Ha como eu Queria q ela Soubesse
no meio desses anos todo,aprendi coisas da forma mais difíceis possíveis, aprendi que as pessoas vão embora, perdendo uma pessoa muito importante, aprendi que as pessoas ,querendo ou não, te magoam de algum jeito,com a pessoa q eu mais confiava, aprendi a aceitar meus defeitos,mais antes passei por noites de choro e desprezo comigo mesmo,aprendi a resolver as coisas sozinhas,a me ter como melhor amiga ,quando não tinha ninguém lá comigo,a me virar,enfrentar o escuro,o medo de ficar sozinha em casa sábado a noite,falar em público..
mais nunca aprendi me amar totalmente,aqui dentro está uma confusão, feridas q precisam ser curadas,medos q precisam ser superados,por isso eu vou da um tempo,p respirar,pensar,depois eu volto,preciso ter uma calma espiritual,interior,comigo mesma,eu necessito,eu recomendo.
Ela queria ele, ele queria ela e outra.Ela sofria, ele nem ligava.Ela chorava, ele ria.Ela falava, ele não ouvia.Ele mentia, ela acreditava.Ela o esperava, ele não voltava.Ela queria coisa séria, ele só queria se divertir.Ela demonstrava seus sentimentos, ele brincava com eles.Ela sorria pra ele, ele ria dela.Ela acreditava em tudo q ele dizia, ele dizia o mesmo pra todas as outra.Ela se iludia, ele alimentava a ilusão.Ela espera por ele, ele já esta em outra.Ela ama, ele gosta.Ela fazia tudo por ele, ele dizia Não se contentar com tão pouco.Ela achava q ia dar certo, ele tinha certeza q ia dar errado.Ela queria pra sempre, ele só por um momento.Ela se entregava, ele evitava.Ela falava eu te amo, ele apenas sorria.Ela ficava por conteúdo, ele por quantidade.Ela procurava o príncipe, ele procurava a próxima.Ela queria "o", ele queria "uma".Ele descobriu q ela era a UNICA, e ela descobriu q ele era só mais UM...
Ela queria todas as coisas do mundo.
Comprava, tinha...
Mas ainda não tinha todas as coisas do mundo.
Até que ele sorriu pra ela.
E ela viu que ele era TODAS AS COISAS DO MUNDO!
NÃO FALTA ninguém no jardim. Não há ninguém:
somente o inverno verde e negro, o dia
desvelado como uma aparição,
fantasma branco, de fria vestimenta,
pelas escadas dum castelo. É hora
de não chegar ninguém, apenas caem
as gotas que vão espalhando o rocio
nestes ramos desnudos pelo inverno
e eu e tu nesta zona solitária,
invencíveis, sozinhos, esperando
que ninguém chegue, não, que ninguém venha
com sorriso ou medalha ou predisposto
a propor-nos nada.
Esta é a hora
das folhas caídas, trituradas
sobre a terra, quando
de ser e de não ser voltam ao fundo
despojando-se de ouro e de verdura
até que são raízes outra vez
e outra vez mais, destruindo-se e nascendo,
sobem para saber a primavera.
Ó coração perdido
em mim, em minha própria investidura,
generosa transição te povoa!
Eu não sou o culpado
de ter fugido ou de ter acudido:
não me pôde gastar a desventura!
A própria sorte pode ser amarga
à força de beijá-la cada dia
e não tem caminho para livrar-se
do sol senão a morte.
Que posso fazer se me escolheu a estrela
para ser um relâmpago, e se o espinho
me conduziu à dor de alguns que são muitos?
O que fazer se cada movimento
de minha mão me aproximou da rosa?
Devo pedir perdão por este inverno,
o mais distante, o mais inalcançável
para aquele homem que buscava o frio
sem que ninguém sofresse por sua sorte?
E se entre estes caminhos
– França distante, números de névoa –
volto ao recinto da minha própria vida
– um jardim só, uma comuna pobre –
e de repente um dia igual a todos
descendo as escadas que não existem
vestido de pureza irresistível,
e existe o olor de solidão aguda,
de umidade, de água, de nascer de novo:
que faço se respiro sem ninguém,
por que devo sentir-me malferido?
Como é que se explica que o seu maior medo seja exatamente em relação: a ser? e no entanto não há outro caminho. Como se explica que o seu maior medo seja exatamente o de ir vivendo o que for sendo? como se explica que eu não tolere ver, só porque a vida não é o que eu pensava e sim outra – como se antes eu tivesse sabido o que era! Por que é que ver é uma tal desorganização?
Há mais boa vontade do que bom senso em minhas palavras
E a isto cada um receba como quiser
Porque o bom senso muitas vezes é o signo dos hipócritas
Assim como muitas vezes a boa vontade é o signo dos errantes
Há muita coisa a dizer que não sei como dizer. Faltam as palavras. Mas recuso-me a inventar novas: as que existem já devem dizer o que se consegue dizer e o que é proibido.
Todo o homem tem uma porção de inépcia que há-de sair em prosa ou verso, em palavras ou obras, como o carnejão de um furúnculo. Quer queira quer não, um dia a válvula salta e o pus repuxa.
Que o mundo gira,
Que as coisas vêm
E também podem voltar,
Que o fogo esquenta
Mas também pode queimar.
Coração e uma parada louca né? Se conforta com pequenos detalhes e coisas simples.
Ao mesmo tempo que derrubava uma lágrima em meu rosto, um conforto surgia por ter você perto ...
Sempre tem aquela presença que te deixa sem graça e sem saber como falar ou agir né?! Ela sempre me desconcerta quando está perto... logo eu! Sou a pessoa mais brincalhona e fria que existe!
Odeio parecer fraca! Mostrar minhas fraquezas ou qualquer interesse por alguém.... mas ela consegue me embalhar toda e me deixar derretida só com um olhar e sorriso .
Nossos olhos nem sempre
Conseguem perceber
Todas as possibilidades que a vida nos oferece de ser feliz.
As vezes,
Enxerga- se melhor com o coração..
O inverno pode ser tão romântico quanto suas palavras ditas sobre a neve, em um gelo congelante que se derrete ao ver o sol chegar. Com os olhos molhados e a sua boca seca e rosada, posso ouvir ela dizer que o ama.
Dizem e comentam por ai de mim , não ligo , e muito menos do importância, o que me importa é viver , seja feliz ou triste , chorando ou sorrindo , amando ou sendo amada ,o que me faz realmente perder o sono é não ter amigos , não ter família , a qual me acolhe e me da carinho , que sendo chata ou não sempre vão estar ao meu lado , por isso ,pense e fale o que quiser de mim , não altera os fatos , não muda a minha vida , apenas me faz crescer de menina a mulher
Olhava para o espelho
Já não se reconhecia
Seus olhos eram tristes
Sua boca não mais sorria
Agora
Só enxergava uma sombra
Do que já fora um dia
Sentia saudade de tanta bobagem
Das frases em "english"
Do House juntinho
Das longas viagens
Do lado da cama
Das músicas tocadas
Do som da sanfona
Sentia saudades de tudo que ama.
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