Ha como eu Queria q ela Soubesse
Como é longa essa viagem, que o meu coração reclama, mas eu trago aquela imagem, que acendeu a nossa chama e te mando essa mensagem... pra lembrar que alguém te ama.
Como eu tive medo de me apaixonar. E o seu amor foi assim: Como o tempo, que usa a chuva e o vento pra moldar rochas, tecendo novas paisagens.
Hoje tudo que eu tenho é frio, e essa madrugada de solstício que se perdura por mil anos (...)
- Apenas Sendo
Todos os dias
Eu vou até a frente de casa
Eu espero você passar
Eu fico á imaginar como seria
Ver você vindo até mim
Sorrir para mim
Ou então
Apenas me olhar
Veja bem, um dia eu quis ser um bom amigo e me dei mal, acabei não sendo valorizado como deveria.
Até tentei provar que era capaz de minhas conquistas, logo fui menosprezado.
Sempre tentei extrair o melhor de minha pessoa, e fui desprezado por todos os que diziam serem meus amigos.
Chegou o dia que eu disse basta!
Eu não preciso de gente ruim para serem meus amigos...
Só preciso ter a Deus, e gente verdadeira para estar a meu lado.
hoje eu vivo feliz assim ,sabendo que Deus e gente do bem são os que me acompanham.
Olhos Cor do Céu
CAPÍTULO 4:
A aula acabou e, como eu já havia previsto, não consegui me concentrar em uma única palavra da professora. Nós fomos para o recreio, então a Andiara começou:
- Meu Deus, Amanda! Que sorte a sua, hein? Caramba! Eu queria ser você. Acho que todas as garotas da sala queriam naquele momento. E então? A letra dele é bonita? Ou ele não fez nada a aula toda que nem eu?
- Hahaha. Ele fez sim. E sim, a letra dele é bonita até demais pra um garoto. Me surpreendi.
- Uau. E como foi passar 40 minutos olhando pra ele?
- Eu é que te pergunto. Creio que você e todas aquelas garotas devem ter "secado" ele.
- Ah, sim, todas mesmo. Bom, eu não prestei atenção a nada, como de costume.
Nós duas andamos pela escola durante o intervalo da aula e, como nem se quer esperávamos, encontramos o Gabriel encostado à mesma parede, com um pé apoiado nela. Ele estava lindo, vestido com uma camisa vermelha da escola, com uma bermuda jeans azul clara e com tênis All Star preto. Ele olhava ao redor, observando as pessoas e a escola.
O sinal bateu e nós voltamos às aulas. Tudo continuou como antes. As garotas agora já não estavam mais suspirando tanto quanto antes. Mas ainda o olhavam como se ele fosse feito de ouro.
Bateu o último sinal das aulas, o que quer dizer que todos guardaram o material voando e correram para os ônibus. Eu, como de costume, nem dei muita atenção. Esqueci de avisar, mas eu moro praticamente na frente da escola. A Andi guardou o material correndo, me deu tchau e foi embora. Porque ela não mora na frente da escola, infelizmente.
Eu estava saindo da sala, sem pressa, quando olhei para o lado e vi o Gabriel. Para o horror de meu coração, que disparava forte demais, ele olhou para mim e disse:
- Você não vai de ônibus?
- Ah, não, eu moro aqui perto.
- Ah, que legal. Eu também. Você mora aonde exatamente?
- Sabe a loja de eletrônicos que tem aqui em frente?
- Sei.
- Então, tem uma casa rosa claro do lado. Eu moro ali.
- Não brinca. Então a gente é vizinhos.
Ele disse isso com um sorriso enorme no rosto. Parecia estar sinceramente contente com a novidade. E eu, nem precisei forças sorriso algum.
- Sério? Que legal. Mas você mora aonde?
- Eu moro num apartamento logo acima da loja de eletrônicos. Tem dois ali. Um é da dona, e outro, mais atrás, é onde eu moro. De aluguel, é claro.
- Ah, que legal. Então a gente mora bem perto, mesmo.
- É.
A gente já estava na frente da minha casa. Então eu disse:
- É aqui. Então, boa-noite, Gabriel.
- Boa-noite, Amanda.
Eu entrei em casa, sem olhar para trás.
MANTO
Esta noite eu vou dormir
Acolhida como um santo
É o meu senhor me protegendo
Cobrindo-me com seu manto
"Se passo tanto tempo assim sem te ver, só penso em como eu flutuo quando te toco, quando ouço o seu som que me hipnotiza gravemente. CONTRA BAIXO"
Todos eles
Todos me usaram
Como se eu fosse
Um brinquedo
Não se importaram
E nem apenas se calaram
Tudo isso
Na minha cara jogaram.
- Era como se fossem os sonhos, os nossos sonhos se encontrando escondido
Ainda que eu desfolhe todas as árvores da primavera não enxergo o lampejo da tua alma. Ainda que eu desfaça os girassóis em milhares de mal-me-quer, cada pequena pétala é transformada em uma mera recordação. E eu fiquei ali, estática. Temendo a noite, ansiando o dia, me perguntando o porquê das garrafas jogadas ao mar nunca retornarem. Tua presença criou raízes e tua voz confundiu os meus sentidos, se misturando com as espumas do mar através da orla do vento. Ao longe eu avistava dois olhos negros como os teus, mas espera, teus olhos não eram tão turvos. Nem tão escuros. Nem tão tristes. Da vaga lembrança que tenho, tua mirada cinzenta refletia a lua nascendo num horizonte límpido. E na maioria dos sonhos tu estavas lá, padecendo sobre ruínas, as quais vistas do espaço gravavam nossos passos nas pedras rígidas. Oh, não consigo mais desenhar o teu semblante, sucumbi às tremuras da perda enquanto tentava com perspicácia e meia esperança desenhar as linhas da tua face, contornando aqueles teus traços na testa que intercalava incertezas e dúvidas. E tu foste embora como quem nunca cogitou em ser o mal do meu bem. Esqueceu meu nome, meu endereço, o modo como minhas aflições demoram a cicatrizar, você perdeu a oportunidade de ser a sutura das minhas feridas expostas. Saudade do tempo ao qual tu eras o meu refúgio e não abismo para o esquecimento aquele que costumo andar pelas beiradas, na ponta dos pés, de vez em quando. E se caso tu não souberes mais o que fazer, sabe para onde tens que voltar. Não, não estarei aqui quando tua percepção aflorar e fizer-te perceber que eu estava te equilibrando o tempo todo. Faz assim, pega as lembranças do passado e as faça de alimento, as mesmas que me serviram de cobertor nas noites desertas de outono. Garrafas nunca voltam quando jogadas ao mar, baby, e eu não precisava dessa resposta, assim como a cada vez que engano a vida enterrando o meu passado, pareço conseguir dez anos a mais. As curvas das conchas tratavam de sussurrar tua risada de vez em quando. Contudo eu estremecia, forte, oscilando meus batimentos cardíacos com minhas vontades inquietas de reconhecer o teu espectro em cada fonte de vida. Mas tu não eras nada disso. E você se foi. E a cada fim de tarde o sol não se pôs mais.
Ele morria.”
- E de certa forma parte da minha memória morria junto.
...eu não vou chorar, prometo! Aprendi a ser forte como o vento que dobra a árvore mais robusta... Só não prometo que não chore meu coração, pois este me nasceu frágil, sensível e sincero!
Ah o seu cabelo...
Como eu quis poder tocá-lo! Tão belo ele ficou, tão cheiroso, tão bonito...
Ainda agora a sua imagem não me sai da cabeça, basta fechar os olhos e lá está você, com seus cabelos dourados e sorriso fascinante.
Foi como ver o impossível, fiquei extasiado.
Ficou gravado.
Maravilhosa, espetacular, sem mais...
Como posso fugir de alguém que me faz bem?
A passagem para eu fugir onde eu posso comprar?
Rodaria o mundo inteiro! mas em que lugar estaria seguro?
Onde esconderia a minha alma de mim mesmo? se eu fosse para
Longe de minha alma, como eu iria? morto? vivo? em sonhos?
Tudo é uma questão de troca,me ame e seras amado,se importe e eu irei me importar ,como dizem por ai nada é de graça.Isso parece até um jogo.
Flutuando
Quando me
permitia ver o seu rosto…
Eu flutuava,
como Dente-de-leão ao ar…
Parecia viver
a intensidade de mim.
Hoje!
Sem rosto, sem sonhos…
Sem a sua presença…
Sou apenas folha morta
levada pelo vento.
Sabe-se lá onde ele irá me deixar!
O amor, quando me falta…
A vida perde a razão!
E fico morta,
até um novo amor encontrar.
Até outros olhos,
poderem dividir a luz com os meus…
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