Ha como eu Queria q ela Soubesse
Dois corações e a máquina do tempo
Caminhava no final da tarde como de costume quando avistei um casal de velhinhos, eles varriam juntos a calçada que estava tomada por grama recém cortada. Cena maravilhosa, o sol, o céu e aquele casal - que deve estar junto a um tempão - varrendo a grama, fazendo um mesmo montinho.
Lembrei dos meus avós que estão completando cinquenta anos de casados. Pensei em como os relacionamentos tem mudado, sobre a independência das mulheres e as consequências que mergulham nós, homens, ainda mais na “síndrome de Peter Pan”.
Quando afinal definiram-se os prazos de validade? Porque ficou tão difícil o “felizes para sempre”? Teria a evolução não acompanhado os corações? Bem, poderíamos argumentar centenas de motivos, partir de vários pontos de saída, para ao final, cruzar a mesma chegada: o ser humano segue intolerante.
Sabem o mais interessante na história do casal que varria a calçada? Quando me aproximei deles ouvi o velinho disparar a seguinte frase: "mah dio cristo cabeçuda non me vare o meu que o vento leva."
Para se compor a essência da união é necessária a aceitação, mais do que a de outro, a própria. Quando nos vemos seres falíveis, compartilhamos os medos e aceitamos que a perfeição de uma relação está justamente na imperfeição humana, é quando descobrimos o milagre que fez de nós, seres tão egoístas, capazes de amar.
A busca pela satisfação por vezes traz a solidão. A ânsia de encontrar-se alguém acaba por ser o prelúdio do fim. No oceano das possibilidades, das tecnologias que tornam o de ontem velho demais para o hoje, nascem as novas gerações, cada vez mais consumistas até mesmo em quanto as relações.
Caminhava eu num final de tarde quando avistei dois velinhos que juntos varriam a calçada: seria isso o amor? Um montinho de grama feito por duas pessoas? Não; acredito que o amor daqueles dois estava justamente no xingamento que sucedeu a cena, estava na certeza de que mesmo se os ventos não fossem favoráveis e desfizessem aquele montinho, ainda assim eles poderiam refazê-lo.
A paixão é o que você somente admira, já o amor, é o tanto que você aprende a reconsiderar.
Frequentemente, sem nos dar conta, buscamos a Jesus por motivos errados. Sem querer, o usamos como “lâmpada de Aladim”. Nós o reduzimos a uma fonte de suprimentos para os momentos de crise.
Conforme Jean Paul Sartre, a existência precede a essência. Bem como René descartes, Penso, logo existo. Não obstante Sócrates, só sei que nada sei. :)
Os olhos são sentimentos da natureza,
Ora são tristes,
Ora brilham como Sol.
Os olhos tem linguagem, linguagem da verdade.
Os olhos são a alma.
Aprisionam o verdadeiro espírito do ser.
Os olhos são puros e inocentes,
Escondem transparecendo os desejos.
Os olhos enxergam a vida e imaginavelmente mudam a verdadeira verdade
A vida é como um jogo de poker, voçê pode ter um grande talento, mas se voçê não tiver sorte não terá nada
Porque a lágrima não tem cor? Enquanto chorava, me pus a pensar. Se fosse vermelha como sangue, As minhas vestes poderiam manchar. Se a lágrima fosse amarela, A cor da alegria, Expressar tristeza Jamais poderia Se fosse azul, A cor da serenidade, Eu não choraria jamais. Seria só tranquilidade. Se fosse branca, Como pétalas de rosas, Não seriam lágrimas... Mas pérolas preciosas. Ainda mais uma vez Fiquei me questionando... Porque a lágrima não tem cor? Se ela fosse preta Só expressaria o horror? Porque será que a lágrima não tem cor? A lágrima não tem cor... Porque nem sempre exprime dor. E se ela fosse roxa, como poderia Expressar a alegria? As lágrimas não têm cor Porque são expressões da alma Quando o espírito está chorando O coração diz: tenha calma! Se a lágrima tivesse cor Deveria ter a cor do amor Ou mesmo a cor da paixão Que as vezes invade o coração. Ou talvez a cor da tristeza Que abala a alma e tira a calma Mas faz em meu ser uma limpeza. Se a lágrima tivesse cor Poderia ser vermelha como o sangue. A lágrima não tem cor. Porque ela nos aproxima do nosso Criador. Se a lágrima tivesse cor Eu só iria chorar de alegria. Mas, e a lágrima da saudade? De que cor ela seria? E a lágrima da decepção, De que cor seria então? Se a lágrima tivesse cor Deveria ter a cor de um brilhante Como a lágrima é preciosa Deus deu-lhe a cor do diamante.
Hoje é um dia que começou bom, mas às vezes nem sempre é como agente quer, vários obstáculos, brigas, sentimentos, sorrisos, perdas de pessoas, saudades e muito mais, e com tudo isso a vida nos faz levantar e olhar para que não reptasse os mesmos erros.
Penso que deveríamos viver a vida como, as poesias de felicidade, de amor, de alegria, penso que ser poeta e ser eterno, ser imortal, porque somos imortais.
Quando encontramos alguém pra compartilhar conosco os momentos da vida, tanto as coisas boas como as ruins, às vezes pensamos de início que a pessoa é perfeita; até que, com o tempo, começamos a enxergar os defeitos, e a pessoa que você sempre sonhou, a imagem do amor da sua vida, simplesmente vai desmontando aos poucos e aí você vê que dói ter criado uma ilusão tão grande na sua própria vida...
Uma alma vil, que cita as coisas santas, é como o biltre de sorriso ameno, ou uma bela maçã podre por dentro. Como é belo o exterior da falsidade!
Somos crianças em espírito e como tais agimos em todos os momentos de nossa vida. O ciúme, o ódio, a vingança, a inveja...que ainda carregamos são frutos da nossa insensibilidade...
Um sentimento que faz o pensamento ser suave como o vento. E ao mesmo tempo pesado como o arrependimento...
Se ao menos houvesse uma invenção que engarrafasse uma memória, como aroma. E que nunca esmaecesse, nunca azedasse. E que, se a pessoa quisesse, poderia desarrolhar a garrafa e seria como viver aquele momento todo outra vez.
Trago dentro do meu coração,
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero.
(Heterônimo de Fernando Pessoa)
Nota: Techo do poema "A Passagem das Horas"
Abraça-me como uma concha...
Fresca da manhã.....
Entre os meus devaneios....
Quero sentir o vento que traz o aroma da tua pele....
Despir-te com o orvalho.....da manhã....
Entre o céu.....os mares e ondas....
Paixão feita em explosão ..
Devaneios.....
De loucos medos....
Veste o meu corpo de ti......
Sentido dos sentidos...
Dos teus braços....
Que desamarraram em mim ate a eternidade....
Onde leio-te....leio-te
E volto a ler...
Sem cansar-me.....em silêncio.!
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