Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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Há duas coisas que não se perdoam entre os partidos políticos: a neutralidade e a apostasia.

Desprezos há, e de pessoas tais, que honram muito os desprezados.

Não há pai nem mãe a quem os seus filhos pareçam feios; nos que o são do entendimento ocorre mais vezes esse engano.

Há grandeza mais verdadeira numa boa ação do que num bom poema ou numa grande vitória.

No mundo, apenas há duas maneiras de subirmos, ou graças à nossa habilidade, ou mediante a imbecilidade dos outros.

Há muitos homens que se queixam da ingratidão humana para se inculcarem benfeitores infelizes ou se dispensarem de ser benfazentes e caridosos.

Não há ofensa que não perdoamos, depois de nos termos vingado.

Não pode haver graça onde não há discrição.

Há algo de tão magnífico com um grande homem: um homem de honra.

Há muita gente para quem o receio dos males futuros é mais tormentoso que o sofrimento dos males presentes.

Entre todas as diferentes expressões que podem reproduzir um único dos nossos pensamentos só há uma que seja a boa. Nem sempre a encontramos ao falar ou escrever; entretanto, o fato é que ela existe, que tudo o que não é ela é fraco e não satisfaz a um homem de espírito que deseja fazer-se entender.

Não há poder. Há um abuso do poder, nada mais.

Não há coisa mais fácil que vencer os outros homens, nem mais difícil que vencer-nos a nós mesmos.

O que há de melhor nos grandes empregos é a perspectiva ou a fachada com que tanta gente se embeleza.

Há homens que hoje crêem pouco ou nada, porque já creram muito e demasiado.

Há muitas ocasiões em que os ricos e poderosos invejam a condição dos pobres e insignificantes.

Há mentiras que são enobrecidas e autorizadas pela civilidade.

Em tese geral não há homem feliz sem mérito, nem desgraçado sem culpa.

Há homens que parecem grandes no horizonte da vida privada e pequenos no meridiano da vida pública.

No mundo apenas há duas classes de homens: os que têm e os que ganham. Os primeiros deitam-se, os outros agitam-se.