Ha como eu Queria q ela Soubesse
Mas ela era tão linda, tão envolvente, tão encantadora, tão profunda e tão interessante que fiquei observando-a e a escutando numa absurda e desconhecida fascinação.
Imaginava que as pessoas me veriam nas ruas e comentariam umas com as outras, me apontando: “É ela!” “Será?” “Sim, é ela!” “Vamos nos aproximar?”. E se aproximariam e me veriam esplêndida. E quando eu ficasse mais velha, com minha beleza mais ofuscada, ainda me reconheceriam pelo brilho nos olhos, pela postura elegante e pelo sorriso na face. E quando eu morresse, eu não morreria, permaneceria viva, aplaudida e admirada em toda minha beleza.
A dor só é dor — ela não tem o poder de te destruir, paralisar ou mudar quem você é.
Ela apenas passa… e você permanece: inteiro, vivo, invencível.
De todas as riquezas do mundo, por mais desejáveis que pareçam, escolha o conhecimento. Todas elas perecem, perdem o brilho e o valor. O conhecimento é para sempre...
Rebeca em Flor
Rebeca não é uma flor só.
Ela é um jardim inteiro, feito de contrastes suaves e intensos,
uma alma que dança entre o sutil e o inesquecível.
Ela tem a delicadeza da rosa,
que encanta sem esforço,
e a elegância que não precisa falar alto — basta existir.
Carrega a graça da flor de cerejeira,
com uma presença leve, quase etérea,
mas que permanece viva na memória,
mesmo quando o tempo passa.
Tem a feminilidade e a sensualidade do hibisco,
não vulgar, mas natural —
como quem floresce sabendo o valor que tem.
É girassol em movimento,
olhos voltados para a luz,
mesmo quando o mundo parece sombra.
Carrega consigo a coragem silenciosa de quem ama sem medo
e a lealdade firme de quem permanece, mesmo quando tudo muda.
No coração, habita o lírio —
símbolo da sua pureza, dignidade e espiritualidade profunda.
Rebeca não vive na superfície;
ela mergulha, sente, ora e se eleva.
Mas não se engane com a suavidade:
também é margarida,
simples no gesto, verdadeira no olhar,
bela por ser quem é — e não por tentar ser.
E quando precisa se mostrar inteira,
ela é flor de flamboyant:
forte, vibrante, impossível de ignorar.
Ela floresce onde outros murcham,
e não se curva diante do sol —
ela se alimenta dele.
⸻
Rebeca é flor rara, que não cabe em vaso nem vitrine.
Ela floresce em alma livre.
Aprendi a ver o caminhar da vida, a aceitar as cores que ela traz.
A Passageira do Destino
Ela entra no carro sem aviso, trazendo consigo o perfume do acaso.
Seus olhos guardam histórias que não me contará, e seu sorriso é uma porta entreaberta para um mundo que talvez eu nunca conheça.
Por que aceitou minha carona? Seria apenas um gesto casual, ou o universo insinuando um encontro que ainda não estamos prontos para viver?
Fico confuso, dividido entre o presente e o devaneio.
Quem é você, mulher de passos silenciosos e palavras medidas?
Se nesta vida somos apenas estranhos cruzando estradas, talvez em outra existência possamos nos encontrar sem medo, sem pressa, sem segredos.
Até lá, sigo dirigindo, levando não apenas seu corpo, mas o peso suave dessa dúvida que me acompanha como uma canção inacabada.
"Ela vê minhas lágrimas e, ainda assim, as ignora, afogado no orgulho do seu ego inflado. Enquanto isso, minha dor se intensifica a cada instante, ferida pelo peso cruel do seu desprezo"
Me casei com a vida só pra não deixá-la viúva pois bem sei que quando a morte vier me buscar ela irá junto. Portanto não haverá litígio no meu testamento pois minha companheira terá ido comigo.
by Elmo Writter Oliver I
12.06.2025-20:49h
.*.
A felicidade é um tesouro da alma — por mais que a vida mude, ela nunca deve ser deixada de lado, pois é ela que dá cor aos nossos passos.
o tempo não é llinear, mas ele se alinha e a luz não está em movimento, ela esta acessa, ela se move em onda , quando ainda não foi iluminada. O uqe gera a energia? A lógica e a criatividade.
Quinta-feira de Vênus
Ela acorda assustada com o despertador, por um instate acreditou que era segunda-feira e precisava ir para o trabalho. — desativou o alarme e percebeu que ainda era só o feriado de quinta-feira. Sorriu por ter esquecido de desativar o alarme na noite passada. — Bom, já que eu acordei, então vamos né?! — Disse ela sem o menor tom de queixa por acordar cedo em pleno feriado.
O dia começara breve, mas ela não tinha pressa, já teve urgência em sua vida e percebeu que avidez, nunca te satisfez. – Aprendeu a ter calma, a sentir cada passo, dos físicos aos metafóficos. Já teve sonhos engavetados, sonhos em rascunhos, sonhos falidos e sonhos realizados. Mas a vida não assustara, não tinha medo da única coisa que a vida tem a oferecer — viver — e assim seguia seus dias. Aprendera que sua paz era mais importante do que manter um status. Na escola da vida, era uma boa aluna, levava como podia, ajudava como podia, sofria só pelo que deveria, não prolongava o que não deveria — mas o mais importante, sorria, sempre que podia.
Mulher decidida, de carater marcante. Se fosse poema, seria como a Divina Comédia escrita do Dante Alighieri - se fosse MPB, Relicário da Cássia Eller - se fosse filme, não seria uma obra concluída - ela é muito para caber em tão pouco. — Moça sorridente, com que fosse sorridente — tinha passos leves pelo feriado da sua quinta-feira. Colocava música para ouvir, andava pela casa, em sua distração entre canções e tarefas diárias, cantava e esquecia que o tempo passava — esquecia a vida lá fora — lembrava apenas dela, rodopiava entre cômodos enquanto dançava. Cantava melhor a cada taça de vinho que tomava.
A tristeza se perdia
em suas ravinas,
fazia da vida teu teatro,
aprendeu a nunca
se arrepender
de nenhum ato.
Se tivesse nascido em outra época, faria parte do Panteão de Roma — talvez a chamariam de Vênus — já era quinta-feira a noite, o dia passara, mas não sua vontade de viver ele, a noite também era sua, não temia pelo desconhecido, continuava deliciando seu vinho para afogar sutilmente algumas saudades misturada com vontades — sabia das suas prioridades, mas naquela noite so precisava de uma pausa, não queria raciocinar, não queria se policiar, seu juizo já havia dormido — no fim daquela noite, na sua banheira ela queria relaxar, no final daquela noite, ela só queria se amar.
A morte é uma Ladra.
Ladra de sonhos, vidas, realizações, desejos e emoções.
Ela é ladra porque nos rouba a paz e nos tira amigos, familiares, sonhos e prazeres.
A morte e sorrateira, ela é fria, ela é sozinha, ela simplesmente não se importa com ninguém, até porque não tem ninguém que faça o mesmo por ela.
Calada e destemida por muitos, sua existência é imprescindível, todos sabem que ela existe, uns até tentam se esconder, fugir e evitá-la. Outros a chama de amiga. Pois é certo que um dia ela te visite, isso ninguém pode evitar, o que ninguém sabe, é se essa visita vem para te ver ou te buscar.
Ela uma ladra porque rouba aquilo que ela nunca pode ter ou tiveram por ela. Ela é triste, solitária, amargurada, e embora leve algumas almas para seu leito eterno, ela ainda é egoísta e sempre tem sede de querer mais e mais, nunca está satisfeita com aquilo que ela vem roubando a séculos.
A morte sempre esteve presente neste mundo desde a sua criação, roubando para junto de si sua primeira vida, o jovem Abel, que foi golpeado pelo seu próprio irmão com uma pedra. Cain foi um fantoche que a própria dona morte usou como seu instrumento de roubo. E desde então ela não para.
Com um corpo rudimentar, vazia, gelada, sem qualquer interesse por nada, ela reprime aqueles que adiam a sua vinda, ela odeia quem salva uma vida ou quem impede de alguém de se matar. A morte não usa relógio, não trabalha com tempo, não escolhe quem ela vai levar. Ela simplesmente aparece do nada e leva um ou uns, sem distinguir cor, raça ou gênero. Ela não liga para isso.
Quem a escolhe como sua companheira, quem chega esse ponto de se render a ela, sem ao menos se dar uma segunda chance continuar com a sua vida, a meu ver é fraco, não tem amor e vive uma vida semelhante à dela, triste depressiva. Quem decide acompanhá-la, não é digno de uma vida, pois isso nem a própria morte não tem.
A morte está em todos os lugares, e de uma forma que ninguém consegue explicar, ela consegue estar em todo o globo ao mesmo tempo.
Dentro de lares com pais, mães e filhos enfurecidos, tomados pelo ódio e sede de vingança. Nos bares, nas ruas, principalmente nas drogas, vícios e jogos. Nas mentes e dentro de um coração vazio. A morte está no velocímetro do seu carro indicando alta velocidade. Numa curva perigosa. Ela está dentro dos hospitais ou numa doença terminal. A morte está em algumas atitudes e escolhas errôneas. Ela pode estar até dentro de você e você nem perceber a presença dela.
Ladrões vivem nas escondidas, disfarçados de bons samaritanos. Vivem no escuro, sem que ninguém os veja. Uns viram até seu amigo, porém, na primeira oportunidade te machucam sem dó e sem piedade. Disso a morte gosta, disso ela tira proveitos e valoriza quem faz seu serviço sujo sem ela pedi. A morte gosta de corações vazios, brigas e desentendimentos.
Porém temos muito o que aprender com a morte, apesar de tudo, ela ensina muita coisa. Basta olhar para o lado bom dos seus delitos.
Delírios, emoções abaladas, tristeza, depressão, mentes fracas, são instrumentos usados em seus roubos.
Seja forte, lute para que ela não te vença. A morte odeia você apenas pelo fato de você está existindo, persistir por aquilo que ela tanta deseja tomar de você.
Não dê palco a ela. Não dê chances de ela te levar para ficar no mesmo plano que ela vive. Não deixe que ela venha te visitar.
Não deixe a morte te roubar.
Texto: A morte é uma ladra
Escrito por Victor Rangel
Gestar é um dom divino, seguido de um ato de amor. Quando uma mulher diz que não quer ser mãe ela deixa de ser feminina e torna-se feminista.
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