Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura
Há memórias que queimam com tamanha profundidade que deixam de ser apenas lembranças e passam a integrar a própria estrutura emocional do indivíduo. Tornam-se permanências invisíveis, cicatrizes incorporadas ao pensamento, marcas que o tempo não dissolve, apenas aprende a esconder sob camadas de rotina e aparente normalidade. E então, nos instantes mais inesperados, um som, uma palavra, um cheiro ou um simples silêncio devolvem tudo com violência absoluta, como se o passado jamais tivesse realmente partido.
- Tiago Scheimann
Há pessoas que carregam oceanos dentro do peito e, ainda assim, passam pela vida fingindo ser apenas pequenas poças de silêncio.
Embora muitas coisas divinas sejam misteriosas para nós, nem todas precisam ser. Há ações de Deus no mundo que podem muito bem serem explicadas, e não há problema algum nisso.
"Há uma linha tênue entre ajudar e virar escravo voluntário! Ser parceiro é dar uma força quando alguém precisa de ajuda, mas é algo bem diferente quando nos anulamos querendo carregar o mundo nas costas, deixando que folgados abusem de nossa boa vontade. Dizer "não" para o abuso alheio não nos torna pessoas ruins ou egoístas; nos faz indivíduos com amor-próprio e saúde mental em dia. Quem se acostumou com a nossa escravidão voluntária sempre vai achar ruim quando decidimos nos libertar. Aprender a colocar limites na nossa vida é a verdadeira libertação da caridade abusiva!"
Há sol demais para ser abrigo, claridade que expõe o fundo antes do toque; amo o risco de nadar parado, de chamar de mar o que me alcança o tornozelo.
Às vezes, o destino nos ensina que nem todo amor é feito para ser vivido lado a lado. Há pessoas que habitam nossos corações com uma intensidade silenciosa, mas que não encontram lugar em nossa rotina, em nossos dias, em nossa vida. E é nesse espaço invisível — entre a lembrança e a ausência — que elas permanecem: como saudade, como aprendizado, como um amor que não coube no tempo, mas que jamais deixará de existir dentro de nós.
"Há tantas pessoas fazendo de tudo para ir para o inferno que dá a ilusão de ser um lugar agradável."
Coração Sensivel
Na sentelha do meu peito,
Há um coração que pulsa,
Enganando a si mesmo de ser forte,
Mas bem sabe ele mesmo que,
Ele é tão frágil, quando uma rosa a desabrochar na alvorada do amanhecer.
Em cada pulsar que ele dar,
Me obrigar a compreender, o que
estar além da imaginação;
A sentir sentimentos
divergentes da compreenção.
Teimoso esse meu coração,
Vive se aventurando com
Paixões e amores ilusóticos,
Esquecendo ele, que somos um.
Prisioneiro desse meu
Coração, tão quão eu sou,
Ele se apega, eu sofro,
Ele se entrega, eu me iludo,
Ele não pulsa, eu morro.
Ah, quem dera eu, por
Um só instante qualquer,
Viver em concordância
Com os sentimentos,
Provocados por ele.
Ah, quem me dera,
Viver em paz comigo mesmo
Na imensidão do meu silêncio,
Sem ter que confrontar, esse
Meu coração sensivel.
Há uma coisa que destrói o ser humano por fora, e outra que o destrói por dentro: a vaidade e o orgulho.
Não há mau comportamento de um que possa ser tomado por indulgência poética para relativizar o do outro.
Ainda assim, é exatamente isso que fazemos, quase por instinto.
Criamos metáforas generosas para os erros de quem nos convém defender e reservamos o rigor nu e cru para os deslizes de quem já decidimos condenar.
Transformamos falhas morais em “contextos”, agressões em “reações”, incoerências em “complexidades humanas”.
E, assim, vamos esculpindo versões mais palatáveis daquilo que, em sua essência, permanece inalterado.
O problema não está apenas no erro em si, mas na régua elástica que utilizamos para medi-lo.
Quando a ética deixa de ser princípio e passa a ser instrumento, ela já não orienta — apenas justifica.
E uma ética que serve para justificar tudo, no fundo, não sustenta nada.
Há um conforto quase sedutor em relativizar.
Ele nos poupa do desconforto de admitir que, às vezes, estamos do lado errado — ou, pior ainda, que não existe um “lado certo” tão nítido quanto gostaríamos.
Mas essa indulgência seletiva cobra um preço alto: ela corrói a coerência e, aos poucos, dissolve a credibilidade de qualquer discurso moral.
Se o erro de um é sempre suavizado pela indulgência poética, enquanto o do outro é amplificado pela indignação seletiva, o que resta não é justiça — é conveniência.
E a conveniência, quando travestida de consciência, se torna uma das formas mais silenciosas de desonestidade.
Talvez o verdadeiro exercício de maturidade não esteja em apontar culpados, mas em sustentar critérios.
Em reconhecer que o desconforto da coerência é, muitas vezes, mais honesto do que o alívio da parcialidade.
Porque, no fim, não é o erro do outro que nos define — é a forma como escolhemos interpretá-lo.
A
maior pretensão
da
Mãe da Incoerência
é ser
Pai da Verdade.
Há algo de profundamente humano — e perigosamente confortável — em tentar vestir a verdade com as roupas da conveniência.
A incoerência, quando não confrontada, deixa de ser um deslize e passa a ser método.
Ela se reinventa, se justifica, se enfeita… até ousar reivindicar autoridade sobre aquilo que nunca gerou.
Ser Pai da Verdade exige muito mais do que discurso: exige compromisso com o que permanece de pé mesmo quando nos desmonta.
Já a incoerência, essa mãe indulgente, aceita qualquer versão de nós mesmos — inclusive aquelas que negam o que defendíamos ontem com fervor.
O problema maior não é errar.
É construir narrativas para transformar o erro em razão, o tropeço em caminho e a contradição em identidade.
Nesse ponto, já não buscamos a verdade — buscamos apenas a validação de uma versão confortável de nós mesmos.
E talvez seja aí que tudo se perde.
Porque a verdade não precisa de herdeiros, nem de títulos.
Ela não implora reconhecimento, nem aceita ser adotada por quem a distorce.
A verdade simplesmente é — firme, incômoda e, muitas vezes, solitária.
Cabe a nós decidirmos: queremos ser filhos da verdade, com toda a humildade que isso exige…
ou continuar alimentando a ilusão de que podemos gerá-la a partir das nossas próprias incoerências?
"Não há um ser humano livre sem antes haver conquistado sua liberdade quando estava preso."
—By Coelhinha
há algo curioso no amor…
quanto mais ele caminha sem ser visto, mais aprende o caminho de volta
ao mesmo coração
"Ah, decidiu voltar a ser meu amigo? Decisão boa (pra você). Só que... Não há mais vagas!"
Frase Minha 0272, Criada no Ano 2008
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Há aqueles que, de tão falsos humildes, aceitam ser 'apenas o máximo'. Até criarem grau superior ao máximo!"
Frase Minha 0078, Criada em 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"O facto de ela ser 'boazinha feito santa boazinha' não elimina o que de ruim nela há, houve e talvez haverá!"
Frase Minha 0605, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
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