Ha como eu Queria q ela Soubesse
Tudo bem, ela é durona, mas se Miranda fosse um homem, ninguém iria reparar em nada em relação a ela a não ser quão boa é no que faz.
(Andy)
Não implore atenção para aquela pessoa que não está nem aí para você, ela não tem nada a lhe dizer e te oferecer.
Ofereça sua atenção para aqueles que te amam.
Demonstre amor próprio.
A imaginação de um artista é sua maior ferramenta. Ela pode criar uma sensação ou um sentimento que as pessoas desejam experimentar, além de transportá-las para um lugar completamente diferente.
Nós pedimos pra uma pessoa mudar e ela não muda,
ai nós pedimos pra Deus mudar essa pessoa e ele muda.
Só Deus consegue mudar alguém de verdade.
Podemos nos orgulhar de qualquer coisa, se ela é tudo o que temos. Quanto menos se tem, talvez mais precisemos nos orgulhar.
Nossa espécie é a única espécie criativa e ela só possui um instrumento criativo, a mente individual e o espírito de um homem.
BLACK POP:
A Black pop é um mal chique
Não é aquele mal escarrado, nojento
A Black.
Ela curte veado, traveco, sapato e ladrão
A pop.
Não fuma, não cheira e não curte apertar
A mina.
Ela vota, brinca de roda e toca agogô
A negra.
É chique na lapa, na copa, no gueto
E até no pelô
O Black da negra.
Tingiu sem censura o branco encardido
“DEPUTA”... retrô.
ACRÓSTICO À ELA
A nossa loucura aqui começa
Nós somos sempre céticos.
Dessa enorme loucura.
Roubaste Minh ‘alma
Enquanto jazia
Adormecido nessa loucura fria.
Nicola Vital
O CONTO QUE NÃO SE CONTA
Cada história possui o lado que contamos e, aquele que ela por si só vai dizer.
Não seria diferente nesta que vamos agora prosear!
Em fins dos anos de 1960, surgia aqui no Brasil um sujeito que doravante vai figurar como protagonista de nossa narrativa.
Aqui, porque lá fora ele já dava o ar da graça, não sei se com o mesmo rosto. E, só agora, meio século de seu nascimento é que passei a conhecê-lo e ter meus primeiros contatos, afetivo e efetivo com ele, e tudo aconteceu, Plá, assim. Como um estalo. E me apaixonei. Claro, não sei se foi recíproco o sentimento. Mas foi amor, e amor à primeira vista. Quando ele me foi apresentado, logo chegou de mansinho, ali, tímido, conciso e integro. Pequenino porem forte, sua suposta timidez paradoxalmente trazia consigo muita definição.
Eu, que sempre fui amante da arte, alguma coisa mais, digamos romântica ou prosaica por assim dizer.
Fiquei embasbacado com a beleza e sutileza daquela persona.
A cautela me faz não querer contar nada a principio.
À medida que nossa relação se consolidava comecei a tornar pública minha admiração àquele jovem, de gênero ainda não bem definido aos olhos da crítica literária que ainda, salvo as exceções, permite-se negar sua identidade e seu lugar de pertença.
Digamos a pequena cidade de Guaxupé – MG. Onde nascera e, antes de demandar pânico à sociedade feminina Curitibana como O vampiro de Curitiba... Aquele jovem já se apresentava incorporado em Amanhã, Camila, A mal amada, o sabor do humano e outros. Todos, filhos dos pioneiros do grupo de Guaxupé.
Em 1969, enquanto eu dava meus primeiros passos à adolescência, o nosso personagem já estreava como protagonista e estrela de capa da Plaquete “Cadernos-20” publicada pela imprensa oficial de BH. E hoje somos efetivamente casados e com uma proposta de afetividade em construção.
Sobretudo esse moço que teve sua identidade havia anos, velada, possui nome, e é filho de Francisca Villas Boas e seus contemporâneos. Atendendo pela graça de Miniconto. Apesar de sua grandiosidade. Sendo assim, é, sim, um conto que se conta.
A violência cresce cada vez mais, evoluímos com ela também; hoje vivemos, racionalmente ou não, a cumplicidade desse mal.
ALEGRIA PASSAGEIRA
Ela é bem vivida nas festas, festivais e carnavais. São momentos de boas risadas sem verdadeira alegria; boas conversas, mas apenas superficiais... As angústias vividas continuam presas no profundo do coração e passados os momentos de ilusão, tudo volta com força devastadora que trazem dor, angústia e inquietação...
Só em Deus o coração encontra paz!
Insônia... A noite escura leva com ela o brilho das estrelas e o sonho real torna-se apenas a ilusão de um vida que ainda não acordou em um amanhecer de paz.
Vocês não podem manter sua verdadeira identidade escondida para sempre: logo ela será exposta. Vocês não podem manter uma máscara religiosa o tempo todo. Cedo ou tarde, a máscara vai cair, e a verdadeira face religiosa de vocês será conhecida. Vocês não podem falar uma coisa em particular e pregar o oposto em público. Chegará o dia em que a verdade será conhecida em toda a cidade."
(Lc 12.2-3).
Pv 9.8 - Nunca repreenda uma pessoa vaidosa; ela o odiará por isso. Mas, se você corrigir uma pessoa sábia, ela o respeitará.
Quando fui olhar no dicionário, entendi melhor: "vaidosa" - Vazia, que vive de aparências ilusórias.
Infelizmente, essa é a realidade até mesmo dos que se acham sábios cristãos.
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