Ha como eu Queria q ela Soubesse
"Há pessoas que mentem tanto, e de tal forma, que no meio de suas muitas mentiras, às vezes, até escapam algumas poucas verdades..."
"Para tudo na vida, há um preço a ser pago. Não é sobre castigo do inferno ou a recompensa do céu, são apenas escolhas e consequências."
Receba as boas energias da vida. Para isto, basta reconhecer o que há de bom nas mínimas coisas do seu dia.
Há um silêncio sagrado no ato de repartir o pão, um mistério que só se completa quando duas mãos se tocam sem o ruído do mundo, no entanto quando a lente se atravessa entre o doador e o faminto, a caridade corre o risco de virar teatro.
Há feridas na alma que desafiam a cura; elas não sangram no cotidiano, mas latejam ao menor toque da lembrança.
"Não permita que o futuro chegue antes de ele chegar. Para tudo há um tempo, e quem não respeita o momento de cada coisa acontecer, faz acontecer da maneira errada".
O Eco do Tempo
“O tempo não se mede no relógio, mede-se no que sentimos.
Há dias que duram segundos, e segundos que carregam uma vida inteira.
Por isso, ame sem pressa, abrace sem medo, viva sem reservas…
Antes que o tempo siga seu caminho e nos deixe apenas com o eco daquilo que não ousamos viver.”
Naldha Alves
Viver !
Viver sem ti não há razão,longe de ti principalmente.Quem se afasta de ti, deixa ser obediente.Viver por viver é melhor ser recolhido, porque só em teus braços, o homem é acolhido.Deus faz um convite para toda humanidade, quem crê nesse convite será feliz de verdade. Ele diz: Olhai para mim e sereis salvo. (Isaías 45:22 ). Ele diz: Buscar-me-eis e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração. (Jeremias 29:13). Buscar ao Senhor de todo coração, é difícil para muitos; porque requer santidade. O Senhor é Santo,Ele aborrece o pecado, mas ama o pecador. (Povo. 15:9).Em I Pedro 1: 16 está escrito: Sede Santo, porque eu sou Santo. Louvado seja o Deus para sempre.
O milagre da vida
Há verdades silenciosas que o dinheiro jamais alcança.
Ele atravessa mãos, constrói muros, ergue impérios — mas não toca o essencial.
Porque, no fundo, há perguntas que nenhuma riqueza consegue responder:
de que vale possuir o mundo, se o coração permanece vazio?
De que serve o ouro, se a alma não encontra paz?
E que cor tem a vida, quando vista por olhos que já não sabem sentir?
Dizem que o dinheiro ajuda — e ajuda, sim, a sustentar o corpo nesta engrenagem material.
Mas há limites que ele não atravessa.
Ele não compra o tempo de volta, não negocia com a morte,
não cura as feridas invisíveis que sangram em silêncio dentro de nós.
Não realiza o milagre mais simples e mais profundo:
viver plenamente.
E então surge o mistério:
qual é a força que faz o coração pulsar, incansável, dentro do peito?
Que energia sustenta a vida sem que a vejamos?
Olhemos para o universo.
A vastidão do céu, os planetas em seus caminhos invisíveis,
as estrelas suspensas no infinito, o sol que aquece, a lua que acalma.
O que mantém tudo isso em harmonia, sem cair no caos?
E na Terra — a mesma sinfonia.
As plantas que brotam, os frutos que nascem,
os animais que seguem seus ciclos,
os insetos quase invisíveis que sustentam a vida,
o calor que nutre, a chuva que renova.
Tudo em equilíbrio. Tudo em perfeita ordem.
Mas o homem, em sua inquietude, criou o dinheiro —
e com ele, a ganância e o egoísmo.
E, na ilusão de possuir tudo, começou a perder a si mesmo.
Acumula o que não pode levar,
disputa o que sobra na abundância,
e esquece que a maior pobreza
é a da alma que se distancia da essência.
E o que leva o homem desta vida?
Não os bens, não os números, não os títulos —
mas, muitas vezes, as marcas do que escolheu ser:
ou a leveza de quem amou,
ou o peso de quem se perdeu.
Ainda assim, há algo que o mundo não conseguiu roubar.
Nem o tempo, nem a dor, nem a própria humanidade em crise
foram capazes de tirar de nós
a capacidade de sonhar, de sorrir, de se alegrar.
Porque há beleza em existir.
Há grandeza em contemplar o universo
e perceber que fazemos parte dele.
Há um milagre silencioso em cada respiração,
em cada batida do coração,
em cada instante vivido com presença.
E talvez seja isso o mais precioso de tudo:
a vida —
não como algo que se compra,
mas como algo que se sente, se vive e se honra.
Porque, no fim, tudo passa.
Mas aquilo que verdadeiramente somos
permanece.
Atila Negri
Os vendedores de sonhos e esperança
No mundo moderno, há um comércio silencioso e invisível — um mercado que não expõe vitrines, mas seduz multidões: vende-se sonhos, negocia-se esperança. E quem domina essa arte, prospera. Enriquece não apenas de bens, mas de influência sobre almas cansadas.
A humanidade, em sua essência mais profunda, tornou-se carente do divino poder de sonhar. Aos poucos, vai perdendo a esperança, e muitos, já exaustos, desistem até de si mesmos. É nesse terreno árido que surgem os chamados vendedores de sonhos — raros, eloquentes, envolventes. Com palavras bem construídas, acreditam transformar destinos. E os que ouvem, sedentos de sentido, creem ter sido salvos por discursos. Mas, no fundo, há um equívoco silencioso: ninguém pode vender aquilo que já habita o interior do outro.
O homem carrega dentro de si uma chave invisível. Quando acionada, ela não abre portas externas, mas desperta mundos internos. É ali, no íntimo, que a verdadeira transformação acontece — não pela voz de outro, mas pelo eco que essa voz encontra na própria essência.
Entretanto, o mundo moderno parece empenhado em sufocar o sonhador.
Arranca-lhe a esperança de viver, de se reinventar, de ser livre. Um sistema sutil e dominante molda pensamentos, condiciona desejos e ensina a se contentar com migalhas — migalhas emocionais, espirituais, existenciais.
E assim nasce uma dependência perigosa: a necessidade constante de alguém que diga o que sentir, no que acreditar, para onde ir. Até a fé — que deveria ser livre, gratuita e íntima — passa a ser moeda. Negocia-se o sagrado como se fosse produto, quando, na verdade, foi dado sem preço, sem barganha, sem troca.
Multiplicam-se os discursos, os palcos, os mediadores de ilusões. Muitos, com dons refinados de oratória, se erguem como guias, quase salvadores, oferecendo sonhos em larga escala. E em troca, pedem algo sutil, porém profundo: devoção, dependência, idolatria.
Que ironia dos tempos… Sonhos e esperança, outrora essência da alma, tornaram-se mercadoria. E aquele que pregou o amor, o perdão e a misericórdia — Jesus Cristo — que nada vendeu, que tudo doou, inclusive a própria vida, hoje tem seu nome muitas vezes usado como selo de comércio.
Vivemos dias em que a alma humana é leiloada em parcelas de ilusão. Dias em que a liberdade interior é trocada por conforto emocional imediato.
Caminhamos, lentamente, rumo a uma escravidão invisível — não de correntes nos pés, mas de amarras na mente e no coração.
Mas a história… ah, a história já foi escrita.
E quando o silêncio cobrar das palavras,
quando a verdade se impor sobre os discursos,
quando o homem, enfim, olhar para dentro de si…
a conta chegará.
Atila Negri
Não espere do mundo aquilo que nasce, silencioso e poderoso, dentro de você. Há batalhas que ninguém pode travar por suas mãos, nem caminhos que outros possam percorrer por seus pés.
A dependência dos homens, quando se torna abrigo constante, enfraquece a alma como vento que apaga lentamente a chama — e, com ela, vai se esvaindo também a fé, que precisa de autonomia para respirar.
Não entregue suas vontades ao teatro das expectativas alheias. Não se torne marionete de aplausos passageiros nem refém de julgamentos frágeis.
Seja a mão que escreve o próprio destino, a voz que define seus limites, o espírito que constrói, com coragem, suas próprias leis
Há momentos nesta vida em que parece que não dá certo e bate o desespero. É nessa hora que devemos confiar no agir de Deus, pois sabe que ainda não é o momento adequado para receber a sua vitória.
Sem fotos
Sem textões
Sem enfeites natalinos
Há Deus só te peço uma coisa, que dê a cada um o que merece, que o tempo se encarregue de tudo, e que venha a paz aos que tanto merecem.
Ah, minha mãe ensinou-me uma coisa valiosa: o poder da oração, o poder de crer em Deus, há mais mistérios entre o céu e a terra que a gente possa imaginar, Shakespeare.
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