Ha como eu Queria q ela Soubesse
Há quem diga que duas cabeças pensam mais do quê uma. E do quê adianta duas cabeças e nenhum cérebro?
Ha um perfume de flores e rosas,
Em meu jardim,
Porque voce existe,
Porque me fala de amor
E acredita em mim.
Não quero guerra nem paz
nem saber se há céu, mar,
terra, flores, ar
passarinhos, outros bichinhos.
Não vou lembrar de safados
de honestos, dos modestos,
dos cometas dos planetas
dos continentes
de idiomas diferentes
hoje eu quero o vazio
o nu.
que importa o vento
o frio ou o calor
quero o nada.
Nem sonhos
menos ainda realizações
nem fastio me atrai.
candura, ardil
frescura ou secura
tanto faz,
não quero.
Eu não quero existir
sentir.
Não estou a fugir
só não quero
nem fingir.
Me dispo de tudo,
esvazio.
Que importa a poluição
a má intenção
que interessa a solidariedade
o rancor, o amor?
Fico parada, sem pensamento
nem que seja por um momento
não quero saber de nada.
Há tempos o que vemos e vivemos no mundo é o preconceito, o juízo prematuro e injusto da identidade alheia. Diversas vezes pensa-se estar exposto na cara, nas vestes, e na tonalidade da pele o valor de cada um. Não se erra porque é humano, mas sim porque se tem pele escura. A cor da pele diversas vezes expõe todas as demais características prováveis de uma pessoa.
É incrível e poderia ser sábio se não fosse insanidade humana a capacidade leiga de a partir da cor da pele levantar (pseudo) dados criminais, dados a cerca do caracter, posição social, entre tantos outros valores de um ser humano. O comportamento típico do negro é rotulado muitas vezes como o pior possível, por mais que esse não faça nada além do que agir como tantos outros de pele branca, amarela, verde ou azul.
O que é correto? Talvez seja permanecer no direito de ficar calado por não haver necessidade alguma de explicar a presença de melanina na pele e morrer como inocente ou simplesmente andar calçado, bem vestido, limpo e fazer cara de intelectual, para viver e não ouvir falarem que ainda é um homem incorreto. Não basta ser, tem que parecer ser o que uma sociedade preconceituosa não procura encontrar.
Há cinco evangelhos de Jesus Cristo - Mateus, Marcos, Lucas, João e você, o cristão. A maioria das pessoas nunca lerá os quatro primeiros.
Ponteiros
Há pessoas que tiram de nós a preciosidade do nosso tempo.
Com alguns, o tempo parece se solidificar.
Com outros, o tempo parece ter asas...
Alguns conseguem fazer eternizar umas simples quantidade de segundos.
Outras, conseguem fazer qualquer tempo se perder e criam ponteiros ilusórios que rodam inutilmente.
O tempo nos traz pessoas que fazem nosso tempo ter mais sentido.
Mas também leva quem não o torna promissor.
O tempo é aquilo que fazemos dele.
Se pensarmos que ele é pequeno, nada faremos em uma infinidade de horas.
Se pensarmos que ele é longo, faremos em minutos coisas inenarráveis e inesquecíveis.
O tempo é isso ou aquilo!
O tempo faz isso ou aquilo!
O tempo só cura feridas quando nós permitimos, caso contrário, tomamos dele os artefatos de cura.
O tempo é aquilo que vivemos!
O tempo solidifica atos mas também derrete ausências.
O tempo que fora bem aproveitado mantém pessoas que fizeram cada milésimo valer a pena.
Há igrejas tão vazias das Escrituras e tão próximas de doutrinas de demônios, que se pegarmos discursos inteiros de suas pregações e ensinos, só trocando o nome “Deus” por “diabo”, quase tudo continuará fazendo sentido. É um verdadeiro evangelho de satanás, dentro de igrejas.
Confio na luz que me abraça,com fé não me perco nas sombras pois sempre há luz no meu caminho, se de repente por algum momento me perco nas sombras...minha luz logo se refaz,é Jesus me guiando para que não me perca do seu caminho,e assim vou seguindo com fé.
Não há ninguém ao qual foi dado de conhecer tudo, nem ninguém, por outro lado, ao qual não aconteceu de ter recebido da natureza algo especial. O estudante prudente, portanto, ouve todos com prazer, lê tudo, não despreza escrito algum, pessoa alguma, doutrina alguma. Pede indiferentemente de todos aquilo que vê estar-lhe faltando, nem leva em conta quanto sabe, mas quanto ignora. Daqui se origina o dito platônico: 'Prefiro aprender modestamente as coisas dos outros a ostentar descaradamente as minhas'.
Se Deus existe, então não há fórmulas para conhecê-lo, apenas condições, e todos estão sujeitos á elas,mesmo que todos não tenham as mesmas crenças.
Felicidade é o bem estar em um curto intervalo de tempo, talvez não há uma explicação sucinta. O que posso dizer que é uma sensação do quanto tu estás disposto(a) a vivê-la e transpirá-la no decorrer da sua vida, fazendo o bem e gerando a corrente do bem. Isso é para quem tem coragem de abrir um simples sorriso por coisa boba, até mesmo quando a chuva cai na natureza.
Há pessoas que aparentemente têm tudo na vida – saúde, beleza, dinheiro, liberdade – e são infelizes. Isso acontece porque elas fixam a atenção naquilo que lhes falta ou simplesmente não sabem o que querem da vida. Outras, ao contrário, vivem situações penosas, mas são capazes de enxergar um cantinho do jardim onde bate um raio de sol.
Empoderamento!
Não há que falar em poder enquanto ainda houver o medo,
Não há que falar de felicidade, se ainda houver dor,
Não há que falar em perdão, se houve esquecimento!
O poder inicia quando você perde o medo de soltar suas dores e exercer o perdão verdadeiro.
Soltar o medo não é fácil, mas é possível, então pare de resistir ao medo... deixo-o entrar, observe-o como se estivesse observando algo que pode te ensinar, veja como ele chega, o que ele tem a dizer, como ele modifica seu corpo, sua mente e seu espírito. Quando você aprende a observar o seus sentimentos, você aprende como ele chega, e como se instala e consequentemente como fará para se livrar deste padrão de comportamento.
Cuidado a mente, ela não quer que você aprenda. Ela quer que você continue sua escrava, continue sendo refém dos seus próprios sentimentos ruins.
Resista, pare, respire, observe, solte e agradeça.
Faça-a dia após dia, até que um dia ficará mais brando, mas leve. Assim também funciona com as dores... pare e observe como ela chega e silencie até achar suas raizes... assim é o auto-conhecimento... se não parar para observar não encontrará respostas e muito menos evolução.
O perdão não é esquecer algo; se você foi vítima de abusos, não esqueça, acolha a dor, o medo, a raiva, mergulhe observando o que acontece, e vá soltando na sua respiração, eu sei que é doloroso, mas é um começo. Pratique o perdão verdadeiro, pois quando se pratica o perdão a liberdade vem.
Não resista, pois todo o sentimento que resistimos ficará cada vez mais forte. Aprenda a amar todos os seus sentimentos, você verá que eles diminuem quando são reconhecidos.
O poder está dentro de nós! Basta mergulhar dentro de si mesma que o Poder interno acontece. Se tiver medo de fazer isto sozinha, saiba que nunca está só, se pedir as energias divinas virão, se precisar, peça ajuda, mas não fique mais onde está, siga... tenha coragem de seguir sempre em frente!
Empodere-se!
Giovana Barbosa
Noite de dia de São João.
Há muitos anos atrás, nessa hora a gente já estava todo animado pra acender a fogueira, já estava tudo pronto pra festa começar, faltava somente o sol se pôr pras primeiras labaredas começarem a dançar subindo ao céu. Ainda consigo ver as labaredas subindo e competindo com o brilho das estrelas pra ver quem iluminava mais a rua.
São João lá de muitos anos atrás, era bem diferente do que é hoje em dia. Os preparativos começavam logo no início do mês de junho. Cortar as bandeirinhas, feitas com folhas de revistas, jornal velho e papel de seda. Prepará-las no barbante, enfileiradas distribuindo as cores. A turma toda se reunia para isso. Meninas faziam o grude e iam colando as bandeirinhas, meninos iam ajudando os pais a suspender e amarrar nos telhados, atravessando a rua e colorindo lindamente a paisagem. No começo do mês, os pais já compravam nas compras de supermercado, os ingredientes para as comidinhas do dia da festa. Pipoca, arroz doce, canjica de coco, canjica de amendoim, bolo de fubá, de mandioca, pé de moleque e batata doce pra assar na brasa da fogueira. Uns e outros com um pouco mais de dinheiro, assavam carne. Era um dia de muita alegria. Os cheiros de coisa gostosa tomavam de conta de tudo.
A gente se preparava todo. Além da fogueira, das bandeirinhas e das comidas, a gente se enfeitava colocando retalhos coloridos nas roupas. As mães, quase todas, tinham máquinas de costura em casa e faziam isso pra gente. Com tudo preparado, a ansiedade pra chegar a hora de começar era grande. Fogueira pronta e acesa, forró raiz tocando na vitrola e o cheiro de pipoca tomava de conta da rua. A gente improvisava uma quadrilha, anarriê pra cá, avancê pra lá, a gente se divertia e comia coisa boa a noite inteira. Alegria de menino pobre é barriga cheia de coisa doce. De casa em casa, naquelas ruas de chão batido e poeira solta, a gente passava e ia provando um pouquinho de cada guloseima. A partilha era feita com amor e alegria por todos. Éramos vizinhos, mas parecíamos mesmo como uma grande e unida família. Os filhos eram filhos de todos. As mães e pais eram de todos também.
As fogueiras acesas iam iluminando as frentes das casas e iluminavam também os nossos olhos de criança. O calor daquele fogo aquecia nosso coração e trazia conforto pra alma. Pula fogueira, rodava bombril queimando (fazia um efeito espetacular de labaredas voando), soltava uns traques aqui e ali. Era um dia que a gente se esquecia das dificuldades da vida daquele tempo. Casas pequenas, famílias grandes, pouco recurso, pouco investimento do governo no lugar onde a gente morava. Mas era um povo tão forte, que haviam muitos motivos pra festejar, por mais simples que fosse o festejo. Em anos assim, que misturava São João com Copa do Mundo, a festa era dobrada, as bandeirinhas ganhavam cores em verde amarelo e a união daquele povo aumentava. Tempos bons. Quem sabe é quem viveu aquilo. Coisas simples, enfeitadas de retalhos de pano e papel velho, mas que tem cor de ouro e cheiro de doce nas memórias da gente.
"Olha pro céu meu amor, veja como ele está lindo!"
Viva as boas lembranças!
Não há demonstração de amor melhor que um simples abraço
Você se conecta no corpo da outra pessoa
Os corpos se tornam um só!
E quando ele é verdadeiro
Não há sensação melhor
Você se completa juntamente com os sentimentos
Emociona!
E você percebe
Que tudo do que você precisava
Era de um simples
ABRAÇO!
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