Ha como eu Queria q ela Soubesse
—
Há uma abrangência
de saberes
em cada manhã
um novo nascimento
novos passos
novas cores
& consciência.
O som é um caminho
o coração nos manda caminhar
há trigos, há joios
há céus, há mar
Amaria a tuas bandeiras?
soprei na aste do barco azul
cantando as folhas
nos rios da imaginação.
"A meio da luz do sol e a terra
há oito minutos de tempo
onde a fala do vento
traz esperança à pele do ar".
Não há ninguém neste país que ficou rico por conta própria. Ninguém… Você construiu uma fábrica lá fora – bom para você. Mas quero ser clara. Você moveu suas mercadorias para o mercado em estradas que o resto de nós pagou. Você contratou trabalhadores que o resto de nós pagou para educar. Você estava seguro em sua fábrica por causa das forças policiais e bombeiros que o resto de nós pagou. Você não precisava se preocupar com o fato de saqueadores virem e levar tudo de sua fábrica… Agora olhe. Você construiu uma fábrica que se transformou em algo fantástico ou uma ótima ideia – Deus abençoe! Fique com um pedaço dele. Mas parte do contrato social subjacente é você pegar um pedaço disso e pagar para A PRÓXIMA CRIANÇA que aparecer.
Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas.
Não existe nada de terrível na vida para quem está perfeitamente convencido de que não há nada de terrível em deixar de viver.
Há quem se perca em busca de frases de amor,e há quem o viva sem achar palavras para poder decifrá-lo.
"A alegria de uma criança é o que há de mais verdadeiro, livre e espontâneo...
Não se prende a pretextos, expectativas, conceitos ou julgamentos.
É a mais pura essência do viver. Ela não te conta quem ela é. A criança existe e vivencia a felicidade do próprio ser."
AUTO REFLEXÃO:
Há momentos na vida que tomamos decisões
As quais sequer sonhamos o que virá aflorar no futuro
Ai sim são momentos que muitas vezes por não ouvirmos
E só deliberarmos,
Temos a sensação que quase sempre atiramos
No próprio pé
Momento em que acordamos do sonho
E de maneira pragmática,
Ensaiamos formas mais elementares
De começarmos a entender
Que vivemos o mundo antiético, escuso onde as pessoas
Tratam melhor quem “Bem se Veste”
Os valores humanísticos, quase sempre são substituídos
Por bens Frívolos
Assim sendo, colocamos a cabeça no travesseiro e como a sentinela,
Assistimos o alvorecer
Contudo, o amanhã nos permite outra vez sonhar e sonhar...
Sonhando buscamos alçar grandes voos,
Com perseverança, atingimos o cume
Mesmo ainda descrente do semelhante
Volto a sonhar
Pois tenho comigo a certeza de que decidi com razão
Mesmo que para sanar o coração
Doravante, tudo, tudo é receita...
“ Não há maior gesto de sapiência e nobreza, que a condução da natureza ao amadurecimento espiritual, e físico ao homem. A fim de uma velhice mais Longínqua e Salutar. ”
Por: Nicola Vital
“ HÁ DE SE SEPARAR O TRIGO DO JOIO, EXISTEM OS GRAFITEIROS E SUAS POÉTICAS PINTURAS URBANAS. E SE INTRUSÃO OS PICHADORES E SEUS RABISCOS NEFASTOS QUE SUJAM E POLUEM OS ESPAÇOS URBANOS E SENTIMENTAIS”.
AÇÃO HUMANA:
Nada do que somos, somos!
Não se há vida, nem sequer morte!
Tudo o que dizemos, nada entendemos!
Nada extraímos ou nada pomos
Galgamos e esquecemos
Assim é a ação humana no plano terreno
O dia que se foi ...
Não deixou a noite mais bela, nem feia
porque o sol nasce pontualmente todos os dias
Para todos.
MEIAS VERDADES:
Não há verdade a não ser desconstruída.
Não se encontra lógicas empírica ou metafísica a explicar
O "ser".
Tudo transcende à uma ilusão metafísica que a própria ciência
Se empata a definir seu fim.
Tudo que entendemos somos...
São meras abstrações metafísicas.
É na "loucura" que o individuo atinge o ápice da racionalidade e liberdade.
Uma vez que se liberta das normas convencionais, dos dogmas teológicos, das censuras sexuais e provimentos indumentários.
Pré - requisitos à uma "loucura racional".
CRÔNICA AO COTIDIANO:
Há momentos que pensamos em um só instante Pluft... Jogar tudo para o alto e desaparecer... Evaporar em brumas e só!
Você ainda não se sentiu assim? Como se estivesse dentro de um quarto fechado sem entrada nem saído? Como uma roupa justa, justíssima, sob sol a pino. Feito uma gravata sufocando-lhe a respiração?
Quiçá o sapato mutilando seu quinto dedo.
É certo dizer que assim nosso mundo desaba sobre nossas cabeças deixando transparecer não ter fim todo esse sofrimento que sucumbe nosso bom humor em um contexto que propõe empatia.
Ah! Você não se liga? Ou nunca vivenciou?
Certamente és o pensamento de que as estações são mutáveis. De maneira seleta e glamurosa. Ah! Como é assustador esse nosso momento de ausência.
Ora! Quem nunca viveu esse tédio e suas maluquices em seu cotidiano de outrora?
Então, mirem-se nas Marias/Marias – Fateiras do nosso sobrevivente Araçagi que nas tardes de sexta-feira cantarolavam em suas margens enquanto lavavam seus “fatos” vendidos no dia seguinte na feira livre da “Esperança”.
Tais quais as lavandeiras do romântico Tejo, do imortal poeta português Fernando Pessoa que também foram vítimas dessa famigerada pantera austera.
Não obstante, só depois de crescidos convivemos com esse mal.
Todavia, só há um lenitivo para a cura desse Mal Agouro que assola a humanidade. Renascer... Deveras renascer.
Será? Ou quem sabe se espelhar nas Marias/Marias do Araçagi ou nas lavandeiras do Téjo que além de lavarem seus “Fatos”, deixavam fluir naquelas águas correntes seus tédios para aflorar a vida.
Série: microcontos
O ÚLTIMO ATO
Sobre o púlpito partitura e violão. No palor da ribalta não há público nem canção...
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