Ha como eu Queria q ela Soubesse
Coisas do coração!!!
Como já dizia Carpinejar “O amor é quando faltam palavras”. O desespero é quando sobram palavras. Quando sair, me leve junto, em silêncio".
Para tudo dá-se um jeito e aprendemos também a ir embora, em silêncio, carregando com a gente alguma forma de amar.
Namorada: proteja como se fosse sua filha; ame como se fosse esposa; respeite como se fosse sua mãe.
Obrigada pelo lindo final de semana! Como foi bom cada minuto. Como foi bom acordar e ver você ao meu lado dormindo! Buscar seu café da manhã, te alimentar, te fazer carinho. Eu amo amar você! Que você tenha uma semana linda, cheia de vitórias e conquistas!
Como me machuca
Te ver perto de mim
E só poder te olhar
Estar perto de você
E não poder te tocar
Saber que você está ali
E não poder te chamar
Ficar a tua espera
E não te ver chegar
Como me machuca
Ver o tempo nos distanciando
Só me resta a esperança
De um dia repetir EU TE AMO!
lembrem de mim
como de um
que ouvia a chuva
como quem assiste missa
como quem hesita, mestiça,
entre a pressa e a preguiça
Não quero cair, telha do telhado –
Quero morrer pouco a pouco.
Quero morrer observando
Como o corpo, gota a gota,
Se destaca da vida já cumprida.
Deixar que ela de mim se esvaia,
Como de uma peneira muito fina,
E – não tão logo – suspirar de alívio,
Por nada ver no fundo.
O Gondoleiro do Amor
Barcalora
Dama Negra
Teus olhos são negros, negros,
Como as noites sem luar...
São ardentes, são profundos,
Como o negrume do mar;
Sobre o barco dos amores,
Da vida boiando à flor,
Douram teus olhos a fronte
Do Gondoleiro do amor.
Tua voz é cavatina
Dos palácios de Sorrento,
Quando a praia beija a vaga,
Quando a vaga beija o vento.
E como em noites de Itália
Ama um canto o pescador,
Bebe a harmonia em teus cantos
O Gondoleiro do amor.
Teu sorriso é uma aurora
Que o horizonte enrubesceu,
— Rosa aberta com o biquinho
Das aves rubras do céu;
Nas tempestades da vida
Das rajadas no furor,
Foi-se a noite, tem auroras
O Gondoleiro do amor.
Teu seio é vaga dourada
Ao tíbio clarão da lua,
Que, ao murmúrio das volúpias,
Arqueja, palpita nua;
Como é doce, em pensamento,
Do teu colo no langor
Vogar, naufragar, perder-se
O Gondoleiro do amor!?
Teu amor na treva é — um astro,
No silêncio uma canção,
É brisa — nas calmarias,
É abrigo — no tufão;
Por isso eu te amo, querida,
Quer no prazer, quer na dor... Rosa!
Canto! Sombra! Estrela!
Do Gondoleiro do amor.
Algumas pessoas insistem em querer que os outros sejam como elas querem e esquecem que elas não são o que os outros querem muitas vezes. Esse a meu ver é o MAIOR de todos os erros que cometemos. Amizades, relacionamentos, trabalhos, muitas questões poderiam ser salvas em nossas vidas se fóssemos capazes de entender a individualidade do outro em suas virtudes e defeitos! Por que insistimos nisso?
Como a vida muda.
Como a vida é muda.
Como a vida é nula.
Como a vida é nada.
Como a vida é tudo.
Tudo que se perde
mesmo sem ter ganho.
Como a vida é senha
de outra vida nova
que envelhece antes
de romper o novo.
Como a vida é outra
sempre outra, outra
não a que é vivida.
Como a vida é vida
ainda quando morte
esculpida em vida.
Como a vida é forte
em suas algemas.
Como dói a vida
quando tira a veste
de prata celeste.
Como a vida é isto
misturado àquilo.
Como a vida é bela
sendo uma pantera
de garra quebrada.
Como a vida é louca
estúpida, mouca
e no entanto chama
a torrar-se em chama.
Como a vida chora
de saber que é vida
e nunca nunca nunca
leva a sério o homem,
esse lobisomem.
Como a vida ri
a cada manhã
de seu próprio absurdo
e a cada momento
dá de novo a todos
uma prenda estranha.
Como a vida joga
de paz e de guerra
povoando a terra
de leis e fantasmas.
Como a vida toca
seu gasto realejo
fazendo da valsa
um puro Vivaldi.
Como a vida vale
mais que a própria vida
sempre renascida
em flor e formiga
em seixo rolado
peito desolado
coração amante.
E como se salva
a uma só palavra
escrita no sangue
desde o nascimento:
amor, vidamor!
O simples vive como respira, sem maiores esforços nem glória, sem maiores efeitos nem vergonha.
A simplicidade não é uma virtude que se some à existência.
É a própria existência, enquanto a ela nada se soma.
Por isso é a mais leve das virtudes, a mais transparente e a mais rara.
Pare de idealizar seu amor em vez de encontra-lo.
O amor não é sempre como um raio, as vezes é só uma escolha.
Talvez o amor verdadeiro seja uma decisão, decisão de correr um risco com alguém.
Dar-se, sem se preocupar se irão dar algo em troca ou magoar você ou se é a pessoa certa.
Talvez o amor não seja algo que aconteça, talvez seja uma escolha.
Meu coração é como se... meu peito mal pudesse contê-lo.
É como se ele não pertencesse mais a mim, mas pertencesse a você.
E se você quisesse, eu não iria te pedir nada em troca.
Nem presentes, nem beijos, nem demonstrações de devoção. Nada.
Nada além de saber que me ama também.
Só o seu coração em troca do meu.
Se a saudade chegasse pelo ar como as ondas de rádio, em que lembrança você sintonizaria sua memória?
Como já dizia Pe Fábio de Melo: "A vida é feita de escolhas." Escolhi ser católico, não por falta de opção, mas por vocação. Escolhi "um caminho DE, E para a felicidade". Escolhi o caminho que o mundo não foi capaz de me dar, um caminho com sentido de vida. Admito que posso ter escolhido o caminho errado, mas não acredito que um erro duraria mais de 2000 anos e movimentaria tanto o mundo ao seu redor, inclusive os mais afastados. Também não acredito que um erro me fizesse tão feliz como esse me faz. E se viver o mundo for o certo, prefiro viver o errado, pois o certo do mundo nunca foi capaz de me dar a felicidade e a Paz que só no "erro" pude encontrar. Mas pra ser bem sincero, acredito que estou mais do que certo.
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