Ha como eu Queria q ela Soubesse
Não há nada de mais sedutor para o homem do que o livre-arbítrio, mas também nada de mais doloroso.
"Há dias em que tenho medo do mar, do rio
Outros dias, já sinto vontade de mergulhar
Nadar até às profundezas
E me tornar parte das águas
É como me sinto:
Às vezes, calma
Outra hora, turbulenta
Às vezes, reluzente
E outra hora, tão escura"
No nível mais profundo, não há separação entre você e a experiência que está acontecendo. A ideia de um “eu” separado observando o mundo é útil funcionalmente, mas limitada em termos de percepção. Quando essa separação começa a se dissolver, o que resta é uma experiência mais direta, mais viva e menos fragmentada da realidade.
Há uma armadilha refinada no caminho: a tentativa de usar a prática para se tornar uma versão mais controlada, mais equilibrada ou mais espiritual de si mesmo. Isso ainda é o ego operando em um nível mais sofisticado. A verdadeira transformação começa quando você percebe que não há ninguém ali para ser aprimorado, apenas padrões sendo vistos com lucidez.
Não há transição real entre ignorância e clareza - essa ideia só existe dentro da lógica da mente. O que parece um caminho é apenas o desgaste gradual das ilusões que impedem o reconhecimento imediato do que sempre esteve evidente. Nada novo é alcançado, apenas o falso deixa de se sustentar.
No ponto mais profundo, não há nem mesmo liberdade, porque nunca houve aprisionamento. A noção de libertação só faz sentido enquanto há alguém que se percebe preso. Quando essa base desaparece, não resta conquista, nem estado, nem realização - apenas o que nunca começou e nunca terminará.
No fim absoluto - que não é um fim - não há compreensão, porque não há distância entre o que é e aquilo que compreenderia. Não há unidade, porque nunca houve dois. Não há totalidade, porque não há partes. Tudo o que pode ser dito falha - e ainda assim, nada jamais esteve fora disso.
Em um nível extremo de clareza, até mesmo a noção de “experiência” colapsa. Não há algo acontecendo para alguém — há apenas o acontecer sem centro, sem direção e sem testemunha separada. Tudo o que antes parecia real se revela como uma sobreposição conceitual sobre o indizível. E, ainda assim, nada precisa ser removido.
No silêncio mais profundo, não há experiência sendo registrada, nem alguém para testemunhar. Ainda assim, há uma evidência inegável de existência, sem forma, sem história e sem necessidade de confirmação. É um reconhecimento que não acontece no tempo — é o colapso da própria necessidade de reconhecer.
As vezes perco minhas cores.
E escalas de cinzas é o que há apenas
Por vezes surgem cores, mas logo se desbotam.
Em toda mulher há uma beleza
E esta beleza, quando reconhecida
Se torna a anarquia de muitos homens.
“A beleza não está no padrão que se vê, mas na energia que se sente. Há rostos que encantam, mas almas que apagam; e há essências que brilham, mesmo sem se encaixar no ideal de beleza.”
O amor físico na qual reina a cumplicidade, não há sombra de dúvidas; É atemporal, ou seja , incondicional.
Divergências / (060417)
Num recinto onde há várias pessoas, de certo, haverá ideias diferentes. Se as tais não divergirem , retire-se imediatamente. Significa que neste ambiente ninguém pensa!
Chegamos a um ponto que nos sentimos cansados de tudo!!!
Será mesmo?
O trabalho é muito?
Há quem está sem nenhum.
Está insuportável a jornada? Há alguém que suporte.
A remuneração é pouca?
Há quem seria extremamente feliz com a metade do que pra ti é pouco!!!
210223
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