Ha como eu Queria q ela Soubesse
O mundo se dobra sobre nós como papel velho, e cada escolha é uma dobra que jamais poderá ser desfeita. Entre o que sentimos e o que mostramos, há um abismo silencioso, e todo gesto que acreditamos simples é, na verdade, uma inscrição daquilo que jamais ousamos dizer.
A cidade, à noite, respira como um animal ferido: suas janelas acesas são olhos que não dormem, vigias de uma solidão partilhada em silêncio; e quem ousa escutar esse murmúrio subterrâneo descobre que toda vida urbana é feita de fantasmas que caminham ao lado dos vivos, pedindo apenas a dignidade do esquecimento.
A verdade nunca se revela inteira: aproxima-se como um sussurro, fere como uma lâmina e logo se esconde atrás de novos véus; por isso, mais sábio é quem aprende a habitar a penumbra do que quem exige a claridade absoluta
SOMOS CARROÇAS VAZIAS?
Existe uma música chamada “The First Cut Is the Deepest” (algo como “o primeiro corte é o mais profundo”). Assim também são as primeiras chuvas depois da estiagem: a eletrostática, a poluição e as diferenças gritantes de temperatura fazem com que essas primeiras águas sejam, na maioria das vezes, assustadoras.
Ventos fortes, raios, às vezes granizo — dependendo da região em que vivemos. Não faz muito tempo, tempestades eram situações raras. Embora sempre tenhamos sido palco de descargas elétricas, já há bastante tempo somos o país mais atingido por raios no mundo.
O clima perdeu o controle. A princípio, eu não acreditava em mudanças climáticas. Achava que era apenas mais uma forma de alguém enriquecer espalhando pânico entre a população. Aliás, espalhar medo parece já fazer parte da rotina humana.
As notícias hoje são instantâneas, viajam na velocidade da luz. Cai um avião no Japão e, em questão de segundos, os noticiários do mundo inteiro já exibem imagens do acidente: as últimas palavras do piloto, vídeos dos passageiros... É o preço que pagamos por vivermos conectados.
Mas, falando nisso: até onde somos realmente independentes? Gostamos de estufar o peito e afirmar “não dependo de ninguém”. Até onde isso é verdade? Alguém fabricou este caderno, esta caneta, esta mesa, esta cadeira. Dependo dessas coisas para me sentar, escrever, dormir, escovar os dentes — e em tantas outras situações banais e repetidas da vida cotidiana.
O que seria de nós sem os lixeiros ou sem os coveiros? Claro, poderíamos voltar à moda antiga: cada um cuidando do seu morto, abrindo sua própria cova. E o lixo acumulado? Como descartaríamos? Cada um se viraria com o seu? Uso exemplos extremos apenas para mostrar que somos todos dependentes, mesmo propagando aos quatro ventos que somos livres e independentes.
O livre-arbítrio volta e meia vira assunto de mesa de bar, onde todos sabem quase nada e acham que o pouco que sabem basta para sustentar uma tese acadêmica. Falam bobagens sem parar, misturam assuntos, distorcem impressões e acreditam que, no fim, o bolo — mesmo bizarro — é apetitoso.
Santo Agostinho frequentemente aparece nessas conversas. Para ele, o mal não foi criado por Deus, mas é consequência do mau uso do livre-arbítrio: um dom que pode levar à busca de bens inferiores e ao afastamento da verdade e da salvação divinas. Mas até onde somos realmente livres para escolher?
Ou melhor: até onde nossas escolhas não nos criam problemas?
Acreditamos que podemos fazer o que quisermos, mas poucas verdades existem nessa máxima. Somos todos atrelados uns aos outros. Tudo o que fazemos gera uma reação em algo ou alguém. Vestimo-nos em função da relação com os outros — mesmo quando nossas roupas são um protesto. Tudo o que falamos busca uma reação, seja em momentos bons ou ruins.
Dizem que o silêncio é a melhor forma de protesto. Faz sentido: uma provocação sem resposta se perde, fica sem conclusão.
Então, por que, quando provocados, não conseguimos permanecer em silêncio?
Arrogância: orgulho desmedido, atitude excessiva, senso inflado de importância, sentimento de superioridade, desprezo pelos outros, falta de humildade e visão distorcida das próprias competências. Nunca pensei que encontraria tão facilmente uma definição tão completa do comportamento humano.
Por sermos arrogantes, sentimos que precisamos nos impor, mostrar que somos mais sábios ou mais importantes que aqueles que nos ofendem. Mas o silêncio, em certos casos, pode parecer submissão. Lembro-me de uma discussão com alguém tão teimoso quanto eu (ou até mais, o que é raro, mas existe). Nela, concluí com a frase:
— Vou ficar em silêncio. Isso não significa que concordo com você, apenas que qualquer palavra dita só prolongará um assunto que não me interessa.
Duro? Seco? Mal-educado? Talvez. Mas a ocasião exigia firmeza: a discussão já se estendia, os ânimos estavam exaltados, e nenhum dos dois tinha argumentos consistentes para prosseguir.
Existem assuntos — geralmente os mais debatidos — que talvez nem devessem ser abordados. Somos como técnicos de natação que mal sabem nadar “cachorrinho”, mas querem competir nas Olimpíadas sem aceitar que jamais chegarão ao pódio.
Conta-se que um pai e um filho caminhavam por uma estrada. O pai parou, encostou o ouvido no chão e disse:
— Vamos sair do caminho, está vindo uma carroça vazia.
O filho, curioso, perguntou:
— Como o senhor sabe que está vazia?
E o pai respondeu:
— Carroça vazia faz muito barulho.
Será que nós também somos carroças vazias?
"Jesus Cristo morreu como filho unigênito, e ressuscitou como filho primogênito. NEle somos feitos filhos de Deus por Adoção, e isso significa sermos transferidos da família de Adão para a família de Deus".
Cada passo na vida pode ser apenas cansaço… ou um portal para a transformação. Depende de como escolhemos caminhar.
Celso Branicio/Chat GPT
O gosto nunca se foi
Talvez tenha sido o lugar ou a hora
Foi como se o céu estivesse nublado
Um friozinho na barriga
A sua imagem me veio em mente
Momento perfeito
Pessoa certa
E o destino errado
“Primeiro, vemos nossos pais como deuses: eternos, infalíveis.
Depois, os enfrentamos como vilões: duros, antiquados.
Mais adiante, os enxergamos como são: humanos, frágeis.
Por fim, os carregamos na memória: como raízes e bússolas.”
“O egoísmo atinge seu ápice quando o homem deseja todos os bens terrenos e invoca o divino como fiador.”
“Nascemos como folhas em branco. Crescemos, e as tintas que preenchem nossas linhas não são iguais. Amadurecemos, arrancamos algumas páginas e reescrevemos outras. Morremos, e deixamos nossa história eternizada no livro da vida.”
“Sejamos como a água: flexíveis no caminho, firmes no propósito. Pois até a rocha mais rígida se curva ao toque paciente da correnteza.”
“A criança vê o mundo como ele é: repleto de possibilidades. Seu olhar, sem filtros ou preconceitos, transforma tudo em descoberta e aprendizado.”
Leve minha voz adiante. E como um sopro de paz, faço você reagir pra vida. Coragem é tudo que quero que você tenha. Solte-se de dentro de si e voe por montanhas, viaje por caminhos íngremes, ande na multidão, porém nunca se afaste de você mesmo e nem do que você acredita. Siga forte! De uma forma ou de outra, estarei ao seu lado, fazendo você lembrar que você é capaz. Olhe para o céu agora, olhe para a terra também e saiba que entre um e outro, está a figura mais importante que existe neste mundo: “está você”... Leve-se firme! Conduza-se ao topo das suas conquistas, das vitórias traçadas por persistir e, por nunca, nunca, jamais desistir. Renove-se todas às vezes que uma lágrima de dor cair do seu rosto, transformando-as em tempero que irá alimentar a sua alma, dando-lhe ainda mais motivos pra seguir, pra ser e pra viver. Então, vá! Não pare! Siga... Siga!
Seja meu louco.
Vamos montar um show de esquisitices e nos apresentar como atração principal
Vem ser louco comigo.
Vamos correr na chuva, e se arrepender depois de pegar um resfriado
Junte-se a minha loucura.
Vamos à uma festa duvidosa e fazer uma tatuagem bêbados
Divida sua loucura comigo.
Vamos contar nossos segredos mais constrangedores e acabar percebendo que não somos tão diferentes
Mostre que sua loucura parece nem que seja um pouco com a minha
Tal qual Clarice Falcão ao escolher seu louco
Eu te escolho
Seja louco comigo
Não me deixe ser louco sozinho
Pense em mim
Me pergunto se você pensa em mim
Nem que seja por um momento
Como um flash, venho em sua memória
Besteira... nunca perderia seu tempo assim,
Mas algo em mim tenta argumentar
E se ele estiver pensando em mim nesse momento?
Dizem que quando alguém vem em sua mente repentinamente,
Significa que essa pessoa está pensando em você
Se for verdade...
Me declaro o tema de sua vida,
Pois não me sai da mente
E quem sabe também estou presente em sua
O que estou pensando?
Você nunca perderia seu tempo assim, perderia?
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