Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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Bom dia!
Sou o que quero ser
Porque possuo apenas
Uma vida e nela só tenho uma chance de fazer o que quero. Nao acredite em algo simplesmente porque ouviu!
Boa sexta-feira 🥂🌻
Ery santanna

O Primevo não esquece. Tudo o que a consciência sepulta continua respirando nas profundezas do ser, aguardando apenas um corpo, um gesto ou um sonho por onde possa regressar. Nada do que é essencial desaparece; apenas desce para regiões onde a linguagem já não alcança. E, de tempos em tempos, rompe o silêncio para recordar ao homem que aquilo que ele chama de passado nunca deixou de ser presente.

O sujeito contemporâneo procura fora aquilo que só pode ser erguido por dentro — e, nessa busca, corrói justamente a capacidade de construir. Cada tentativa externa enfraquece o gesto interno, num ciclo que se alimenta de si com precisão implacável. Quanto mais procura, menos encontra; quanto mais acumula, menos sustenta. Não por falta de recursos, mas por abandono do único lugar onde algo, de fato, poderia nascer.

O silêncio tornou-se insuportável não por ser vazio, mas por transbordar do que foi evitado. É nele que se acumulam as verdades adiadas, os afetos não elaborados, as perguntas que não encontraram coragem. A exposição contínua não busca comunicar — busca encobrir. E, assim, quanto mais se fala, mais se foge; porque o silêncio, quando enfim se impõe, não oferece ausência — oferece encontro.

A visibilidade deixou de ser excesso — tornou-se prótese. Não se exibe por abundância, mas por sustentação: sem o olhar do outro, o sujeito não encontra chão suficiente para existir. A audiência não é ornamento, é muleta existencial. E assim, quanto mais se mostra, mais se revela a dependência — não de ser visto, mas de só conseguir ser quando visto.

Nem todo altruísmo nasce do puro desapego — muitas vezes carrega o desejo de permanecer, de ser lembrado, de inscrever o próprio nome no gesto que deveria dissolvê-lo. Raramente é anônimo, e nisso se revela a ambiguidade: há doação, mas também há busca. Talvez, em certos casos, o altruísta não seja a negação do ego, mas sua forma mais refinada — um narcisismo que aprendeu a vestir a máscara da generosidade.

A vaidade contemporânea não é excesso de amor-próprio — é seu colapso. Quem precisa ser visto a todo instante não se afirma: sustenta-se por empréstimo no olhar alheio. Não há transbordamento, há carência organizada; não há centro, há eco. E, assim, a existência deixa de ser presença e torna-se performance contínua — porque, sem testemunha, já não se sabe permanecer.

O ser humano moderno arde na ânsia de ser extraordinário, como se o comum fosse uma falha e não a própria teia do mundo. Esquece-se de que a vida não opera por hierarquias nem medalhas; ela apenas pulsa, indiferente aos delírios de grandeza. E é justamente aí que se revela o paradoxo: ser comum já é uma forma secreta de singularidade, pois nada mais raro do que existir sem precisar provar brilho algum.

O ser humano não se perde quando erra o caminho — perde-se quando cessa a interrogação sobre ele. A acomodação que se nomeia como chegada é, clinicamente, uma forma de abandono de si: o sujeito para de questionar para onde vai e converte qualquer ponto de parada em destino, economizando o desconforto da busca ao custo de uma estagnação que se disfarça de maturidade. O erro, ao menos, preserva movimento; a resignação travestida de sentido não preserva nada. E é curioso: a fantasia de ter chegado costuma emergir justamente quando o sujeito mais precisa caminhar.

O ser humano moderno proclama força, mas organiza a existência sobre alicerces frágeis: depende de dispositivos, oscila no íntimo, mendiga validação e evita a própria solidão. Teme a morte a ponto de esvaziar a vida — protege-se tanto que já não vive. Recusa o frio da realidade, tratando a lucidez como ameaça. E, assim, prefere a fantasia da invulnerabilidade — confortável, negociável — à verdade incontornável: a fragilidade não é falha, é condição. Negá-la não fortalece; apenas afasta do que se é.

"Fica sempre um pouco de perfume
nas mãos que oferem rosas,
nas mãos que sabem ser generosas!"

Bom dia, anjo de amor,
"Se o dia lhe trouxer calor, use-o e se aconchegue.
Porém, se o frio aparececer, agasalhe-se com a generosidade
e aqueça-se no calor do amor!"

Será que só eu me sinto um mendigo tentando ensinar a multidão a ser bilionários, sendo homem comum, talvez medíocre, pregando um Deus todo-poderoso?

"A ciência não contradiz a fé Divina.
A Bíblia já era ciência antes mesmo da ciência ser Ciência."


(Levy Cosmo Silva)

Fênix


(Verso 1)
Intensa demais pra ser amada pela metade
Não aceito sobras, nem falsidade
Em cada passo, me entrego de alma, inteira
Não sei viver de mentira, minha bandeira

(Pré refrão)
hoje sofro por amor
Depois, menos. E depois, nada
Mas não morro de dor
Depois, menos. E depois, nada

(Refrão)
Das cinzas, renasço! sou Fênix
Mais forte, eu volto!
Das cinzas, renasço! Sou Fênix
Deixo a dor pra trás!

(Verso 2)
A ferida tá aberta, sei bem onde dói
Mas não morro de dor, não me deixo abater
Amanhã será menos, vai desaparecer
È ,depois, nada

(Pré refrão)
hoje sofro por amor
Depois, menos. E depois, nada
Mas não morro de dor
Depois, menos. E depois, nada

(Refrão)
Das cinzas, renasço!
Mais forte, eu volto!
Das cinzas, renasço!
Deixo a dor pra trás!

O que você plantar, você vai colher


E pra ser vitorioso só depende de você

Cansei de confiar nos que não confiam em mim, e que fazem de tudo para eu não ser feliz
Que me colocam pra tomar decisões e com palavras negativas manipulam minhas ações

Aos que perseveraram em fazer mal a ti
E boicotaram pra você não ser feliz
Olha para eles e sinta estão perdoados
Mas daqui pra frente cada um pro seu lado

Se o mundo te virar as costas
Fica firme, não recua
Cê não nasceu pra ser derrota
A vitória também é sua

Aprenda ser amante de sua própria companhia
Pois família não é sangue, sangue não é família
Até os criminosos se aproximam da verdade
Quando dizem que família se chama lealdade

Alguns precisam ser lembrados constantemente de que são humanos; já outros têm plena consciência de que estão humanos!