Ha como eu Queria q ela Soubesse
No tabuleiro da vida, há momentos em que as peças não se movem apenas por ambições pessoais, mas por um propósito maior...
A criação espontânea é a razão pela qual há algo em vez de nada, por que o universo existe, por que nós existimos. Não é necessário invocar Deus para acender o pavio e pôr o universo em movimento.
Sapienciais 3:28
Olha para dentro de ti e veja se há conhecimento positivo, inteligência nas letras e sabedoria no coração e na mente. Aflora teus dons, desabrocham as interpretações de sonhos e auxiliam as visões do meu reino, filho amado. A chave da sabedoria alarga os meus sonhos para o homem, e vocês são meus instrumentos.
**"Liberdade Entrelaçada"**
Há um fardo que me pesa,
Um fio invisível que prende,
E mesmo enquanto respiro a promessa do amanhã,
Há uma sombra que me segue, uma história que não escolhi.
Me busco em reflexos turvos,
Entre as grades que foram erguidas em meu nome,
E o desejo arde como chama incansável,
Por algo que sempre parece escapar.
E se a liberdade não é dada,
Que seja então conquistada,
No toque gentil do vento,
Na escolha de ser mais do que esperam.
Pois sou mais do que sou,
Mais do que dizem,
E o futuro que construo com minhas mãos
Será escrito nas margens da minha pele.
E em cada passo que dou,
Revolto-me contra a prisão que querem me impor,
Como se liberdade fosse um sonho distante,
E não a essência que já vive em mim.
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Esse poema ecoa a busca pela liberdade, a resistência contra a opressão e o encontro com a própria identidade, temas profundos na obra de Beauvoir.
Esse poema foi escrito por mim, inspirado nos temas que Simone de Beauvoir frequentemente explorava em sua obra, como liberdade, opressão e a busca por identidade. Ele não é de Simone de Beauvoir, mas tenta capturar a essência das questões filosóficas e existenciais com as quais ela se preocupava, usando palavras e estilo diferentes.
Há algo de poético no simples ato de testemunhar o pôr do sol, o vento soprando pelas árvores ou o nascer da lua…
Há lugares nos quais você precisa ter estado, nem que seja para voltar em pensamento, quando necessário.
Não há rumor na terra....
O silêncio se abriu...
As feras se aquietaram...
Em direção ao pó os corações jazem nas sombras...
De mãos em arcos os anjos oram...
Onde estão os inocentes?
Aqueles apontados por dedos tortuosos...
Cadê as flores que foram pisoteadas pelos hipócritas?
Onde estão as vozes que foram silenciadas pelas bocas amaldiçoadas?
Ao levantar do vento...
De ser todo só o meu exterior olho e choro...
Mesmo que eu ouça só esse estranho zumbido...
Vendo cair os pássaros...
Em meu coração emudecido grito...
Nas pessoas que passam na rua...
Com elas não me identifico...
E só lamento...
De ver o amor tornar-se perdido..
Cada um perdido no próprio sonho...
Até no sorriso que vem e que vai...
Todo mundo é convicto...
Dos próprios ais...
E eu, que não sou mais do que eles...
Volto a olhar para tudo...
Como antes do amanhecer...
E faço-me, assim crer...
Que bastaria apenas mostrar...
Minha alma num olhar...
Para tudo diferente acontecer...
E o mais estranho do que todas as estranhezas...
É que as cousas sejam realmente o que parecem ser...
Sandro Paschoal Nogueira
Defendo que há maior facilidade em encontrar a felicidade se se tiver uma vida instável onde exista maior esforço e dedicação, do que uma vida básica com uma rotina repetitiva e mais estável
Além do amor
há amores que não pedem,
não esperam,
não precisam de nome.
eles existem naquilo que é inevitável,
silenciosos, incontornáveis,
porque simplesmente não poderiam não existir.
não queima como a paixão,
que pede urgência.
não implora como o desejo,
que arde na falta.
não exige retorno como o amor romântico,
que busca ser escolhido.
é um amor que habita, que permanece,
que basta.
a presença do outro se torna essencial,
e sua simples existência preenche um espaço
que nada mais poderia ocupar.
não precisa de promessa,
de futuro, de definição.
ele apenas é—
e nunca deixará de ser.
REVOLUÇÃO AGRÍCOLA
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“Quando há um salto muito relevante em uma época do desenvolvimento humano, podemos falar em revoluções – ou mais propriamente em revoluções civilizacionais que ampliam o potencial humano de domínio do mundo à sua volta. As revoluções transversais costumam mudar a face do planeta. Elas não modificam apenas uma pequena localidade ou comunidade nacional, mas transformam a vida humana de maneira generalizada, estendendo-se menos ou mais rapidamente pelo planeta inteiro. Em comparação com o desenvolvimento gradual que costumamos ver sempre, as revoluções parecem ser muito rápidas – desde que tenhamos em vista que o tempo é relativo. Por exemplo, a primeira grande revolução transversal a toda a espécie humana conhecida foi a chamada Revolução Agrícola. Esta revolução mudou rapidamente a própria aparência do planeta. Ela ocorre entre 10.000 e 8.000 anos em diversas partes do mundo, mas este intervalo de dois mil anos não nos deve iludir: comparado com os 2.400.000 anos em que a humanidade foi nômade e praticava uma economia apropriativa, os dois mil anos de espraiamento da revolução agrícola representam uma duração muito curta.
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O que foi a Revolução Agrícola senão uma ruptura tecnológica que pôde alçar o mundo humano a um novo patamar de domínio sobre o mundo e sobre as forças da natureza? Com a Revolução Agrícola, ocorrida no período neolítico e deixando para trás a era paleolítica, os seres humanos passaram não mais a se apropriar espontaneamente do que a Natureza oferecia, mas a planejar o crescimento da própria natureza em certas direções, de modo a favorecer a sua alimentação. De igual maneira, os bandos de seres humanos do período neolítico deixaram de precisar seguir os animais em sua atividade nômade de caçadores que antes praticavam a economia apropriativa, e passaram a domesticar animais – seja para abatê-los para alimentação, seja para se valerem de sua força animal de modo a realizar trabalhos diversos como o auxílio no cultivo da terra ou o transporte. As tecnologias do cultivo e da domesticação de animais – ao lado da produção de novos instrumentos próprios à agricultura, tais como os vasos de cerâmica de todos os tipos – demarcam, deste modo, este grande processo que é conhecido como Revolução Agrícola”
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[BARROS, José D’Assunção (org.). História Digital. Petrópolis: Editora Vozes, 2022. p.12-13].
"O medo aprisiona e faz parecer que há vida, quando, na verdade, é ele quem a rouba. Se temo o próximo passo, é porque algo no meu viver já não me basta — e isso é um chamado para a mudança. Então, vou com medo mesmo. Porque depois do medo, vem a realização. E com ela, a maturidade."
Era noite de junho,
Já é manhã de fevereiro.
Era doce,
Agora é azedo.
Foi vivo,
Mas não há luz no corredor.
Era poesia,
Deixaram papéis na pia.
Declarações de amor feitas às pressas com guardanapos usados.
Nem a maçã de Eva continha tamanha maldição.
Vinho vira vinagre,
Me armo com o que sobrou dos abraços,
Inevitável clamar um milagre,
Por que ainda ouço seus passos?
Era entrega,
Hoje é punição.
Foram poucas horas,
E eu não sei quantas mais ficarei aprisionada no eterno talvez fracassado.
Era uma corrida contra o tempo
E hoje suplico para que a ampulheta cesse sem embaraço o fluxo dos grãos.
Um dia foi vida,
Hoje melancolicamente é poesia.
Um dia fui eu e você,
Hoje sou eu e alguém que estou usando para te esquecer.
Era Brasil, hoje é Estocolmo.
- De Brasil a Estocolmo
”Há dois tipos de preguiçosos: o preguiçoso burro, propriamente dito, aquele que não sabe, não quer aprender e tem raiva de quem sabe, e o preguiçoso que não gosta de perder tempo com atividades que pode otimizar. O preguiçoso sábio, por sua vez, evolui a cada momento, desenvolvendo sua capacidade de reduzir as tarefas e torná-las práticas e fáceis. O preguiçoso sábio, que tem preguiça de se levantar para mudar o canal da TV, criou o controle remoto. O preguiçoso sábio continua a progredir e inventar meios para otimizar o tempo e viver com mais conforto. Com preguiça de andar de ônibus e levar três dias para chegar ao seu destino, ele criou o avião, que reduz o percurso, permitindo chegar ao destino em apenas três horas. Já o preguiçoso burro só reclama e murmura, mas não faz nada para resolver seus problemas ou melhorar sua situação atual.”
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