ao escuro mar...

Queria de bem perto vê-las...
E sentí-las, quando as tocar
Então, viraria as centelhas
Partidas ao me despencar...
(ESTRELAS - Edilon Moreira, Dezembro/2017)

Inserida por moreiraedilon_1100186

⁠ Há que se dar meia volta e voltar à razão

O Brasil e o mundo vivem um momento ímpar, e perigoso, muito perigoso, da história da humanidade.
O princípio da autoridade democrática se esvai e valores como dignidade, trabalho, honra, estudo, disciplina, respeito ao semelhante, ao bem público, à propriedade material e intelectual, respeito à criança e ao jovem, direito de ir e vir, gratidão (ah! A gratidão), foram substituídos pelos valores materiais.
Simples assim!
Os interesses menores, que nos voltaram para nossos próprios umbigos, nos tornaram céticos, como diz o Chaplin em seu discurso.
Vou além, nos tornaram amargos! Graças a tanta propaganda, passamos a valorizar a casca, não o interior; passamos a nos deter no contentor, não no conteúdo; passamos a comprar pacotes, não presentes; passamos a dar valor às grandes festas, não às singelas reuniões de amigos; passamos a levar para casa o discurso, não o foco da questão; passamos a comprar o livro pela capa, não pelo escritor ou pelo que escreve; passamos, enfim, a ficar no supérfluo, não nos aprofundando na alma da pessoa que nos fala.
Perdidos nesse emaranhado de ilusões que construímos para nós mesmos, passamos a ver valor nas pessoas “saradas”, homens e mulheres; a ver como companheiro ou companheira ideal, a pessoa que se enquadre no “padrão” que nos foi vendido durante toda uma vida.
Usamos de todas as artimanhas, malhação, emagrecimento, operações das mais diversas, tingimentos e fingimentos, mas não saímos do quadrado!
Assim, “nos enquadramos” em uma Sociedade que se esqueceu como Humana, que se esqueceu como reflexo de um ser maior, bondoso, incrivelmente gentil, incrivelmente amoroso, eterno em sua sabedoria.
O que era para ser complemento passou a ser o principal, e o principal ficou esquecido em um canto de armário, cheio de poeira e teias de aranha, pedindo, clamando, por limpeza e arrumação, voltando, assim, as coisas aos devidos lugares.
Uma vida segura é construída de realidade, de leitura séria, de estudo, de trabalho, de “jogo duro”, de responsabilidade, de honra, de gratidão, não de fantasia!
Perdidos em nós mesmos esquecemos nossas origens, esquecemos que fomos feitos com o que há de melhor no Universo – Espírito, Filosofia, Sentimento e Matéria, um apoiando ao outro na medida certa, e no momento certo.
Esquecemo-nos que Educação não é a imposição de nossos conceitos, não raramente ultrapassados, mas, sim, a arte de se colocar no lugar do outro, de caminhar ao lado, para compreender a fala e as necessi-dades do educando.
Não estamos mais acostumados à bondade, à gentileza, e deveríamos
Não estamos mais acostumados ao “deixa prá lá”, ao perdão, que nos redime e eleva.
Isso é fundamental!
E não estamos mais acostumados à felicidade que, quando alcançada, nos mostra o que é a vida, de fato, nos mostra o que é SER HUMANO.
Esquecemo-nos do que é ser amigo, mas amigo de fato!
E, infelizmente, nos esquecemos dos verdadeiros amigos, nos esquivamos do afeto, nos esquivamos da alegria de uma conversa interminável, de um afago, de um sorriso, de uma dança com a pessoa querida, de uma visita, um almoço com os “velhos”, um convite para um passeio...
Nossos idosos, nossas crianças, nossas mulheres e nossos homens, precisam deste humano.
Nosso país, e nosso mundo, precisam de nosso trabalho, e de nosso grito de alerta, para que as coisas voltem aos devidos lugares.
É preciso, e urgente, que voltem!
Há que se dar meia volta.

Inserida por sidartamartins

⁠Há um aperto no coração quando vejo que não consigo mudar⁠.

Inserida por ramara_matias

⁠Há banalização dos valores quando tudo vira discurso, aí nada mais tem sentido.

Inserida por felipe_felisbino