Ha como eu Queria q ela Soubesse
Há leitores que pensam que o personagem é uma criação do autor, no entanto, já o traziam dentro de si. Caso contrário, não teria nada a dizer.
"E por entre as campinas, há o Sol, que esquenta, que cega os olhos de muitos que não querem entender a verdade, nesses mesmos campos meu corpo repousa, entre as flores que cobrem tudo ao meu redor, só consigo ver o céu e seu infinito, nesse instânte o sono chega, e sonho com o principe encantado, e o amor mais puro que pode haver, a uma tempestade, após os trovões e a ventania , o sol volta a seu lugar, os passarinhos a cantarolar e você está de volta, ao meu lado, como quem descobre pela primeira vez o caminho certo, de-me tuas mãos eu lhe mostarei a verdadeira felicidade aquela que tive sempre de presente para lhe dar, mas não havia descoberto, tive de passar por todo esse vendaval para descobrir, a pureza que existe nesse sentimento, que sempre foi teu, desde que Deus planejou a minha vida, eu estava destinada a te amar por uma vida inteira ."
E a chuva passou.
O que vejo é lama. Onde esta o que estava aqui?
Não há mais nada. Apenas a espera de alguém para ajudar.
Onde esta minhas coisas que sumiram?
Que água é essa? Onde estamos?
Alagoas alagou. As pessoas, onde estão?
Sem comunicação, sem comida, sem casa, sem abrigo,
sem pessoas, sem vida, sem fé.
Onde estão as coisas? Que água é essa?
Um dilúvio que chegou, passou, levou tudo e alguns,
nos deixando sem nada.
O desespero do medo, o alivio de estar aqui e a revolta de nascer aqui.
A cidade. Que cidade?
Aqui era minha casa, ali meu colégio, lá era um mercado ao lado o posto de saúde e agora não existe mais, desceu tudo, enchente, desceu tudo, tristeza.
Aqui ficava uma coisa, aqui ficava outra e no meu coração ficou o vazio levado pelo rio.
É água, Barreiros Pernambuco, barro.
Interditado. Não entra nada, uma cidade triste,
de dor, de medo.
Onde era aqui?
A água não quis saber de nada, de famílias, de posses,
de construções.
A água não quis saber de nada, apenas levou, lixo, fome, sede, lições de vida e esperança.
Casa do operário, do prefeito, do lavrador,
casa de quem for.
Estamos retirando da lama uma vida que sobrou.
E minha vida foi para dentro do rio.
O destino é recomeçar.
Perdi casa, perdi família, perdi amigos,
perdi as lagrimas.
A comida é do chão? É a que tem!
Subi no teto para viver, emoção, fiquei vivo, sou forte sou nordestino, sofro por seca por enchente,
sofro por tudo, por todos.
Estou só, sem comer, sem beber, muita água do rio, enchente, desaba e leva. Casa, carro. Gente.
Tudo se foi na enxurrada, e o dicionário nos ensina que enxurrada é: ‘’Grande quantidade de água que corre com violência, resultante de chuvas abundantes; águas selvagens, aguaça, enxurro, fluxo, jorro de águas sujas ou de imundícies. ’’
A vida ensina que o rio leva o que temos, onde perder tudo significa que estamos vivos para contar a história, contar que vamos ter que recomeçar.
E não sobrou nada, não sobrou choro, não sobrou desespero, nos resta limpar as ruas, o tempo,
o pensamento, limpar, a dor das perdas,
desaparecidos e mortos e água.
Estamos limpando o coração. Agradecendo a ajuda, do Brasil, do mundo, de todos, de nós mesmos.
As famílias que se perderam, se juntaram com as famílias que se formaram nos abrigos improvisados, onde todos moram e choram e oram e imaginam como será a volta, a fé, no acerto, a fé no concerto, na vida que segue, no tempo que passará e no sangue e suor do nordestino, do Alagoano do Pernambucano, que mais uma vez esta no centro de todo sofrimento.
Um Brasil a margem do Brasil que esta sofrendo enquanto nos preocupamos com futilidades.
Um Brasil de verdade. Um Brasil, que luta contra tudo, que se reconstrói. Um Brasil que precisa de ajuda.
(Enchente em Alagoas e Pernambuco 2010.)
Natal
Está frio lá fora
Não há ninguém nas ruas da cidade
A janela de casa se abre, deixando o vento entrar
E trazendo lembranças que eu tento apagar
Hoje é natal
As luzes brilham mais que as estrelas
Somente para eles
Não há brilho mais forte do que o delas
É natal, e eu quero permanecer aqui
É natal, eu não tenho para onde ir
Eu fico por aqui, junto com essas estrelas
Permaneço com este imenso céu
Feliz estar com todos eles à sua volta
Feliz é esta sobre este gramado observando tudo ao meu redor
Você se parece tão só
Eu não serei o seu melhor,
É natal, você pode ficar por aqui
As luzes da cidade, são como
Lâmpadas apagadas para você
Sempre houve uma luz maior acima de você
Elas sabiam, que tudo um dia iria perder o brilho para você
Você nunca às enxergou,
Elas jamais deixaram de brilhar para você.
Entristeço-me quando você me olha assim tão triste, mas me renovo, quando vejo que há vida em seu olhar.
Sempre quis saber quem sou, qual o sentido da vida, o que faço nesse mundo, percebi que não há sentido pra vida, a não ser viver procurando o sentido dela então quem sou, sou mais um alguém, mais um na multidão, nesse mundo hipócrita, mas um a procurar o sentido da vida e assim caminho rumo a morte, o palavra forte, todos morremos hoje ou amanhã, talvez vivemos um pouco mais, mas um dia morremos como todo mundo, e acabamos morrendo frustrados, frustrados por não ter encontrado o sentido dessa tal vida, sortudo é aquele que descobre que a vida não tem sentido apenas na hora da morte, já pensou se frustrar por vários anos, mas a vida deve ter um sentido, para encontrá-lo se jogue na vida, pule de cabeça, a vida deve ser como um rio, as vezes calmo outras vezes turbulento, mas sempre segue seu caminho e deságua no mar.
As pessoas que se importam se importam. Não há meio termo. Se você nunca ligou, você não se importa!
2 Grandes amigas
Desconhecendo a verdade
Distantes no passado
Inseparáveis no presente
Há uma flor rara do ocidente
Que está presente no meu coração
Grandes conselhos
De uma pequena pessoa
Sabia a natureza
Amigas unidas pelo acaso do destino
Um sonho perdido
Mas por esse caso vivido não seriam amigas.
ÉPOCAS
Há épocas e épocas
em nossas vidas
épocas de se pensar
épocas de se agir
épocas de amar
São tantas épocas
as que passamos
que as vezes vivemos
épocas de outrora
épocas que nem sabemos
de onde vem e pra onde vão
Mas vamos passando
por elas, muitas vezes
sem perceber em qual
estamos, mas já querendo saber
para qual iremos...
O Haja de Deus
Há dupla honra,
Em dias de vergonha
Há esperança, em tempos de guerra
Talvez sem forma e vazio
Esteja o teu viver
Mas o haja de Deus, o haja de Deus
O haja de Deus se ouvirá
Se é tempo de chorar, pode até chorar
Mas haverá uma festa ao amanhecer
há momentos da vida que vivemos literalmente um inferno, cairmos do céu para o fundo do poço do inferno
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