Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Se por trás de um grande homem sempre há uma grande mulher;
Então, por trás de uma grande mulher;
Só pode haver um grande Deus!

"Não há melhor bússola para o sucesso do que as lições ensinadas pelos próprios erros. Aprende-se mais com os erros que com os acertos."

Há quem desconheça a própria vida, mas tenha uma intimidade impressionante com a dos outros.

Há dias em que continuar é simplesmente continuar apesar de tudo.

Amar-te até em Marte..


Amar-te, é compreender o que há de mais belo


Amar-te, é sentir o doce néctar do existir


Amar-te, é tocar a alma com o coração


Amar-te, é juntar os sabores da vida


Amar-te, é e sempre será a mais bela das emoções


Amar-te é simplesmente amar


"Caio Camara Cesar"

Há escolhas que doem antes de fazer sentido.

⁠Minha agenda está lotada não há espaço para assumir compromisso com a morte.

MIGALHAS DA GRANDE MESA — DISSERTAÇÕES.


Há momentos em que a alma não precisa de grandes acontecimentos para perceber que está diante de uma escolha. Às vezes, basta uma pequena “migalha”, uma palavra, uma prova, uma renúncia, uma dor ou um encontro, para revelar aquilo que ainda precisamos transformar em nós.


Em Migalhas da Grande Mesa — Dissertações, Marcelo Caetano Monteiro propõe uma reflexão sobre a reforma íntima a partir de duas expressivas passagens do Evangelho: a parábola do rico e de Lázaro e o encontro de Jesus com a mulher cananeia. Entre a mesa repleta e as migalhas desejadas, entre a necessidade humana e a resposta divina, surge uma questão essencial: o que estamos fazendo com aquilo que a vida coloca diante de nós?


Inspirada também na questão 919 de O Livro dos Espíritos, esta obra procura deslocar a reforma íntima do campo das ideias para o terreno concreto da existência. Não se trata apenas de reconhecer nossas imperfeições, mas de observar pensamentos, escolhas, hábitos, sentimentos e atitudes que, silenciosamente, constroem aquilo que somos.


As “migalhas” tornam-se, assim, símbolos das pequenas oportunidades de crescimento que muitas vezes desprezamos por esperar transformações grandiosas. O Evangelho, porém, pode ser encontrado justamente nos detalhes: na palavra que evitamos proferir, no perdão que resistimos a conceder, na vaidade que precisamos vencer, na responsabilidade que tentamos transferir e na caridade que podemos praticar sem testemunhas.


Este livro não pretende oferecer fórmulas prontas para a transformação espiritual. Convida o leitor a olhar para dentro, reconhecer-se diante do Evangelho e compreender que a verdadeira mudança começa quando deixamos de esperar que o mundo se transforme por nós.


Porque, diante da grande mesa da existência, talvez não nos falte alimento espiritual. Talvez nos falte apenas aprender a reconhecer, receber e aproveitar as pequenas oportunidades que diariamente nos são oferecidas.


Marcelo Caetano Monteiro.

Sampa..


São Paulo é tão diverso, que mesmo na diversidade, há tanta adversidade.


"Caio Camara Cesar"

Ha poder em extrair a força e inspiração das experiências de outras pessoas.

Se a travessia exige que você nade, compreenda que há pesos a serem deixados e pesos que precisam ser carregados para que a travessia continue depois do nado. Qualquer imprecisão nessa escolha lhe custará o próprio fôlego.

Às vezes, o destino nos ensina que nem todo amor é feito para ser vivido lado a lado. Há pessoas que habitam nossos corações com uma intensidade silenciosa, mas que não encontram lugar em nossa rotina, em nossos dias, em nossa vida. E é nesse espaço invisível — entre a lembrança e a ausência — que elas permanecem: como saudade, como aprendizado, como um amor que não coube no tempo, mas que jamais deixará de existir dentro de nós.

Há dores que não gritam... apenas ecoam no silêncio. Há corações que não batem... apenas cumprem o rito de estar vivos. E há almas que, de tanto sangrar invisivelmente, aprenderam a viver em estado de ausência.

Morrer? Como se mata o que já morreu por dentro? O que foi despido de esperança, esvaziado de fé, consumido pela saudade? O que vagueia entre os vivos, mas pertence ao território dos fantasmas?

Talvez morrer seja um luxo reservado aos que ainda têm algo a perder. Aos que ainda amam, aos que ainda sonham, aos que ainda acreditam. Porque há quem não morra... apenas continue existindo, arrastando o corpo onde a alma já não habita.

E é aí que mora o verdadeiro fim: não no instante em que o coração para, mas no momento em que a vida deixa de pulsar dentro do olhar.

Há amores que não pedem casa, pedem abismo. O nosso foi assim: intenso, especial, mas inabitável. Não por falta de sentimento, mas por excesso de medo. Não por ausência de amor, mas por incapacidade de o sustentar no mundo real. O que existiu entre nós nunca foi pequeno... apenas nunca encontrou chão.

Nós nos amamos no território onde tudo é permitido: na palavra, na promessa, na eternidade abstrata do “para sempre”. Ali, o amor era livre, belo, absoluto. Mas quando se aproximava da vida concreta (do tempo, das escolhas, das consequências) ele recuava, tremia, se escondia. Amar, para nós, não era encontro: era vertigem.

Você me amou sem me escolher. Eu te escolhi sem poder te ter. E nesse descompasso, criamos um laço feito de presença e ausência, de retornos e fugas, de silêncios que gritavam mais do que qualquer declaração. Não foi mentira. Também não foi completamente verdade. Foi sentimento sem morada.

O que nos uniu não foi a possibilidade de ficar, mas a impossibilidade de partir por completo. Eu fui o lugar onde você sentia sem precisar decidir. Você foi o lugar onde eu esperava sem poder avançar. Um amor clandestino não por traição apenas, mas por existir fora do tempo certo, fora da coragem necessária.

E ainda assim, isso não me diminui. Nem te transforma em vilã. Mas nos impede de seguir.

Porque há amores que não adoecem por falta de afeto, e sim por falta de destino. Eles não morrem... suspendem. Ficam pairando como uma música bonita demais para ser interrompida, mas dolorosa demais para ser repetida.

Talvez seja isso que fomos: um amor real demais para ser esquecido, e impossível demais para ser vivido. E amar assim é belo, mas ninguém mora no abismo.

Há a preocupação de que a abordagem da educação financeira transfira para o indivíduo a responsabilidade por problemas estruturais da economia, como a desigualdade e a inflação.

De quando meus lábios tocaram aos teus...
Não há um dia em que os meus não se perguntam onde está os teus? Seja perto seja longe, tanta saudade me consome..
Me perder nos teus olhos ja é costume,
Me soltar no seu abraço não me confunde
Mas encontrar um beijo seu... é aquilo que o coração assume.
Tal sentimento não se resume, bom é estar perto a ti, melhor é sentir que Samos tão nós, que "eu" e "você" deixou de existir.
Queria saber explicar, como um beijo seu me ajuda a melhorar, mais prefiro recitar, que um beijo seu é tudo aquilo que eu desejo encontrar.

O Sagrado Direito de Não Querer


Há um momento na vida em que a maturidade nos convida a fazer as pazes com a nossa própria verdade, e foi exatamente essa intuição que hoje tocou a minha alma. Eu finalmente entendi o que eu não quero mais aceitar. Eu não quero mais rir sem vontade, fingindo uma alegria que o meu coração não sente apenas para manter as aparências. Eu não quero estar em lugares onde a minha presença não cabe, onde eu não sou vista de verdade ou onde claramente não querem que eu esteja. Recuso-me a compartilhar o meu tempo com pessoas que magoam, que não sentem a minha falta e que me dão a nítida sensação de que estar ao meu lado é uma espécie de favor. Eu não quero ir a lugar nenhum sem querer, arrastando os meus passos por obrigação ou permanecendo em espaços onde as pessoas só me aceitam por insistência minha. Dizer esses "nãos" para o mundo não é egoísmo; é um ato de sobrevivência espiritual. É escolher a honestidade de ser quem eu sou, reconhecer a minha própria importância e proteger o altar da minha paz interior.

Há uma tranquilidade que chega quando a gente para de querer entender tudo.


O que está fora das nossas mãos deixa de pesar tanto quando aprendemos a colocar nas mãos de Deus.


Nem sempre as respostas chegam.
Mas o coração encontra um jeito de descansar.


E, por hoje, isso basta.


Edna de Andrade

A pior maldição, não é quando há sofrimento, mas, quando não há distinção entre o correto e o errado 😓, e as bases, não são firme para a alma.

A carne pode por testes, executa por decisão, o espirito faz o que quer. Por isso, há arrependimentos para os homens, para os anjos caídos...