Ha como eu Queria q ela Soubesse
“Há prisões que não se veem, mas pesam na alma. Somente o amor de Cristo rompe esses grilhões e conduz à verdadeira paz.”
Um delegado indagou,
Numa enquete que destina
Descobrir onde há mais roubos,
Nos de baixo ou nos de cima?
Num resultado cabal,
A resposta principal
Apontou: Faria Lima!
Não há no mundo um sentir tão profundo,
Quanto o amor que nos une, em nosso mundo.
Um laço que transcende, o tempo e o lugar,
Apenas o nosso amor, a nos guiar.
Em cada olhar, um universo se revela,
Em cada toque, a alma se desvela.
Não precisamos de mais, nem de algo a provar,
Nosso amor é a verdade, o nosso eterno amar.
É a calma na alma, o riso que ecoa,
A certeza que acalma, a vida que voa.
Um sentimento puro, que em nós se faz lar,
Apenas o nosso amor, para sempre amar.
Se acreditar que não há mais chance, recorde as lagostas no Titanic: condenadas ao prato principal, mas salvas pela tragédia. A vida surpreende até na tempestade.
Há muitos que vivem dentro da igreja, mas a igreja não vive em seus corações.
Ser parte de uma instituição religiosa não é o mesmo que ser Igreja.
É simples vestir-se de cristão em um dia da semana, cercado de iguais em um lugar seguro. Difícil é ser cristão no cotidiano, entre hostilidades, onde muitos rejeitam quem você é e a luz que te guia.
O mal cerca, mas não toca. Os que tramam contra você se levantam, mas não te derrubam.
A mentira e a injustiça são as armas dos maus; porém as suas são a fé, a honestidade e a justiça que vêm de Deus.
Nada está perdido!
Ainda há relva que enfeita o caminho, há céu estrelado a nos encantar e o sol a nos iluminar. Há pássaros que cantam, há sonhos que nos alimentam e um Deus que nos protege. Alegrai-vos! Tempestades passam e existe o tempo certo pra colheita de frutos doces, de redes em noites de luar. Bendizei os dias, sejam eles quais forem; tudo é aprendizado, tudo é recomeço.
Respire fundo e sinta a vida que há em você. Organize as gavetas do seu interior e jogue fora toda poeira acumulada. Desprenda-se do que não te serve mais! Estanque as feridas, regue de luz suas atitudes e vá; hoje, o dia conta com sua presença cheia de vontade de ser feliz. Portanto, casa limpa, sentimentos novos, beleza por viver.
O bem-me-quer e o mal-me-quer convivem juntos
nas pétalas de uma rosa.
Ao final do jogo,
só há um vencedor...
O maior perdedor é própria rosa,
que deixa de ser flôr.
clêibeR Otoni
Mesmo que a grana seja pouca e a conta bancária esteja vazia, há em mim a alegria em ter o pão de cada dia todos os dias.
Mulher preta não está só. Há um quilombo inteiro ancestral em cada passo da trajetória. Há um mar inteiro em cada sonho que se mantem vivo.
Sobre o Peso Invisível Que Habita os Ombros Mesmo Quando o Mundo Sorri
Há um lugar dentro de mim
onde os passos não se repetem,
mas continuam a ecoar,
como se cada som fosse a lembrança
de algo que nunca aconteceu.
A solidão não chegou como tempestade,
nem como rajada de vento
foi se infiltrando
nas frestas mais estreitas
da minha rotina,
ocupando o ar sem pedir licença,
até que respirar e tê-la perto
se tornaram a mesma coisa.
No princípio, imaginei que fosse ausência,
um buraco a ser tapado
com conversas, música,
ou o simples ruído de outros corpos passando.
Mas havia nela
uma densidade particular,
uma matéria invisível
que parecia moldar o contorno
de tudo o que me cercava.
Aprendi que a solidão não é
o silêncio ao redor,
mas o peso dentro,
uma pedra colocada onde antes
morava o impulso de chamar alguém pelo nome.
Ela é paciente,
ensina que o mundo se move
sem precisar de testemunhas,
que a respiração pode ser
a única prova
de que ainda se existe.
Falar comigo mesmo
deixou de ser confissão
e se tornou um rito
um pacto que mantém
o frágil edifício da mente
de pé no meio da madrugada.
Alguns dias ela me prende,
como corda atada à cintura,
puxando para um fundo que não se vê.
Outros, se espalha
como luz pálida sobre campos vazios,
onde cada passo que já dei
parece ter sido apagado pelo vento.
E sem despedidas,
permanece:
invisível,
inseparável,
uma presença imóvel
que me habita
com a mesma intensidade
com que o sangue habita as veias.
Lá, onde o silêncio ecoa,
a voz do tempo que voa.
Não há pressa, nem saudade,
nem há prisões da vaidade.
de um eco em terra de ninguém,
a sombra do hoje que se tem.
Mero Pensador...
Vivo em minha casa há anos, mas apenas hoje percebi o quão alto é o teto da minha cozinha. Antes, estava ocupado demais tentando ser feliz para ser capaz de notar isso. Agora, caminho, como um morto-vivo, pelos cômodos, perdido em pensamentos deprimentes, e desenvolvo novas perspectivas sobre a realidade que eu sempre estive vivendo. Uma dádiva ou mau agouro? Meu renascer está próximo ou seria esse o aviso prévio do fim da minha existência miserável?
Entre o Coração e o Vazio
Há um abismo entre a boca e o coração,
um espaço onde os sons nascem e morrem
antes de alcançar o ar.
A língua repousa como um animal adormecido,
com medo de morder a própria carne.
Ele caminha entre rostos como quem atravessa um campo minado,
sabendo que cada gesto pode ser a explosão
que revelará a dor que carrega.
Prefere a distância à confissão,
prefere o eco vazio ao risco de ser visto.
As noites tornam-se longas
quando se guarda demais.
Os pensamentos crescem como raízes cegas,
procurando saída por frestas
que nunca se abrem.
O corpo aprende a calar antes da mente decidir,
uma disciplina antiga, quase cruel,
como um monge que jejua até esquecer o sabor.
O coração se torna um cofre de ferro,
sem chave e sem promessa de resgate.
Há uma ciência amarga em fingir normalidade,
em sorrir como se nada fosse urgente.
A arte de sobreviver está em parecer intocado,
mesmo quando por dentro
a própria alma se despedaça em silêncio.
Afastar-se é mais fácil do que explicar.
A ausência não exige justificativa,
apenas se instala como neblina,
apaga contornos
e esconde o que nunca foi dito.
Mas o que se evita pesa.
É um fardo que se acumula nos ombros,
uma sombra que cresce e acompanha os passos,
lembrando que todo silêncio é também
um grito sufocado.
O funeral acontece sob um céu pesado,
o cheiro de flores murchas e terra úmida
envolve os que choram com um peso invisível.
Ele observa de longe, sem se aproximar,
como se a morte fosse apenas mais um lugar
de onde é melhor se manter distante.
O caixão desce lentamente,
e todos ao redor murmuram despedidas
que ele jamais conseguiria dizer.
Os sinos soam como o eco de tudo que ficou preso,
e naquele instante,
ele percebe que enterra junto o que nunca teve coragem de oferecer.
Ele caminha sozinho pela rua deserta,
o corpo frio como pedra,
e pela primeira vez entende que não é o mundo que o abandona,
é ele que se abandona ao vazio
até que o próprio coração pare de chamar por socorro.
Aprendi que:
Idade não é sinônimo de maturidade
Não há nada mais baixo que o EGO
Saiba delegar tarefas, você não vai resolver tudo sozinho
ATITUDES falam MAIS que palavras.
Seja humilde, pois qualquer pessoa pode te ensinar algo
Perdoou, não volte a tocar no assunto ( pare de ruminar)
Quem ganha mais é quem divide, não quem quer tudo para si.
Aprendi que:
Idade não é sinônimo de maturidade
Não há nada mais baixo que o EGO
Saiba delegar tarefas, você não vai resolver tudo sozinho
ATITUDES falam MAIS que palavras.
Seja humilde, pois qualquer pessoa pode te ensinar algo
Perdoou, não volte a tocar no assunto ( pare de ruminar)
Quem ganha mais é quem divide, não quem quer tudo para si.
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