Ha como eu Queria q ela Soubesse

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⁠Assim como uma pessoa não pode parar de respirar, também não pode parar de orar.


Sermão “Causas da Ineficiência do Cristianismo” de 1789.

Algum dia...
Meus versos...
Em seus ouvidos...
Serão como melodia...
Vinda de universos...
Dissolvidos...
Em poesia...

O começo da contenda é como a abertura de uma represa. Desista, antes que haja rixas.

⁠ Devemos pedir desculpa do nosso jeito ou do jeito deles? Ou será que devemos perguntar como eles preferem?
Se você pedir desculpa uma vez, você vai ter que pedir sempre, é como tirar tijolos da sua casa. Você quer ver sua casa cair?

Pátria minha

A minha pátria é como se não fosse, é íntima
Doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo
É minha pátria. Por isso, no exílio
Assistindo dormir meu filho
Choro de saudades de minha pátria.

Se me perguntarem o que é a minha pátria, direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas.

Vontade de beijar os olhos de minha pátria
De niná-la, de passar-lhe a mão pelos cabelos...
Vontade de mudar as cores do vestido (auriverde!) tão feias
De minha pátria, de minha pátria sem sapatos
E sem meias, pátria minha
Tão pobrinha!

Porque te amo tanto, pátria minha, eu que não tenho
Pátria, eu semente que nasci do vento
Eu que não vou e não venho, eu que permaneço
Em contato com a dor do tempo, eu elemento
De ligação entre a ação e o pensamento
Eu fio invisível no espaço de todo adeus
Eu, o sem Deus!

Tenho-te no entanto em mim como um gemido
De flor; tenho-te como um amor morrido
A quem se jurou; tenho-te como uma fé
Sem dogma; tenho-te em tudo em que não me sinto a jeito
Nesta sala estrangeira com lareira
E sem pé-direito.

Ah, pátria minha, lembra-me uma noite no Maine, Nova Inglaterra
Quando tudo passou a ser infinito e nada terra
E eu vi alfa e beta de Centauro escalarem o monte até o céu
Muitos me surpreenderam parado no campo sem luz
À espera de ver surgir a Cruz do Sul
Que eu sabia, mas amanheceu...

Fonte de mel, bicho triste, pátria minha
Amada, idolatrada, salve, salve!
Que mais doce esperança acorrentada
O não poder dizer-te: aguarda...
Não tardo!

Quero rever-te, pátria minha, e para
Rever-te me esqueci de tudo
Fui cego, estropiado, surdo, mudo
Vi minha humilde morte cara a cara
Rasguei poemas, mulheres, horizontes
Fiquei simples, sem fontes.

Pátria minha... A minha pátria não é florão, nem ostenta
Lábaro não; a minha pátria é desolação
De caminhos, a minha pátria é terra sedenta
E praia branca; a minha pátria é o grande rio secular
Que bebe nuvem, come terra
E urina mar.

Mais do que a mais garrida a minha pátria tem
Uma quentura, um querer bem, um bem
Um libertas quae sera tamen
Que um dia traduzi num exame escrito:
"Liberta que serás também"
E repito!

Ponho no vento o ouvido e escuto a brisa
Que brinca em teus cabelos e te alisa
Pátria minha, e perfuma o teu chão...
Que vontade me vem de adormecer-me
Entre teus doces montes, pátria minha
Atento à fome em tuas entranhas
E ao batuque em teu coração.

Não te direi o nome, pátria minha
Teu nome é pátria amada, é patriazinha
Não rima com mãe gentil
Vives em mim como uma filha, que és
Uma ilha de ternura: a Ilha
Brasil, talvez.

Agora chamarei a amiga cotovia
E pedirei que peça ao rouxinol do dia
Que peça ao sabiá
Para levar-te presto este avigrama:
"Pátria minha, saudades de quem te ama…
Vinicius de Moraes."

Vinicius de Moraes
Antologia Poética

Brâmane, assim como uma flor de lótus azul, vermelha ou branca nasce nas águas, cresce e mantém-se sobre as águas intocada por elas; eu também, que nasci no mundo e nele cresci, transcendi o mundo e vivo intocado por este. Lembre-se de mim como aquele que é desperto.

Esses prazeres violentos tem fins violentos,
E morrem em seu triunfo, como o fogo e a pólvora,
Que, ao se beijarem, se consomem.
O mais doce mel repugna por sua própria doçura,
e seu sabor confunde o paladar.
- Romeu e Julieta

* Hoje vou ficar em evidência, como acontece em todo aniversário. Vou aproveitar este momento de exposição demasiada para me expor mais ainda. Os fragmentos abaixo, pela primeira vez, são totalmente autobiográficos. Qualquer semelhança não é mera coincidência.
*Quero que lembrem de mim pela ausência de grandes feitos. Ser como um saco plástico de supermercado que voou para nenhuma platéia.
Eu o notei, e isso bastou. Que esqueçam minha fisionomia e o meu nome. Eu não sou concreta. Quero ser o vento que bate as portas e some antes de assumir a culpa, deixando apenas dúvidas. Isso é a coisa mais importante que eu poderia dizer sobre mim. Para todos que tentaram me entender. Para os meus ex-analistas, que eram pagos para tentar me entender. Para os (coitados) que convivem (obrigatoriamente ou não) comigo. Eu quero ser o saco plástico dançando a melodia do vento que vinha do recôncavo. Nada mais.

*Minha existência se resume, desde que nasci em 24 de agosto de 1988, em um ciclo constante de mortes e renascimentos. Já perdi a conta de quantas vezes (principalmente nos últimos quatro anos) eu morri e renasci, fênix. E eu acho isso muito normal. Anormal, para mim, é tentar contar quantos anos eu tenho.

*Não sei se acredito em coincidências e destino. Sei que tudo na vida está relacionado de uma maneira tão cheia de pequenos detalhes e minúcias que é difícil não acreditar em energias que regem o universo.

......E ai,eu fui uma boa atriz de improviso!!???

Você sabe como é
Se sentir na escuridão?
Sonhar com uma vida
Onde você é a estrela brilhando

Mesmo que pareça
Que está muito longe
Eu tenho que acreditar em mim mesma
É o único jeito

CHEGA!
Não quero mais brincar de amar você
Não quero mais pensar em como poderia ser
Como poderíamos fazer...
Queria te roubar pra mim
Ter sua companhia e trazer pra minha vida
sua impetuosidade, um pouco do teu mau humor
Da tua mania de querer tudo pra si, do teu egoísmo,
do teu jeito de “Ser”, tão diferente do meu...
Queria te dar um pouco de paz, de mansidão, de domínio próprio
Mas as coisas não são tão simples assim, não basta querer
Estamos cercados de tradições, conceitos e preconceitos
A conveniência tomou conta de nossas vidas e então, passamos a
Conviver com desejos impossíveis, “pecados ocultos” e corações aflitos
Buscando algo que certamente as regras não nos permitirão encontrar, tão pouco realizar.
O medo das consequências impedem nosso agir e pairamos pela incerteza
Quero me libertar destes sentimentos que me confundem, quero voltar a raciocinar
A falta deste encontro me “emburrece” e me sufoca, quero voltar a respirar e apreciar
A vida cotidiana e tranquila em que vivia antes de te encontrar
Fazer de conta que as coincidências existem e você foi apenas uma delas
Quero guardar meus sentimentos e preservar o meu eu, por isso, chega!
Essa brincadeira só faz aflorar minhas incertezas e enlouquece a minha alma
Por tudo isso chega! Essa brincadeira só faz me sofrer.
Chega de brincar de te querer.

Um cético vê a religião assim como Platão viu a caverna.

Você me faz tão bem, estar ao seu lado é como estar nas nuvens, quando estou com você não quero que o tempo passe, não quero que a noite termine, só quero ficar com você, abraçar você, sentir seu perfume e dizer o quanto é bom estar ali, te abraçar sem medos, poder te beijar, olhar nos seus olhos e sentir o seu corpo junto ao meu, sua voz suave falar que é tão bom estar ao meu lado, sentir aquele abraço apertado, seus beijos molhados, e depois ver aquele seu sorriso sem graça, quando digo que você é muito especial para mim.

A indecência pode perverter um inocente, assim como a inocência pode chocar um pervertido.

E POR VOCÊ

Não sei como expressar esse sentimento,
Que está no ar a todo o momento,
Que passa por minha cabeça
E fará com que eu enlouqueça,
Me ajude a entender,
Porque tudo isso é por você.

Já não suporto mais tanta solidão,
Tenho que mudar minha direção,
Estou seguindo o caminho mais complicado,
Querendo reconquistar quem não quer ser reconquistado.
Não vou me iludir,
Vou parar de sonhar,
Vou te esquecer e me recuperar.

Um homem sem coragem e atitude, é como um guerreiro sem Escudo e espada.

A comodidade é como a cegueira e a anemia do sucesso; nos impedem de visualizar a futuro e nos retira a força de prosperar.

⁠ Poema: Decreto Igualdade e Paz.
Decreto hoje como Cidadã por soberania,
Que todas as sombras voltem a brilhar.
No gorjear dos pássaros em sinfonia,
Todos os povos voltem a sonhar.
.
Decreto a Paz por onde houver guerra
Saúde e alento onde houver enlutados.
Não falte o pão nem a fonte que gera,
Nem lona e circo em campos e Cidades.
Decreto ainda que a desigualdade
Não mais destrua nenhuma Nação.
Que os governantes esqueçam a crueldade,
E em seu olhar coloquem um coração.
Divergir, ter outra opinião,traz solução.
Só enriquece é ponto de reflexão.
Ao invés de levantes, amem e protejam seu irmão,
Baixar a guarda não é fraqueza, é amar Sua NAÇÃO.

Algumas pessoas sentem-se como se não merecessem amar. Escapando em silêncio em seus espaços vazios, tentando fechar as lacunas do passado.

15. Quinze. 12 + 3. Um ano e três meses.

15 dias, desde a primeira vez que saímos, como conhecidas, foi mais que o suficiente para eu me apaixonar.
15 minutos, praticamente todos os dias, era o que eu gastava para tentar conquistar ela.
15 meses vivendo os momentos mais perfeitos da minha vida.
Teu abraço, tua boca, teu beijo, tua pele, teu cheiro, tua manha, teu toque, tuas risadas, teu sorriso, tua beleza, teu silêncio, tua inocência, teu olhar, tua paz, teu ‘eu te amo’.
Escolhi 15 motivos, mas posso lhe dar mais mil razões pra te querer, coisas que eu já nem sei o nome, posso compor mais cem canções de amor.
Eu te amo, eu te quero e eu te admiro.

⁠você me usou como distração
para sanar seus problemas de convicção
não se importava com a minha real intenção
quando me acusava sem motivos de não ligar para a nossa relação
em uma eterna fixação
com coisas que tirou da sua imaginação
falando uma suposição
cortava comigo a comunicação
em negação
com qualquer solução
e de nada valendo a minha determinação
eu caia em saturação
entrando na sua atuação
de que era eu quem causava tal aflição
e depois de toda essa perjuriação
não soltei sua mão
sendo fiel a você sobre minha afeição
negando qualquer intuição
aceitava toda restrição
para que tivessemos alguma duração
me exibindo pelo calçadão
como um troféu de toda essa distruição
você nunca ligou para o meu coração
exigindo minha total atenção
sem nenhuma retribuição
me pondo em processo de seleção
se divertindo com a minha emoção
ao trocar sempre na sua vida minha posição
me pondo a par da situação
apenas como solução
para usar sem culpa de sedução
com outra opção
e após sua satisfação
e sem a mínima consideração
ao final sobre mim de sua retaliação
você me pede reconciliação
com sentimentos de projeção
para seu amor de ficção